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CUIDADO DOBRADO

Fuja de golpes online na Black Friday: saiba como identificar um boleto falso

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A Black Friday deste ano, marcada para a próxima sexta-feira (27), deve ser a mais digital de todos os tempos . De acordo com a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico, as vendas online devem crescer 77% em relação ao evento do ano passado. E mais gente comprando na internet significa, também, mais gente vulnerável a cair em golpes online .

Boa parte desses golpes  acontece na forma de pagamento. Dos R$ 1,3 bilhão em compras online que a antifraude Konduto analisou durante a Black Friday de 2019, mais de R$ 31 milhões eram de origem fraudulenta.

E na hora de aplicar golpes desse tipo, o foco dos cibercriminosos costuma ser os boletos . Geralmente, os golpistas criam sites falsos e enviam boletos faudulentos para os clientes – se eles realizam o pagamento, o dinheiro é roubado.

Por que os boletos são perigosos?

Um dos motivos pelos quais os boletos são grandes alvos de fraude  é a impossibilidade de estorno, permitido pelo cartão de crédito , por exemplo. Além disso, para ter para ter a opção de pagamento em cartão, as lojas digitais passam por vários requisitos de segurança , o que aumenta a credibilidade – e, justamente por isso, as lojas falsas oferecem apenas o boleto como forma de concluir a suposta compra.

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A primeira dica para evitar cair em golpes financeiros, portanto, é justamente essa: evitar lojas que tenham o boleto como única forma de pagamento, e sempre preferir usar o cartão.

“O boleto bancário é o segundo método de pagamento mais utilizado no Brasil e, diferente dos cartões de crédito, é uma alternativa que não permite estornos. Os consumidores devem evitar, ao máximo, lojistas que tenham a intenção de finalizar a compra em aplicativos de conversas, na tentativa de convencê-lo a realizar uma transferência bancária com um super desconto. Com a chegada do Pix é preciso redobrar a atenção, uma vez que o pagamento é instantâneo e o dinheiro não tem volta”, afirma Ralf Germer, CEO e cofundador da PagBrasil, fintech brasileira de processamento de pagamentos para e-commerce.

Como evitar cair no golpe do boleto falso

Se você optar por fazer compras em boleto nessa Black Friday , é preciso se atentar a algumas questões. Boletos fraudados podem ser nomeados para outra empresa diferente da que foi realizada a compra ou podem ter o valor alterado, fazendo o cliente pagar mais caro do que o preço do produto. Confira as dicas para identificar um boleto falso:

  • Confira se os dados (nome e CNPJ) do beneficiário do boleto são os mesmos da loja online ou processadora de pagamentos utilizada pelo e-commerce em questão;
  • Confira se os dados do pagador são os seus;
  • Olhe os últimos dígitos do código de barras do boleto, porque ele se refere ao valor do documento. Se sua compra foi de R$ 543,21, por exemplo, os últimos dígitos do boleto devem ser 54321 – se não forem, é melhor não realizar o pagamento;
  • Veja se o código de barras está nítido. “O consumidor deve se atentar ao código de barras: ele representa a sequência de números do próprio boleto. Caso este campo esteja danificado ou com algum indício de violação, o cliente é ‘obrigado’ a digitar a sequência numérica, que pode ter sido alterada”, alerta Tom Canabarro, CEO e cofundador da Konduto.
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Facebook e Instagram vão remover fake news sobre vacinas da COVID-19

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Victor Hugo Silva

Facebook e Instagram vão remover fake news sobre vacinas da COVID-19

O avanço de alguns países  rumo a campanhas de vacinação contra a COVID-19 levou o Facebook a anunciar ações que serão tomadas sobre fake news relacionadas ao tema. A empresa afirmou que, nas próximas semanas, começará a remover posts com alegações falsas sobre vacinas. A medida também vale para o Instagram.

Em comunicado, o Facebook afirmou que a decisão de remover fake news sobre o novo coronavírus faz parte de sua política de impedir a desinformação que pode causar danos físicos aos usuários . Com o anúncio, a companhia promete excluir afirmações falsas sobre segurança, eficácia, componentes e efeitos colaterais das vacinas.

Isso inclui as acusações falsas de que as vacinas seriam usadas para implantar microchips na população ou de que teriam componentes que não são listados oficialmente. Os posts também serão removidos se promoverem teorias da conspiração sabidamente falsas como a de pessoas que estariam sendo usadas sem seu consentimento para testes da eficácia das vacinas.

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O Facebook informou ainda que, mesmo depois de implementar as medidas, vai receber a orientação de autoridades de saúde pública para continuar atualizando a lista de afirmações que serão removidas à medida em que novos fatos sobre a COVID-19 forem descobertos.

Facebook combate fake news com Google e Twitter

Este não é o primeiro posicionamento do Facebook para combater as fake news sobre vacinas. Em novembro, a empresa se uniu com Google e Twitter , além de agências de checagem de fatos e órgãos governamentais, em uma iniciativa para combater a desinformação relacionada a este assunto.

Organizada pela Full Fact , entidade que atua contra informações falsas, a ação pretende se antecipar a uma onda de fake news em meio ao avanço do desenvolvimento das vacinas contra o novo coronavírus. O Facebook já proíbe anúncios com discurso anti-vacina e o YouTube exibe avisos com fatos sobre vacinas da COVID-19.

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