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ESTUDO

Segundo imunologista, Anvisa agiu com correção, mas ressalta que contaminação política é indesejável

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) suspendeu, o estudo clínico da vacina Coronavac, após o registro de um “evento adverso grave”.

O Instituto Butantan foi informado pela imprensa, e não pela Anvisa, o que causou estranheza ao diretor do instituto, Dimas Covas, uma vez que o óbito, segundo o dirigente, não teve qualquer relação com os testes da vacina.

De acordo com a imunologista e PhD em doenças infecciosas, Dra Lúcia Abel Awad, é de extrema importância que os responsáveis pela produção das vacinas encaminhem, ao órgão regulador, uma documentação clara, detalhada, convincente e completa dos testes vacinais.

“O Instituto Butantan presumiu que estava clara a informação que o voluntário veio a óbito por suicídio, e não em decorrência de evento adverso grave. No entanto, não adianta mandar notificações e não encaminhar informações completas, dados adicionais e comprobatórios. E não é tão simples assim. Em testes vacinais não se pode “presumir”. De certa forma, a Anvisa agiu com correção”, afirma a especialista que reforça, “como o Butantan estava aguardando o laudo pericial relativo à morte do voluntário, o instituto não tinha toda a documentação”.

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A respeito da declaração do presidente da república Jair Bolsonaro que afirmou que “havia vencido o Dória”, a imunologista afirmou que houve uma contaminação política e que isso é indesejável e prejudica o andamento das pesquisas vacinais, “o que houve foi um evento adverso e não um efeito adverso. E tanto um, como outro, podem acontecer em pesquisas científicas. Isso não é motivo para ganhos ou perdas políticas ou eleitorais”, concluiu.

Fonte: Assessoria de Imprensa

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Saúde

USP busca voluntários para testar vacina contra HIV

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A Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP) está buscando  voluntários no Brasil para testar uma vacina contra o HIV. O estudo, chamado Mosaico, iniciado há cinco anos, está sendo desenvolvido em cooperação por instituições de diversos países.

Até o momento, as pessoas que receberam a vacina conseguiram produzir satisfatoriamente anticorpos e imunidade contra a infecção. A pesquisa já foi aprovada pela fase pré-clínica, animal, e fases 1 e 2 em humanos.

No Brasil, os voluntários devem ser homens gays ou bissexuais cisgêneros e homens ou mulheres transexuais entre 18 e 60 anos. Os interessados podem entrar em contato com o Programa de Educação Comunitária da USP pelo Instagram ou pelo e-mail [email protected].

A tecnologia empregada na vacina em desenvolvimento é a de vetor, em que são injetadas informações genéticas de proteínas do HIV dentro de um outro vírus, inofensivo a seres humanos.

Quando o indivíduo é vacinado, o vírus inserido no organismo se multiplica, fazendo com que o corpo receba as proteínas que foram injetadas em seu material genético. Assim, o vacinado produz resposta imune contra proteínas do vírus inofensivo e também contra as do HIV.

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Edição: Nádia Franco

Fonte: EBC Saúde

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