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Facebook Pay chega ao Brasil; saiba como enviar dinheiro pela rede social

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Facebook Pay chega ao Brasil
Unsplash/Brett Jordan

Facebook Pay chega ao Brasil

Lançado em 2019, o Facebook Pay é um serviço que permite pagamentos, doações e transferências de dinheiro. Nesta quinta-feira (22), a ferramenta passa a funcionar no Brasil , de forma restrita à rede social principal da empresa. Em breve, também estará disponível para Instagram , Messenger e WhatsApp .

“Lançamos o Facebook Pay em um pequeno conjunto de países e aplicativos primeiro, com a intenção de levá-lo para mais pessoas no futuro”, informa o comunicado oficial de lançamento.

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Enquanto a ferramenta funciona apenas no Facebook, o cliente deve ser usuário da rede social para acessá-la. Futuramente, quando estiver disponível para os demais aplicativos da empresa, não será necessário ter uma conta do Facebook. O Facebook Pay poderá ser configurado diretamente dentro de cada um. Para começar a usar o recurso no Facebook, basta seguir algumas etapas:

  • Acesse o Facebook > “Configurações” > “Facebook Pay” e adicione sua forma de pagamento preferida, entre cartão de crédito, cartão de débito ou PayPal (as opções variam de acordo com o produto);
  • Em seguida, conclua as configurações de pagamento.
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Medidas de segurança e proteção de dados

Uma vez inseridas as informações do cartão de pagamento ou conta bancária, o cliente pode comprar, enviar dinheiro ou fazer doações dentro do aplicativo . Para garantir a proteção de dados e segurança das operações, o usuário adiciona um PIN ou pode habilitar a biometria. Pelo Facebook Pay, também é possível consultar o histórico de transações, gerenciar informações de pagamento e acessar o suporte ao cliente.

Além da senha e biometria, entre as medidas de segurança oferecidas estão também:

  • Tecnologia antifraude para monitorar compras e detectar atividades não autorizadas;
  • Criptografia e armazenamento avançado de dados para informações sobre contas bancárias;
  • Cartões de pagamento e notificações em casos de atividades incomuns detectadas.

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Google vai estruturar novo centro de dados no Uruguai

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Google adquire estrutura no Uruguai para criação de novo centro de dados
Rafael Arbulu

Google adquire estrutura no Uruguai para criação de novo centro de dados

O Google anunciou a aquisição de um prédio na cidade de Canelones, Uruguai, para inaugurar um novo centro de dados na América Latina. A compra foi feita por meio de uma subsidiária da empresa de Mountain View, chamada Eleanor Applications SRL .

De acordo com declaração dada pelo governador de Canelones, Yamandú Orsi, o projeto já vinha sendo discutido entre o Google e autoridades do Uruguai, e o novo centro de dados ficará instalado no Parque de las Ciencias: “Desde 2019 que as partes interessadas conversaram conosco. Nós nos movemos para que alguns órgãos públicos pudessem apoiar o empreendimento. Mantivemos o caso reservado até agora”.

Segundo seu site oficial, o Google já tem um centro de dados localizado em Quilicura, no Chile, tornando este o segundo projeto da empresa no gênero. “É um marco importante neste processo e reforça o compromisso do Google com o Uruguai e a América Latina e o desenvolvimento do ecossistema tecnológico local”, disse a empresa. “Estamos muito entusiasmados em poder aumentar nossa presença no Uruguai. Embora as perspectivas para o projeto sejam animadoras, ainda há várias etapas a serem superadas antes que possamos confirmar a construção do centro de infraestrutura”.

A notícia vem em meio a recentes divulgações do Google, que confirmou uma parceria com a SpaceX, de Elon Musk, para a oferta de conexão à internet via satélite, ao mesmo tempo em que informou, em março, que o Google Cloud – seu guarda-chuva de produtos ambientados em nuvem – já opera no Brasil com 90% de energia limpa no Brasil.

A notícia serve como uma rebatida a um recente levantamento do Gartner, que afirma que a América Latina deve ser a última parte do mundo a se recuperar dos impactos da pandemia da Covid-19, no que tange a investimentos em tecnologia. No fim de abril, o instituto de pesquisa disse que o bloco voltará ao patamar anterior à crise sanitária apenas em 2024.

Da região, o Brasil é o maior mercado de TI e comunicações e tem a confiança de empresários em alta: de acordo com o IDC, 50% das empresas estão com planos de ampliar os gastos em 2021, ainda segundo a consultoria.

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