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Bolsonaro é transformado em ativo digital e negociado a R$ 1,22

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 Bolsonaro ganha NFT criado por apoiadores
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Bolsonaro ganha NFT criado por apoiadores

Apoiadores do presidente Jair Bolsonaro criaram um NFT em sua homenagem, chamado de Bolsonaro Coin (BSN22). Lançado há duas semanas, o token é negociado na exchange de criptomoedas NFXTrade e na plataforma Pancakeswap.

De acordo com os desenvolvedores do NFT , que não se identificaram, a ideia do ativo digital é “mostrar a força dos simpatizanetes” de Bolsonaro e apoiar instituições de ajuda humanitária. “A procura pelo BSN22 foi muito maior do que a esperada, o que mostra que o projeto foi muito bem aceito. Tivemos que intervir para manter o preço do token, buscando uma valorização cadenciada, saudável e auto sustentável, evitando assim, dumps no preço”, afirmaram os desenvolvedores do BSN22 em nota à imprensa.

Segundo o site oficial do projeto, 75% das unidades de Bolsonaro Coin serão separadas para que o próprio presidente escolha seu destino, “desde que os indicados sejam entidades com fins sociais e/ou de ajuda humanitária”. Os outros 25% do lucro irão para apoiadores de Bolsonaro, como youtubers e influenciadores digitais bolsonaristas.

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O que é NFT

Apesar de ser chamar Bolsonaro Coin , a novidade não é uma criptomoeda , mas sim um NFT. NFT é a sigla para Non-Fungible Token ou, em português, token não-fungível. Um token é um registro de um ativo em formato digital . Já um item não-fungível é algo único, que não pode ser substituído. 

No caso do Bolsonaro Coin , existem 60 milhões de unidades que podem ser “colecionadas”, afirma o Tecnoblog. Apesar do número ser grande para se pensar em algo único, o ativo digital não é uma criptomoeda pois não é usado para transações. Apesar disso, ele pode ser comrpado, vendido e trocado por outras moedas digitais ou por dinheiro.

Quanto vale o Bolsonaro Coin?

No momento da publicação desta matéria, o BSN22  é negociado a 0.00000650 bitcoin na NFXTrade. Isso equivale a R$ 1,22 na cotação atual do bitcoin . De acordo com a exchange, o valor do NFT teve queda de 0,31% nas últimas 24 horas. O preço varia de acordo com o interesse dos compradores: se a procura aumentar, o preço também sobe. Até o momento, segundo o BscScan, apenas 115 carteiras digitais possuem o Bolsonaro Coin .

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Claro, TIM, Vivo e Oi compartilham dados de forma ilícita, diz MPBA

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Claro, TIM, Vivo e Oi compartilham dados de clientes de forma ilícita, diz MPBA
Pedro Knoth

Claro, TIM, Vivo e Oi compartilham dados de clientes de forma ilícita, diz MPBA

O Ministério Público do Estado da Bahia (MPBA) ajuizou ações civis públicas contra Claro, Oi, TIM e Vivo por compartilhamento ilícito de dados de clientes. A partir desse “vazamento”, usuários começaram a receber ligações indesejadas e foram alvo de fraudes. De acordo com uma liminar na Justiça, as operadoras devem cancelar ligações indesejadas, especialmente se não houver interesse em contratar os serviços.

Ministério Público comprovou “vazamento”

A promotora Joseane Suzart, do MPBA, destaca que a investigação da Promotoria de Justiça comprovou o “vazamento de dados” da base da Claro, da Vivo, da TIM e da Oi. Na ação civil protocolada na Justiça, Suzart entrou com uma liminar para que as operadoras mantenham “as regras basilares” para o tratamento de dados segundo a LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados).

Claro, Oi, TIM e Vivo devem seguir o princípio de autorização do usuário para o compartilhamento de dados. A liminar obriga as operadoras a obterem o consentimento dos clientes antes de continuar com o tratamento de suas informações pessoais, a não ser em exceções previstas na LGPD.

As companhias só devem prosseguir com essa atividade caso os titulares concordem com o tratamento por meio de manifestação “livre, informada e inequívoca”. Outra exigência do Ministério Público feita às operadoras via liminar inclui a adoção de mais cuidados para que dados dos clientes não sejam compartilhados

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A partir da ordem do MPBA, as quatro empresas devem se abster de trocar dados pessoais de titulares com terceiros, e cancelar ligações reiteradas feitas a clientes ou não contratantes de seu serviço, principalmente àqueles que já informaram não ter interesse em adquirir um serviço de Claro, Vivo, Oi e TIM.

Lucas Braga, autor do Tecnoblog,  fez uma matéria na qual afirmou receber constantemente ligações indesejadas de telemarketing da Oi Fibra. O jornalista já tem seu número cadastrado na plataforma e mesmo assim continua recebendo ofertas de serviços; a operadora tem diversas reclamações parecidas no site Reclame Aqui .

Anatel: Oi, Vivo, TIM e Claro não vêm seguindo LGPD

Durante as investigações do MPBA, a Anatel (Agência Nacional das Telecomunicações) confirmou às autoridades que as quatro operadoras não vêm agindo de acordo com a LGPD.

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A agência também reconheceu que o compartilhamento ilícito de dados levou a “diversos danos” sofridos pelos clientes. A promotora Joseane Suzart, diante da conduta de Claro, TIM, Oi e Vivo, disse:

“Diante desta conduta ilícita, insistentes contatos telefônicos estão sendo gerados abusivamente, causando sérios prejuízos para os consumidores que ainda enfrentam as tentativas de fraudes encetadas”.

Em nota ao Tecnoblog, a Conexis Brasil Digital, que representa as quatro operadoras acionadas pelo Ministério Público, defendeu as empresas e alegou que Oi, TIM, Vivo e Claro possuem altos padrões de segurança e privacidade, monitorando seus sistemas para atender aos requisitos técnicos e legais no tratamento de dados.

A Conexis lidera o “Não Me Perturbe”, programa que bloqueia ligações de telemarketing e de bancos. Até o final de 2021, quase 10 milhões de pessoas haviam se cadastrado na plataforma, e as operadoras comemoraram o resultado. A Anatel, entretanto, diz que a iniciativa é insuficiente, e procura alternativas para substituí-la.

Claro, TIM, Vivo e Oi compartilham dados de clientes de forma ilícita, diz MPBA

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