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É golpe! Semana do Brasil se torna alvo de criminosos; saiba como se proteger

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Compras online podem ser um risco para os usuários

A Semana do Brasil nem bem começou e cibercriminosos já estão se aproveitando dela para aplicar golpes . O evento, que começa nesta terça-feira (3) e vai até o dia 13 de setembro, é uma parceria entre governo federal varejistas de todo o Brasil, e dá descontos em produtos de todos os tipos. Em sua segunda edição, o evento é conhecido como a Black Friday brasileira. 

Em meio a tantas promoções , porém, criminosos encontram espaço para aplicar golpes. A empresa de cibersegurança Kaspersky alerta que já identificou publicações que se passam por promoções para roubar dados dos usuários. 

Um deles aparece para os internautas em um post patrocinado no Facebook . Se passando pelas Americanas , a oferta de uma televisão 4K por menos de R$600 leva o usuário para uma página de phishing . Lá, em uma suposta compra, a vítima fornece dados privados aos criminosos, incluindo o número do cartão de crédito.

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“O cibercrime brasileiro está sempre atento a datas especiais para lançar os seus ataques. Então, é importante que o usuário tenha consciência de que nem tudo que é oferecido na internet – mesmo em redes sociais confiáveis, como o Facebook – é verdadeiro”, explica Claudio Martinelli, diretor-general da Kaspersky para a América Latina.

O executivo ainda alerta para os pagamentos em boletos que, diferentemente dos cartões, não permitem estorno. Muitos hackers utilizam o pagamento em boleto para aplicar golpes digitais.

“Desconfie de preços absurdos, não acredite em ‘lojas’ que só aceitam pagamento em boleto, não clique em anúncios que redirecionam para sites cujo nome é diferente do legitimo e não compartilhe estes anúncios”, aconselha Martinelli.

Como se proteger de golpes na Semana do Brasil

Para se proteger de golpes e realizar suas compras online com tranquilidade, é importante estar atento nas seguintes dicas:

  • Suspeite de promoções boas demais;
  • Suspeite de links recebidos no WhatsApp, SMS, e-mail ou redes sociais, principalmente se o endereço parecer suspeito;
  • Sempre cheque o site antes de clicar, tendo certeza de que ele é o oficial da marca que diz ser. É importante checar todos os caracteres antes de realizar uma compra;
  • Verifique se a promoção é verdadeira acessando o site oficial da empresa ou seus perfis nas redes sociais;
  • Se não tiver certeza da segurança do site, não insira seus dados pessoais.
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Robôs ajudam a desafogar sistema de saúde na pandemia; saiba como

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Robôs ajudam durante a pandemia
Unsplash/Franck V

Robôs ajudam durante a pandemia

O uso de inteligência artificial por meio de robôs pode ajudar a fazer a triagem de pacientes para aliviar o sistema de saúde sobrecarregado durante a pandemia da Covid-19. Pesquisadores desenvolveram a Laura, uma assistente virtual capaz de identificar e interpretar informações de quem busca atendimento hospitalar.

O projeto é da Escola de Medicina da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR), Fundação Getulio Vargas (FGV) e Instituto Laura Fressatto. O algoritmo é capaz de descrever a gravidade da doença de um paciente a partir dos sintomas informados. Isso ajuda no direcionamento dessa pessoa para um profissional adequado, evitando tempo de triagem e encaminhamento.

Caso a pessoa seja identificada com sintomas leves, ela continua sendo monitorada pelo robô, sendo coletadas informações a cada três dias de seu estado de saúde. Caso haja uma piora, um enfermeiro entra em contato por meio de chamada de vídeo, para entender o quadro.

“O paciente entra em contato com a plataforma do robô Laura e digita algumas informações que o robô identifica e interpreta. O paciente tanto pode receber informações, como prevenção, vacinas e orientações sobre Covid-19, mas também pode descrever os sintomas [que está sentindo] para o algorítimo”, disse o médico Murilo Guedes, líder do estudo, à Agência Brasil.

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Robô capaz de ajudar na saúde

A pesquisa compilou atendimentos realizados na plataforma da Laura com 24,1 mil pessoas entre julho e outubro de 2020. As tiragens foram feitas em três cidades brasileiras: Curitiba (PR), São Bernardo do Campo (SP) e Catanduva (SP).

44,8% dos pacientes analisados foram classificados com sintomas leves de Covid-19, 33,6% dos casos foram considerados moderados e apenas 14,2% foram diagnosticados como casos graves da doença. Os resultados preliminares de viabilidade dessa tecnologia foram publicados no jornal Frontiers in Digital Health.

O estudo segue em andamento e os próximos passos envolvem analisar a segurança do robô para fazer diagnósticos de saúde. Isso é feito medindo a precisão das avaliações médicas fornecidas pela inteligência artificial. Outros testes com a tecnologia já estão sendo aplicados.

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“O que a gente ainda precisa fazer, daqui para a frente, é mostrar que a ferramenta tem eficácia na avaliação dela e que ela é segura. O grande objetivo aqui é otimização de recursos em saúde para desafogar as instituições de saúde”, finalizou Murilo.

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