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NOVEMBRO AZUL

Servidores da Desenvolve MT participam de palestra sobre câncer de próstata

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‘’É preciso falar sobre a saúde do homem. É assunto do ano todo.’’ Ressalta a médica radiologista, Luciana Jorge, no início de sua palestra Novembro Azul, realizada nesta quarta-feira (18.11), aos servidores da Agência de Fomento de Mato Grosso – Desenvolve MT.

Durante 30 minutos, a médica destacou a importância de conscientizar os homens sobre a saúde masculina, com ênfase na prevenção e no diagnostico precoce do câncer de próstata.

A médica explica também que, o câncer de próstata, devido a sua alta incidência é considerado o principal câncer masculino. No mundo é o tumor mais comum em homens acima dos 50 anos.

É o segundo mais frequente nos homens brasileiros, atrás apenas do câncer de pele. Segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA) estima-se encerrar o ano de 2020 com mais de 65 mil novos casos de câncer de próstata.

“Homens raramente fazem consultas preventivas. Ele só vai ao médico quando está sentindo um desconforto grande, essa postura precisa mudar’’, enfatiza Luciana Jorge.

A prevenção é sempre o melhor caminho para estar com a saúde em dia. Como é o caso do servidor da Desenvolve MT, Pedro Machado Miranda. “Perdi meu pai e meu irmão muito jovem por infarto, já tivemos casos na família de câncer de próstata. Todos os anos eu faço meu check-up médico como forma de me prevenir e me cuidar’’, explica Pedro.

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Segundo a palestrante, não existe mistério para cuidar da saúde, a prevenção ocorre na consulta anual com o médico urologista que deve começar aos 50 anos para todos os homens. Porém nos afrodescendentes de que tiverem histórico familiar de câncer de próstata a prevenção deve se iniciar aos 45 anos.

Fonte: GOV MT

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Saúde

USP busca voluntários para testar vacina contra HIV

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A Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP) está buscando  voluntários no Brasil para testar uma vacina contra o HIV. O estudo, chamado Mosaico, iniciado há cinco anos, está sendo desenvolvido em cooperação por instituições de diversos países.

Até o momento, as pessoas que receberam a vacina conseguiram produzir satisfatoriamente anticorpos e imunidade contra a infecção. A pesquisa já foi aprovada pela fase pré-clínica, animal, e fases 1 e 2 em humanos.

No Brasil, os voluntários devem ser homens gays ou bissexuais cisgêneros e homens ou mulheres transexuais entre 18 e 60 anos. Os interessados podem entrar em contato com o Programa de Educação Comunitária da USP pelo Instagram ou pelo e-mail [email protected].

A tecnologia empregada na vacina em desenvolvimento é a de vetor, em que são injetadas informações genéticas de proteínas do HIV dentro de um outro vírus, inofensivo a seres humanos.

Quando o indivíduo é vacinado, o vírus inserido no organismo se multiplica, fazendo com que o corpo receba as proteínas que foram injetadas em seu material genético. Assim, o vacinado produz resposta imune contra proteínas do vírus inofensivo e também contra as do HIV.

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Edição: Nádia Franco

Fonte: EBC Saúde

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