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Metade das crianças brasileiras tem celular próprio; número cresceu na pandemia

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Presença de crianças na internet aumenta na pandemia
Unsplash/McKaela Lee

Presença de crianças na internet aumenta na pandemia

Em famílias cujos pais têm celulares, 49% das crianças brasileiras de até 12 anos possuem um smartphone próprio, de acordo com a pesquisa Panorama Mobile Time/Opinion Box divulgada nesta sexta-feira (29). Há um ano, a taxa era de 44%.

Na análise por faixa etária, o maior crescimento se deu entre crianças de 7 a 9 anos. Em 2020, 52% possuíam smartphone próprio; agora, são 59%.

Desde muito cedo, porém, os brasileiros dão celulares para os filhos. Entre as crianças com menos de 3 anos, 12% já têm smartphone próprio; entre 4 e 6 anos, são 33%; entre 7 e 9, 59%; e entre 10 e 12, 79%.

Pesquisa Panorama Mobile Time/Opinion Box
Reprodução

Pesquisa Panorama Mobile Time/Opinion Box

Entre todas as faixas etárias, 50% dos pais acreditam que o uso do smartphone pelos filhos aumentou muito durante a pandemia. Além disso, 59% dos pais acreditam que seus filhos passam mais tempo do que deveriam na tela do celular.

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65% dos pais afirmam que restringem o tempo de uso do celular pelos pequenos. Essa taxa caiu em relação ao ano passado, quando 72% dos pais limitavam.

A pesquisa ainda avaliou os aplicativos mais usados por crianças no Brasil. O YouTube é o campeão, com 72% dos pequenos utilizando. Em seguida, vem o WhatsApp (52%), TikTok (45%) e Netflix (43%).

“Mas o aplicativo com maior crescimento no intervalo de um ano foi o TikTok. Na pesquisa anterior ele era usado por 36% das crianças com acesso a smartphone e agora atingiu 45%, conquistando o terceiro lugar e superando o Netflix, que caiu de 46% para 43%. O maior avanço do TikTok aconteceu na faixa etária de 7 a 9 anos, na qual a proporção de uso passou de 39% para 52%, um aumento de 13 pontos percentuais”, diz o relatório.

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Claro, TIM, Vivo e Oi compartilham dados de forma ilícita, diz MPBA

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Claro, TIM, Vivo e Oi compartilham dados de clientes de forma ilícita, diz MPBA
Pedro Knoth

Claro, TIM, Vivo e Oi compartilham dados de clientes de forma ilícita, diz MPBA

O Ministério Público do Estado da Bahia (MPBA) ajuizou ações civis públicas contra Claro, Oi, TIM e Vivo por compartilhamento ilícito de dados de clientes. A partir desse “vazamento”, usuários começaram a receber ligações indesejadas e foram alvo de fraudes. De acordo com uma liminar na Justiça, as operadoras devem cancelar ligações indesejadas, especialmente se não houver interesse em contratar os serviços.

Ministério Público comprovou “vazamento”

A promotora Joseane Suzart, do MPBA, destaca que a investigação da Promotoria de Justiça comprovou o “vazamento de dados” da base da Claro, da Vivo, da TIM e da Oi. Na ação civil protocolada na Justiça, Suzart entrou com uma liminar para que as operadoras mantenham “as regras basilares” para o tratamento de dados segundo a LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados).

Claro, Oi, TIM e Vivo devem seguir o princípio de autorização do usuário para o compartilhamento de dados. A liminar obriga as operadoras a obterem o consentimento dos clientes antes de continuar com o tratamento de suas informações pessoais, a não ser em exceções previstas na LGPD.

As companhias só devem prosseguir com essa atividade caso os titulares concordem com o tratamento por meio de manifestação “livre, informada e inequívoca”. Outra exigência do Ministério Público feita às operadoras via liminar inclui a adoção de mais cuidados para que dados dos clientes não sejam compartilhados

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A partir da ordem do MPBA, as quatro empresas devem se abster de trocar dados pessoais de titulares com terceiros, e cancelar ligações reiteradas feitas a clientes ou não contratantes de seu serviço, principalmente àqueles que já informaram não ter interesse em adquirir um serviço de Claro, Vivo, Oi e TIM.

Lucas Braga, autor do Tecnoblog,  fez uma matéria na qual afirmou receber constantemente ligações indesejadas de telemarketing da Oi Fibra. O jornalista já tem seu número cadastrado na plataforma e mesmo assim continua recebendo ofertas de serviços; a operadora tem diversas reclamações parecidas no site Reclame Aqui .

Anatel: Oi, Vivo, TIM e Claro não vêm seguindo LGPD

Durante as investigações do MPBA, a Anatel (Agência Nacional das Telecomunicações) confirmou às autoridades que as quatro operadoras não vêm agindo de acordo com a LGPD.

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A agência também reconheceu que o compartilhamento ilícito de dados levou a “diversos danos” sofridos pelos clientes. A promotora Joseane Suzart, diante da conduta de Claro, TIM, Oi e Vivo, disse:

“Diante desta conduta ilícita, insistentes contatos telefônicos estão sendo gerados abusivamente, causando sérios prejuízos para os consumidores que ainda enfrentam as tentativas de fraudes encetadas”.

Em nota ao Tecnoblog, a Conexis Brasil Digital, que representa as quatro operadoras acionadas pelo Ministério Público, defendeu as empresas e alegou que Oi, TIM, Vivo e Claro possuem altos padrões de segurança e privacidade, monitorando seus sistemas para atender aos requisitos técnicos e legais no tratamento de dados.

A Conexis lidera o “Não Me Perturbe”, programa que bloqueia ligações de telemarketing e de bancos. Até o final de 2021, quase 10 milhões de pessoas haviam se cadastrado na plataforma, e as operadoras comemoraram o resultado. A Anatel, entretanto, diz que a iniciativa é insuficiente, e procura alternativas para substituí-la.

Claro, TIM, Vivo e Oi compartilham dados de clientes de forma ilícita, diz MPBA

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