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Xiaomi lança relógio Redmi Watch com bateria para até 12 dias

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Redmi Watch xiaomi
Divulgação/Xiaomi

Redmi Watch promete durar 12 dias

Além dos novos celulares , a Xiaomi também apresentou um relógio inteligente da Redmi na China, nesta quinta-feira (26). Trata-se do Redmi Watch , smartwatch da marca chinesa com promessa de autonomia para até 12 dias de uso, tela quadrada de 1,4 polegadas, recursos para monitorar batimentos cardíacos e exercícios e GPS.

Diferentemente do Mi Watch original, o Redmi Watch se esquiva do visual do Apple Watch , ainda que tenha corpo quadrado. O wearable possui tela colorida de 1,4 polegadas, com ajuste de brilho automático, e pulseira destacável. Além disso, o dispositivo é resistente à água (5 ATM) e pesa somente 32 gramas.

Assim como os demais relógios inteligentes do mercado, o lançamento monitora os batimentos cardíacos do usuário por 24 horas, o sono e acompanha exercícios, incluindo natação. O dispositivo ainda é integrado à Xiao AI, assistente virtual da Xiaomi .

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A ficha técnica do Redmi Watch conta GPS embutido, NFC e traz bateria de 230 mAh. Segundo a fabricante, o componente é suficiente para oferecer até sete dias de carga ou até doze dias com uso moderado. O relógio é compatível com Android 5.0 ou superior e iOS 10 ou versões mais recentes do sistema operacional para iPhone e iPad .

Quanto custa o Redmi Watch?

O novo relógio inteligente chegará às lojas da China em dezembro e tem o preço sugerido de 299 yuan (cerca de R$ 240 em conversão direta). O Xiaomi Redmi Watch já foi homologado pela Anatel em outubro de 2020, a pedido da DL Eletrônicos. A data e o preço de lançamento no Brasil, porém, ainda são um mistério.

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Rede social anti-Facebook e sem anúncios bomba em número de usuários; conheça

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Olhar Digital

MeWe Facebook
Divulgação

MeWe cresce com polêmicas envolvendo o Facebook

Com foco na privacidade dos seus usuários e livre de propagandas, a rede social MeWe ganhou 2,5 milhões de usuários em uma semana. As políticas de privacidade invasivas, a falta de segurança cibernética e os recentes episódios de suspensão de milhares de contas após a  invasão do Capitólio foram alguns dos fatores que têm gerado uma migração massiva e recente do Facebook  a outras plataformas menos populares.

Desde o seu lançamento, em 2016, até outubro do ano passado, os números do MeWe revelam que o serviço ganhou mais 6 milhões de usuários, ultrapassando a marca dos 15 milhões.

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De acordo com o MeWe, isso se deve ao fato das pessoas procurarem uma “rede social que respeite seus usuários”. O objetivo da plataforma é aproveitar esse cenário positivo para tentar se tornar a rede social mais popular do momento.

Por enquanto, o principal desafio é trabalhar com uma infraestrutura capaz de suportar esse crescimento tão rápido sem apresentar falhas ou interrupções no serviço. Segundo os investidores da plataforma, o MeWe está pronto para receber novos usuários.

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Aplicativo mais baixado no Android

Vale destacar que o MeWe chegou a ocupar, na última sexta-feira (15), a primeira posição no ranking de aplicativos mais baixados da categoria ‘Social’ na Google Play Store .

O aplicativo, entretanto, acabou perdendo a liderança para o Signal e o Telegramduas alternativas que também vêm crescendo graças às novas políticas de privacidade e compartilhamento de dados do WhatsApp .

Com tradução para 20 línguas diferentes, a rede social também ocupou a primeira posição entre os aplicativos mais baixados em Hong Kong.

Além de gratuito, o MeWe também oferece um serviço premium dentro da plataforma por US$ 1.99 para páginas de negócios. Por fim, resta saber como as outras plataformas rivais, ainda dependentes do formato tradicional de anúncios e coleta de dados , vão responder à ameaça desse novo concorrente.

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