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Facebook pede opinião dos usuários para ‘calibrar’ algoritmo do feed

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Facebook testa novo recurso no feed de notícias
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Facebook testa novo recurso no feed de notícias

Já faz tempo que o Facebook está lançando novas iniciativas para reorganizar o feed notícias . Agora, a plataforma está pedindo a colaboração dos usuários para entender o que as pessoas querem que seja exibido.

A plataforma lançou uma pesquisa para ver quais tipos de conteúdo seu público está mais interessado em ver. A ideia é montar um perfil dos usuários, seus amigos e o local onde vivem para analisar as postagens que são exibidas ali.

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A iniciativa “Worth Your Time” (algo como “vale o seu tempo”) foi lançada em 2019, e tinha como objetivo descobrir o tipo de interesse de quem usava a rede social. Agora, novas perguntas vão ser feitas dentro do feed , em postagens específicas. Basicamente é uma forma de reagir ao conteúdo do Facebook , mas diferente dos botões tradicionais, aqui podem ser feitas perguntas mais específicas sobre a publicação.

Facebook e o feed

Um exemplo usado pelo Facebook é um post sobre a colaboração e o trabalho em equipe. Ainda no feed notícias, aparece: “quão inspirador esse post foi?” e um ranking para classificar. “Vamos incorporar suas respostas como um sinal na classificação do Feed de notícias, com o objetivo de mostrar às pessoas postagens mais inspiradoras mais perto do topo de seu Feed de notícias”, explicou a plataforma.

“No geral, esperamos mostrar mais conteúdo que as pessoas desejam ver e achar valioso, e menos do que não desejam. Embora o envolvimento continue a ser um dos muitos tipos de sinais que usamos para classificar as postagens no Feed de notícias do Facebook, acreditamos que esses insights adicionais podem fornecer uma imagem mais completa do conteúdo que as pessoas consideram valioso e compartilharemos mais à medida que aprendermos com eles testes”, finaliza. Os testes devem ser exibidos para alguns usuários específicos pelo mundo.

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Diagramas vazados de novo Macbook podem comprometer Apple; entenda

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Diagramas vazados de novo Macbook devem ajudar consertos por assistências independentes
Rafael Arbulu

Diagramas vazados de novo Macbook devem ajudar consertos por assistências independentes

Um grupo hacker conhecido como “REvil” conseguiu, em abrll, roubar diagramas de um novo Macbook , o laptop vendido pela Apple, pedindo à empresa por um resgate de US$ 50 milhões (R$ 263,6 milhões na conversão direta) ou ela arriscaria ver o material vazado na internet.

A Apple não pagou e, fiel à ameaça, o grupo especializado em ataques de ransomware divulgou alguns materiais roubados. Embora a ação não traga nenhum benefício aos concorrentes da empresa de Cupertino, ele deve beneficiar outro grupo que, ocasionalmente, se vê em combates com ela: as assistências técnicas independentes. 

A premissa é a de que os diagramas (datados de março de 2021, o que confirma que eles se referem a um produto ainda não lançado), da forma como estão, não teriam nenhuma utilidade em ajudar, por exemplo, uma empresa concorrente a construir a sua “versão” de um Macbook.

Mas especialistas em reparos de computadores e dispositivos da Apple, ouvidos pela VICE americana, dizem que as informações postadas configuram, para eles, um “tesouro”: “Nosso negócio depende de coisas como esse vazamento”, disse Louis Rossmann, dono do grupo Rossmann Repair, especializado no conserto de placas mãe e outros componentes lógicos computadorizados. “Isso vai me ajudar a recuperar os dados [supostamente perdidos] de alguém. Alguém vai recuperar suas informações por causa disso”.

O que Rossmann se refere é a dificuldade de conserto de placas lógicas de computadores – especialmente, computadores da Apple. Os diagramas dos Macbooks mostram os meandros e funcionamentos das ditas placas, o que é um diferencial para reparadores independentes. Ainda que consertos comuns, como a troca de uma bateria ou da tela, sejam simples de serem conduzidos, até mesmo especialistas patrocinados pela “Maçã” têm dificuldade em trabalhar com danos mais aprofundados – isso, quando conseguem fazê-lo.

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“Não dá para você simplesmente chegar [em uma loja] na Apple e dizer ‘Eu te dou R$ 4 bilhões para me devolver esses dados”, disse Rossmann. “Mas quando nós consertamos a placa, nós podemos preservar essas informações”.

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Componentes do Macbook, como o processador M1, não necessariamente trazem segredos comerciais, mas mesmo assim são protegidos por leis de direitos autorais. Imagem: Nanain/ Shutterstock

Da forma como são hoje, os diagramas dos Macbooks (ou de qualquer outro computador, aliás) são propriedade intelectual fechada e, consequentemente, o seu compartilhamento sem a permissão dos donos é uma atividade ilegal. Assistências técnicas independentes, por isso, fazem uso de materiais vazados ao compartilhá-los em mídias físicas, como pendrives ou CDs. Para eles, não há falha ética nisso pois tais documentos deveriam ser abertos. E eles não estão sozinhos.

Legisladores norte-americanos vêm há anos tentando reverter o secretismo que gira em torno desse tipo de propriedade, argumentando que o reparo é um direito irrestrito do consumidor e, portanto, desde smartphones até aviões, tais diagramas deveriam ser públicos. Legalmente, a Apple não tem nenhuma obrigação de compartilhar diagramas do Macbook ou de qualquer outro produto, então a empresa simplesmente “escolhe” não fazê-lo.

Contra a Apple, há ainda o fato de que, mesmo que protegidas por direitos de propriedade, os diagramas do Macbook não revelam segredos de indústria ou intenções comerciais. Logo, não podem ser explorados por suas concorrentes. Literalmente, são documentações técnicas sem nenhum tipo de referência a conteúdos protegidos.

“Eu não estou dizendo que sou a favor das pessoas hackearem computadores para obterem essa informação”, complementou Rossmann. “Mas eu preferiria ir à Apple e pagar mil dólares todo ano para obtê-la”.

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“A ideia de que há algum trabalho criativo na forma como essas linhas são desenhadas é meio ridícula, mas essa é a regra [hoje]”, disse Gay Gordon-Byrne, diretor executivo da Associação de Assistências Técnicas. “Com diagramas em mãos, você não pode construir um smartphone ou um Macbook. Ele é, basicamente, um guia de como conectar essa parte com aquela parte. Você não sabe o que são as partes ou o que elas fazem. Você apenas percebe que elas se conectam”.

O benefício de um vazamento como esse, segundo os entrevistados, é o de que experts poderão fazer a engenharia reversa para entender como as partes de um Macbook conversam entre si. Hoje, os processos são conduzidos por tentativa e erro, um aprendizado que pode levar anos e cujos resultados são imprevisíveis.

Para simplificar: imagine um carro, com todos os seus componentes. Um motorista quer que você, especialista, explique para ele a relação entre pistões, motores, combustíveis e velas de ignição. Você poderia desmontar um carro e mostrar componente por componente – ou mostrar para ele um diagrama que estabeleça essa relação de forma didática.

No caso dos diagramas do Macbook, ainda há um outro argumento contra a Apple: a empresa praticamente não muda a tecnologia entre as gerações dos aparelhos. “A Apple age como se eles não estivessem usando os mesmos circuitos há anos”, disse Justin Ashford, youtuber dono do canal Art of Repair, um dos mais acessados por entusiastas do mercado. “Tem tanta coisa que é idêntica de, por exemplo, telefone para telefone, que elas estão trocando de lugar. Toda essa conversa sobre ‘segredos comerciais’ é um monte de m****”.

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