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WhatsApp libera uso em outros aparelhos sem celular conectado

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WhatsApp libera uso em múltiplos dispositivos
Unsplash/Alexander Shatov

WhatsApp libera uso em múltiplos dispositivos

O WhatsApp começou a liberar uma atualização que permite usar o mensageiro em outros dispositivos sem necessidade de ter um celular conectado à internet. Com a função, é possível acessar conversas no aplicativo para computador ou no WhatsApp Web mesmo que o seu smartphone esteja desligado — há um limite de quatro dispositivos conectados simultaneamente.

O recurso, prometido em julho, chegou primeiro ao WhatsApp Beta e agora desembarca em mais smartphones como uma atualização na versão estável do mensageiro. Ele pode ser visto na seção de aparelhos conectados do app.

Ao ativá-lo pela primeira vez em sua conta, o WhatsApp mostra uma notificação de que todos os dispositivos previamente logados serão desconectados, e você terá que realizar um novo login usando o código enviado para o celular. Posteriormente, o uso não depende mais de uma conexão com a internet no smartphone.

Vale ressaltar que a função altera o código de segurança do WhatsApp — portanto não se assuste ao receber a mensagem de que um amigo mudou seu código no aplicativo. Provavelmente você verá muitas dessas nos próximos dias.

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WhatsApp garante criptografia de ponta a ponta

Apesar da maior liberdade para uso do WhatsApp, o serviço garante que mantém a criptografia de ponta a ponta para proteger conversas em todos os aparelhos. A empresa precisou adaptar seu sistema de segurança para permitir o uso de múltiplos dispositivos sem a dependência da conexão com o smartphone.

Basicamente, agora cada aparelho tem um código próprio para identificação, e todos eles são vinculados à sua conta em uma lista de dispositivos no servidor.

Limitações do WhatsApp em aparelhos conectados

Apesar de liberar a função tão aguardada, o WhatsApp ainda tem algumas limitações no uso de múltiplos dispositivos. Uma delas é exclusiva para usuários de iPhone — não é possível limpar ou apagar conversas em aparelhos conectados caso o seu celular principal rode iOS.

Além disso, o WhatsApp não permite o uso de múltiplos dispositivos em tablets, e mensagens ou chamadas para contatos com versões muito antigas do mensageiro também são barradas.

Aparelhos conectados não podem ver localização em tempo real (você deve visualizá-la pelo smartphone) e nem criar ou visualizar listas de transmissão.

Recurso não dispensa completamente o celular

Por fim, é importante destacar: a novidade não dispensa completamente o uso de um celular. Você precisa de um smartphone como aparelho principal para confirmar seu número de telefone e conectar novos dispositivos. Caso o aplicativo não seja aberto no seu celular por mais de 14 dias, o WhatsApp vai desconectar automaticamente todos os outros aparelhos logados na sua conta.

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Claro, TIM, Vivo e Oi compartilham dados de forma ilícita, diz MPBA

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Claro, TIM, Vivo e Oi compartilham dados de clientes de forma ilícita, diz MPBA
Pedro Knoth

Claro, TIM, Vivo e Oi compartilham dados de clientes de forma ilícita, diz MPBA

O Ministério Público do Estado da Bahia (MPBA) ajuizou ações civis públicas contra Claro, Oi, TIM e Vivo por compartilhamento ilícito de dados de clientes. A partir desse “vazamento”, usuários começaram a receber ligações indesejadas e foram alvo de fraudes. De acordo com uma liminar na Justiça, as operadoras devem cancelar ligações indesejadas, especialmente se não houver interesse em contratar os serviços.

Ministério Público comprovou “vazamento”

A promotora Joseane Suzart, do MPBA, destaca que a investigação da Promotoria de Justiça comprovou o “vazamento de dados” da base da Claro, da Vivo, da TIM e da Oi. Na ação civil protocolada na Justiça, Suzart entrou com uma liminar para que as operadoras mantenham “as regras basilares” para o tratamento de dados segundo a LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados).

Claro, Oi, TIM e Vivo devem seguir o princípio de autorização do usuário para o compartilhamento de dados. A liminar obriga as operadoras a obterem o consentimento dos clientes antes de continuar com o tratamento de suas informações pessoais, a não ser em exceções previstas na LGPD.

As companhias só devem prosseguir com essa atividade caso os titulares concordem com o tratamento por meio de manifestação “livre, informada e inequívoca”. Outra exigência do Ministério Público feita às operadoras via liminar inclui a adoção de mais cuidados para que dados dos clientes não sejam compartilhados

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A partir da ordem do MPBA, as quatro empresas devem se abster de trocar dados pessoais de titulares com terceiros, e cancelar ligações reiteradas feitas a clientes ou não contratantes de seu serviço, principalmente àqueles que já informaram não ter interesse em adquirir um serviço de Claro, Vivo, Oi e TIM.

Lucas Braga, autor do Tecnoblog,  fez uma matéria na qual afirmou receber constantemente ligações indesejadas de telemarketing da Oi Fibra. O jornalista já tem seu número cadastrado na plataforma e mesmo assim continua recebendo ofertas de serviços; a operadora tem diversas reclamações parecidas no site Reclame Aqui .

Anatel: Oi, Vivo, TIM e Claro não vêm seguindo LGPD

Durante as investigações do MPBA, a Anatel (Agência Nacional das Telecomunicações) confirmou às autoridades que as quatro operadoras não vêm agindo de acordo com a LGPD.

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A agência também reconheceu que o compartilhamento ilícito de dados levou a “diversos danos” sofridos pelos clientes. A promotora Joseane Suzart, diante da conduta de Claro, TIM, Oi e Vivo, disse:

“Diante desta conduta ilícita, insistentes contatos telefônicos estão sendo gerados abusivamente, causando sérios prejuízos para os consumidores que ainda enfrentam as tentativas de fraudes encetadas”.

Em nota ao Tecnoblog, a Conexis Brasil Digital, que representa as quatro operadoras acionadas pelo Ministério Público, defendeu as empresas e alegou que Oi, TIM, Vivo e Claro possuem altos padrões de segurança e privacidade, monitorando seus sistemas para atender aos requisitos técnicos e legais no tratamento de dados.

A Conexis lidera o “Não Me Perturbe”, programa que bloqueia ligações de telemarketing e de bancos. Até o final de 2021, quase 10 milhões de pessoas haviam se cadastrado na plataforma, e as operadoras comemoraram o resultado. A Anatel, entretanto, diz que a iniciativa é insuficiente, e procura alternativas para substituí-la.

Claro, TIM, Vivo e Oi compartilham dados de clientes de forma ilícita, diz MPBA

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