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TikTok corre para se salvar antes de ser banido dos Estados Unidos

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TikTok pode ser vendido para investidores chineses


Zhang Yiming, criador do TikTok , está sob pressão para proteger o aplicativo do possível banimento nos Estados Unidos . De acordo com informações da Bloomberg, Chang recebeu diversas propostas para  vender o aplicativo para investidores norte-americanos. 


Por enquanto, o empresário resiste. O TikTok tem apostado em estratégias que não acarretem na venda do negócio mas que, ao mesmo tempo, passem mais confiaça para o governo Donald Trump , que  acusa o aplicativo de espionagem chinesa. 

Uma das medidas foi contratar um diretor-presidente norte-americano para o TikTok, além de sinalizar a criação de 10 mil empregos nos Estados Unidos. De acordo com a Bloomberg, porém, isso não é o suficiente para que Trump desista de tomar alguma medida em relação ao aplicativo antes das eleições deste ano, que acontecem em novembro.

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“Desde que anunciamos publicamente duas semanas atrás que estamos avaliando mudanças na estrutura corporativa dos negócios do TikTok, houve inúmeras sugestões feitas por pessoas externas que não estão envolvidas nas discussões internas da empresa”, disse o TikTok em comunicado. “Não comentamos boatos ou especulações. Estamos muito confiantes no sucesso a longo prazo do TikTok e divulgaremos nossos planos quando tivermos algo a anunciar.”

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Robôs ajudam a desafogar sistema de saúde na pandemia; saiba como

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Robôs ajudam durante a pandemia
Unsplash/Franck V

Robôs ajudam durante a pandemia

O uso de inteligência artificial por meio de robôs pode ajudar a fazer a triagem de pacientes para aliviar o sistema de saúde sobrecarregado durante a pandemia da Covid-19. Pesquisadores desenvolveram a Laura, uma assistente virtual capaz de identificar e interpretar informações de quem busca atendimento hospitalar.

O projeto é da Escola de Medicina da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR), Fundação Getulio Vargas (FGV) e Instituto Laura Fressatto. O algoritmo é capaz de descrever a gravidade da doença de um paciente a partir dos sintomas informados. Isso ajuda no direcionamento dessa pessoa para um profissional adequado, evitando tempo de triagem e encaminhamento.

Caso a pessoa seja identificada com sintomas leves, ela continua sendo monitorada pelo robô, sendo coletadas informações a cada três dias de seu estado de saúde. Caso haja uma piora, um enfermeiro entra em contato por meio de chamada de vídeo, para entender o quadro.

“O paciente entra em contato com a plataforma do robô Laura e digita algumas informações que o robô identifica e interpreta. O paciente tanto pode receber informações, como prevenção, vacinas e orientações sobre Covid-19, mas também pode descrever os sintomas [que está sentindo] para o algorítimo”, disse o médico Murilo Guedes, líder do estudo, à Agência Brasil.

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Robô capaz de ajudar na saúde

A pesquisa compilou atendimentos realizados na plataforma da Laura com 24,1 mil pessoas entre julho e outubro de 2020. As tiragens foram feitas em três cidades brasileiras: Curitiba (PR), São Bernardo do Campo (SP) e Catanduva (SP).

44,8% dos pacientes analisados foram classificados com sintomas leves de Covid-19, 33,6% dos casos foram considerados moderados e apenas 14,2% foram diagnosticados como casos graves da doença. Os resultados preliminares de viabilidade dessa tecnologia foram publicados no jornal Frontiers in Digital Health.

O estudo segue em andamento e os próximos passos envolvem analisar a segurança do robô para fazer diagnósticos de saúde. Isso é feito medindo a precisão das avaliações médicas fornecidas pela inteligência artificial. Outros testes com a tecnologia já estão sendo aplicados.

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“O que a gente ainda precisa fazer, daqui para a frente, é mostrar que a ferramenta tem eficácia na avaliação dela e que ela é segura. O grande objetivo aqui é otimização de recursos em saúde para desafogar as instituições de saúde”, finalizou Murilo.

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