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Hackers podem invadir seu Google Chrome; veja como corrigir

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Google Chrome
Unsplash/Nathana Rebouças

Google Chrome ganha atualização

O Google liberou, nesta terça-feira (3), uma atualização para seu navegador, o Chrome . O pacote traz correções para falhas que vinham sendo exploradas por hackers .

Na versão do Chrome para computador , a falha permite que cibercriminosos executem códigos remotamente e, assim, tomem o controle da máquina sem que a vítima perceba.

Já no Android , o erro permite que hackers interfiram em camadas profundas do navegador, atingindo os usuários.

As atualizações foram divulgadas por Ben Hawkes, líder do Project Zero , iniciativa do Google para detectar falhas em sistemas. O especialista, porém, não deu mais detalhes sobre os bugs.

Como se proteger

Para ter seu Google Chrome protegido tanto no celular quanto no computador, basta apenas atualizá-lo. No caso do Android , é preciso fazer isso na Play Store , procurando pelo aplicativo do Google Chrome e checando se ele está atualizado.

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Já no computador, a atualização costuma acontecer a cada vez que o navegador é fechado. Para ter certeza disso, porém, é só seguir os seguintes passos:

  • Abra o Google Chrome;
  • No canto direito superior, clique nos três pontinhos;
  • Vá em “Mais”;
  • Se houver o botão “Atualizar o Google Chrome”, clique nele e, depois, em “Reiniciar”. Se o botão não estiver disponível, seu navegador já está atualizado.

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TECNOLOGIA

Robôs ajudam a desafogar sistema de saúde na pandemia; saiba como

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Robôs ajudam durante a pandemia
Unsplash/Franck V

Robôs ajudam durante a pandemia

O uso de inteligência artificial por meio de robôs pode ajudar a fazer a triagem de pacientes para aliviar o sistema de saúde sobrecarregado durante a pandemia da Covid-19. Pesquisadores desenvolveram a Laura, uma assistente virtual capaz de identificar e interpretar informações de quem busca atendimento hospitalar.

O projeto é da Escola de Medicina da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR), Fundação Getulio Vargas (FGV) e Instituto Laura Fressatto. O algoritmo é capaz de descrever a gravidade da doença de um paciente a partir dos sintomas informados. Isso ajuda no direcionamento dessa pessoa para um profissional adequado, evitando tempo de triagem e encaminhamento.

Caso a pessoa seja identificada com sintomas leves, ela continua sendo monitorada pelo robô, sendo coletadas informações a cada três dias de seu estado de saúde. Caso haja uma piora, um enfermeiro entra em contato por meio de chamada de vídeo, para entender o quadro.

“O paciente entra em contato com a plataforma do robô Laura e digita algumas informações que o robô identifica e interpreta. O paciente tanto pode receber informações, como prevenção, vacinas e orientações sobre Covid-19, mas também pode descrever os sintomas [que está sentindo] para o algorítimo”, disse o médico Murilo Guedes, líder do estudo, à Agência Brasil.

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Robô capaz de ajudar na saúde

A pesquisa compilou atendimentos realizados na plataforma da Laura com 24,1 mil pessoas entre julho e outubro de 2020. As tiragens foram feitas em três cidades brasileiras: Curitiba (PR), São Bernardo do Campo (SP) e Catanduva (SP).

44,8% dos pacientes analisados foram classificados com sintomas leves de Covid-19, 33,6% dos casos foram considerados moderados e apenas 14,2% foram diagnosticados como casos graves da doença. Os resultados preliminares de viabilidade dessa tecnologia foram publicados no jornal Frontiers in Digital Health.

O estudo segue em andamento e os próximos passos envolvem analisar a segurança do robô para fazer diagnósticos de saúde. Isso é feito medindo a precisão das avaliações médicas fornecidas pela inteligência artificial. Outros testes com a tecnologia já estão sendo aplicados.

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“O que a gente ainda precisa fazer, daqui para a frente, é mostrar que a ferramenta tem eficácia na avaliação dela e que ela é segura. O grande objetivo aqui é otimização de recursos em saúde para desafogar as instituições de saúde”, finalizou Murilo.

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