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5G: empresa vende kit para usuários criarem sua própria rede

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Empresa cria rede 5G para ser construída em casa

Atualmente, é relativamente simples conseguir configurar uma nova rede em casa. Basta investir em um roteador e, algumas configurações extras depois, o sinal de internet já pode ser distribuído via Wi-Fi . No entanto, no caso das redes móveis, não basta ter um simples conjunto de hardware para tudo funcionar. 

De maneira geral, esse tipo de conexão demanda uma infraestrutura complexa, além de equipamentos diferenciados. Sendo assim, até então, era praticamente inviável para um cliente comum investir nesse segmento para criar redes 4G ou 5G voltadas para uso privado ou até corporativo.

Em busca de soluções para diminuir os custos de implementação de novas redes móveis, a norte-americana FreedomFi apostou no ‘Magma’, uma plataforma de código livre especializada em distribuição de pacotes. A ideia é disponibilizar uma alternativa segura, barata e estável para quem pretende investir nesse setor, mas possui um orçamento limitado. As informações são do Zdnet.

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O projeto já está em oferta em fase de testes . O kit inicial pode ser adquirido direto no site da FreedomFi por quem estiver disposto a investir U$ 300 (R$ 1.725, em conversão direta). Quem contribuir com essa quantia, terá a sua disposição acesso à frequência de rádio de 3.5 GHz na provedora CBRS (Citizens Broadband Radio Service), além de um gateway da empresa para interligar dispositivos na mesma rede.

A companhia oferece tanto o conjunto completo, que inclui: gateways, rádios para transmissão de sinal e chips do tipo SIM, até pacotes mais simples. Tudo vai depender da necessidade de estrutura pensada pelo cliente final.

Como funciona?

Para conseguir ter uma rede operacional , tanto no caso do 4G LTE como do 5G , a FreedomFi estima que seja necessário investir cerca de U$ 5.000, praticamente R$ 30.000. Em termos de compatibilidade, a companhia destaca que trabalha com protocolos de rede que funcionam com praticamente todos os smartphones e dispositivos móveis fabricados de 2018 em diante.

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Segundo Joey Padden, co-fundador da empresa, o mercado de pequenos empreendedores no setor de tecnologia 5G pode crescer em até 40% nos próximos sete anos, e logo será um nicho bastante competitivo e inovador no futuro. Já Boris Renski, presidente da FreedomFi, declarou ao Zdnet: “No fim das contas, isso não é apenas sobre carregar vídeos mais rápidos, é sobre conectar o próximo bilhão de pessoas em regiões geográficas emergentes”.

Outras empresas também estão aderindo ao projeto, é o caso da provedora WiConnect Wireless. A empresa que opera na área rural do estado de Wisconsin, EUA, está disposta a investir na ideia para expandir sua cobertura de redes móveis nos próximos anos.

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Facebook e Instagram vão remover fake news sobre vacinas da COVID-19

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Victor Hugo Silva

Facebook e Instagram vão remover fake news sobre vacinas da COVID-19

O avanço de alguns países  rumo a campanhas de vacinação contra a COVID-19 levou o Facebook a anunciar ações que serão tomadas sobre fake news relacionadas ao tema. A empresa afirmou que, nas próximas semanas, começará a remover posts com alegações falsas sobre vacinas. A medida também vale para o Instagram.

Em comunicado, o Facebook afirmou que a decisão de remover fake news sobre o novo coronavírus faz parte de sua política de impedir a desinformação que pode causar danos físicos aos usuários . Com o anúncio, a companhia promete excluir afirmações falsas sobre segurança, eficácia, componentes e efeitos colaterais das vacinas.

Isso inclui as acusações falsas de que as vacinas seriam usadas para implantar microchips na população ou de que teriam componentes que não são listados oficialmente. Os posts também serão removidos se promoverem teorias da conspiração sabidamente falsas como a de pessoas que estariam sendo usadas sem seu consentimento para testes da eficácia das vacinas.

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O Facebook informou ainda que, mesmo depois de implementar as medidas, vai receber a orientação de autoridades de saúde pública para continuar atualizando a lista de afirmações que serão removidas à medida em que novos fatos sobre a COVID-19 forem descobertos.

Facebook combate fake news com Google e Twitter

Este não é o primeiro posicionamento do Facebook para combater as fake news sobre vacinas. Em novembro, a empresa se uniu com Google e Twitter , além de agências de checagem de fatos e órgãos governamentais, em uma iniciativa para combater a desinformação relacionada a este assunto.

Organizada pela Full Fact , entidade que atua contra informações falsas, a ação pretende se antecipar a uma onda de fake news em meio ao avanço do desenvolvimento das vacinas contra o novo coronavírus. O Facebook já proíbe anúncios com discurso anti-vacina e o YouTube exibe avisos com fatos sobre vacinas da COVID-19.

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