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TESTE OBRIGATÓRIO

Projeto obriga o SUS a oferecer versão expandida do teste do pezinho

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Luis Macedo/Câmara dos Deputados
Deputado Augusto Coutinho discursa no Plenário da Câmara
Coutinho: “Teste permite prevenir danos irreversíveis e até mesmo a morte por doenças tratáveis”

O Projeto de Lei 5106/20, que tramita na Câmara dos Deputados, obriga o Sistema Único de Saúde (SUS) a oferecer gratuitamente a versão expandida do teste do pezinho em hospitais públicos e conveniados. O texto altera o Estatuto da Criança e do Adolescente.

O objetivo é permitir o diagnóstico precoce de até 50 tipos de enfermidades em recém-nascidos, incluindo doenças raras e de origem genética. A versão básica do exame atualmente oferecida detecta até seis doenças: fenilcetonúria, hipotireoidismo congênito, doença falciforme, fibrose cística, hiperplasia adrenal congênita e deficiência de biotinidase.

Hoje a versão expandida do exame só é oferecida por laboratórios, hospitais e maternidades particulares.

Para o autor do projeto, deputado Augusto Coutinho (Solidariedade-PE), expandir a lista de doenças que podem ser detectadas precocemente a partir de uma simples gota de sangue extraída do calcanhar de recém-nascidos é expandir também a possibilidade de vida saudável de muitas crianças.

“O teste do pezinho expandido é capaz de detectar cerca de 50 tipos de doenças. A realização dos exames e o início imediato do tratamento pode significar para as crianças a diferença entre uma vida plena e sem sequelas e uma vida cheia de restrições, com complicações que podem levar até mesmo à morte”, afirma o autor.

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Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Reportagem – Murilo Souza
Edição – Natalia Doederlein

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Saúde

USP busca voluntários para testar vacina contra HIV

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A Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP) está buscando  voluntários no Brasil para testar uma vacina contra o HIV. O estudo, chamado Mosaico, iniciado há cinco anos, está sendo desenvolvido em cooperação por instituições de diversos países.

Até o momento, as pessoas que receberam a vacina conseguiram produzir satisfatoriamente anticorpos e imunidade contra a infecção. A pesquisa já foi aprovada pela fase pré-clínica, animal, e fases 1 e 2 em humanos.

No Brasil, os voluntários devem ser homens gays ou bissexuais cisgêneros e homens ou mulheres transexuais entre 18 e 60 anos. Os interessados podem entrar em contato com o Programa de Educação Comunitária da USP pelo Instagram ou pelo e-mail [email protected].

A tecnologia empregada na vacina em desenvolvimento é a de vetor, em que são injetadas informações genéticas de proteínas do HIV dentro de um outro vírus, inofensivo a seres humanos.

Quando o indivíduo é vacinado, o vírus inserido no organismo se multiplica, fazendo com que o corpo receba as proteínas que foram injetadas em seu material genético. Assim, o vacinado produz resposta imune contra proteínas do vírus inofensivo e também contra as do HIV.

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Edição: Nádia Franco

Fonte: EBC Saúde

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