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Presidente da Activision Blizzard deixa empresa em meio a processo por assédio

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J. Allen Brack
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J. Allen Brack

J. Allen Brack, presidente da Blizzard Entertainment, está deixando o cargo menos de duas semanas depois que uma investigação tornou pública diversas alegações explosivas de assédio moral, sexual e discriminação dentro da empresa . Jen Oneal e Mike Ybarra assumirão, em conjunto, o comando do estúdio.

“Ambos os novos líderes estão profundamente comprometidos com todos os nossos funcionários; para o trabalho à frente; para garantir que a Blizzard seja o local de trabalho mais seguro e acolhedor possível para mulheres e pessoas de qualquer gênero, etnia, orientação sexual ou histórico; para defender e reforçar nossos valores; e para reconstruir sua confiança. Com muitos anos de experiência no setor e profundo compromisso com a integridade e inclusão, Jen e Mike conduzirão a Blizzard com cuidado, compaixão e dedicação à excelência”, destacou o anúncio oficial da empresa, ainda apontando que os dois novos presidentes se pronunciarão ao público em breve.

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À imprensa, Brack enviou nota oficial afirmando que a nova liderança fornecerá à desenvolvedora de games o necessário para “realizar todo o trabalho em potencial e acelerar o ritmo das mudanças”. “Prevejo que eles farão isso com paixão e entusiasmo, e que serão confiáveis para liderar com os mais altos níveis de integridade e compromisso com os componentes de nossa cultura que tornam a Blizzard tão especial”, disse, sem citar em nenhum momento as polêmicas e o processo de assédio.

Em uma declaração separada, enviada aos investidores da Activision, Brack diz que está saindo para “buscar novas oportunidades”. Ele era presidente desde 2018, e está na empresa desde 2006, tendo trabalhado em empresas como Origin e SOE .

Vale lembrar que a saída do ex-presidente ocorre em meio a um período bastante crítico da Blizzard. A empresa, atualmente, está sendo processada pelo governo da Califórnia por denúncias de assédio e abuso sexual, e está sob investigação pelos próprios acionistas, que procuram por evidências de que tenha escondido informações sobre a ação legal.

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Metaverso: Facebook vai contratar 10 mil pessoas para criar ambiente virtual

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Mark Zuckerberg aposta em Facebook com um “metaverso” e realidade virtual
Pedro Knoth

Mark Zuckerberg aposta em Facebook com um “metaverso” e realidade virtual

O Facebook informou que criará 10 mil novos cargos de alta qualificação na Europa nos próximos cinco anos, como parte do esforço do gigante da mídia social para  desenvolver um metaverso.

Em julho, o fundador e presidente-executivo da companhia, Mark Zuckerberg, começou a defender agressivamente o metaverso como uma visão para o futuro do Facebook e de toda a internet, onde os consumidores não apenas acessariam as plataformas da empresa, mas viveriam, trabalhariam e se divertiriam em seu mundo digital.

Os executivos do Facebook disseram que a iniciativa é um voto de confiança no setor de tecnologia da Europa e que eles querem ver a conclusão de um mercado único digital e estabilidade nos fluxos de dados internacionais.

O Reino Unido, porém, ficará de fora da iniciativa, devido ao Brexit, que marcou a separação dos britânicos da União Europeia. Os mercados-alvo para a contratação incluem a República da Irlanda, que ao contrário da Irlanda do Norte continua fazendo parte da UE, bem como Alemanha, França, Itália, Espanha, Polônia e Holanda.

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“Estamos ansiosos para trabalhar com governos em toda a União Europeia para encontrar as pessoas certas e os mercados certos para levar isso adiante, como parte de uma campanha de recrutamento em toda a região”, disseram os diretores no comunicado.

O termo “metaverso”, cunhado no romance distópico de 1992 “Snow Crash”, é usado para descrever espaços compartilhados imersivos acessados por meio de diferentes plataformas, onde o físico e o digital convergem. Zuckerberg o descreve como uma “internet incorporada”.

Em julho, a empresa informou que estava criando uma equipe de produto para trabalhar no “metaverso”, o Facebook Reality Labs. O termo também tem sido mencionado por executivos de outras empresas do Vale do Silício.

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