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CUIDADOS

Mato Grosso realiza transplante de rim com medidas preventivas à Covid-19

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A Central Estadual de Transplantes (CET) da Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT) mediou um transplante de rim no último sábado (23). A cirurgia foi realizada no Hospital o Santa Rosa, em Cuiabá, que é a unidade credenciada pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para esse tipo de procedimento em Mato Grosso.

O órgão foi ofertado via Central Nacional de Transplantes (CNT), sendo que o rim foi disponibilizado de outro estado. Por meio do procedimento, um paciente de Barra do Garças recebeu a doação do órgão após um ano e meio na fila nacional de transplante.

“Em janeiro, o Governo teve a felicidade de anunciar a retomada do transplante de rim pelo SUS em Mato Grosso, após cerca de dez anos paralisado. Agora, este procedimento marca a retomada do serviço, que foi prejudicado pela alta nos casos da Covid-19 no Brasil. As equipes do Estado não mediram esforços para que esse procedimento fosse realizado”, disse o secretário estadual de Saúde, Gilberto Figueiredo.

O paciente transplantado, Gerson Roberto da Silva, conviveu por oito anos com os sintomas, que o obrigaram a parar de trabalhar para tratar da saúde. “Eu pesava 90 kg antes da doença nos rins. Quando os sintomas surgiram, cheguei a pesar 35 kg e passei a fazer hemodiálise. Recebi um milagre muito grande com o tratamento e agora com o transplante”.

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De acordo com a equipe médica, o procedimento de transplante durou cerca de cinco horas e o paciente segue em recuperação e adaptação. “Que Deus dê um lugar bom no céu para a pessoa que fez a doação do rim, que sei que uma parte dessa pessoa vai continuar vivendo aqui dentro de mim. Eu agradeço por esse momento, que é gratificante para mim e para toda a equipe de profissionais que me atendeu”, declarou Gerson.

O receptor do rim passou por uma série de exames, dentre eles o PCR, para a possível detecção da Covid-19. A medida é necessária como forma de monitorar a saúde do paciente que será transplantado.

A secretária adjunta de Regulação da SES, Fabiana Bardi, reforçou que o transplante marca a retomada do serviço no Estado após o pico da pandemia. “Em ocasiões anteriores foram iniciadas algumas tentativas, que não se concretizaram por razões de ordem clínica seja do receptor ou do próprio doador. Neste fim de semana se concretizou na íntegra um procedimento, um grande anseio de toda a equipe para efetivar o fluxo. Inclusive já estamos sinalizando novos transplantes”, avaliou a gestora.

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Segundo Bardi, outro fator que contribuiu para a efetivação do fluxo de transplantes foi a otimização da resposta do trabalho do Laboratório Central do Estado (Lacen-MT), que passou a realizar o exame de detecção em apenas duas horas, o que é uma condição para a realização do transplante. Essa medida contribuiu para dar mais segurança para toda a equipe, para o paciente, seus familiares e para os familiares do doador.

A equipe que realizou o transplante foi composta pelo cirurgião Carlos Eduardo Bouret, pelos médicos auxiliares Pedro Ernesto Pulcherio e Valter Torezan, pelo instrumentador Luiz Carlos da Silva, pelos circulantes da sala Eulinete Sena e Márcio Benedito Moraes, pela enfermeira Melissa Cristina Lopes e pela anestesista Alexandra do Nascimento Gonzaga.

Fonte: GOV MT

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Saúde

Covid-19: volume de vacinas ainda é insuficiente para atender o Brasil

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O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, afirmou hoje (2) que, apesar de haver competição para a produção e venda de vacinas contra a covid-19 e uma campanha publicitária muito forte por parte das empresas que estão desenvolvendo o imunizante, na prática, a capacidade de atender o Brasil não é suficiente na maioria dos casos.

“Ficou muito óbvio que são muito poucas as fabricantes que têm a quantidade e o cronograma de entrega efetivo para o nosso país. Quando a gente chega ao final das negociações e vai para o cronograma de entrega, fabricação, os números são pífios. Números de grande quantidade, realmente, se reduzem a uma, duas ou três ideias. A maioria fica com números muito pequenos para o nosso país”, disse o ministro, em audiência pública na Comissão Mista do Congresso que acompanha as ações do governo contra a Covid-19.

“Uma produtora lança uma campanha publicitária de que já fez, de que está pronto, está maravilhoso. Quando você vai apertar, a história é bem diferente, como tudo na vida. Na hora que você vai efetivar a compra, vai escolher, não tem bem aquilo que você quer, o preço não é bem aquele, e a qualidade não é bem aquela”, acrescentou.

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Quantidade

Segundo o Ministério da Saúde, a previsão é que Brasil receba 15 milhões de doses de vacina contra covid-19 em janeiro e fevereiro – número que deve chegar a 100 milhões de doses no primeiro semestre e a 160 milhões a mais no segundo semestre do próximo ano.

Técnicos da pasta lembraram um acordo bilateral de transferência de tecnologia com a AstraZeneca/Oxford, por intermédio da Fiocruz, de R$ 1,9 bilhão, e um acordo multilateral com a Covax Facility, no valor de R$ 2,5 bilhões, cujos recursos estão encaminhados por meio de medida provisória. Segundo Pazuello, isso possibilitará a produção de vacinas de maneira autônoma no país a partir do segundo semestre de 2021.

Testagem

Sobre a testagem da população, também durante a audiência pública, o secretário de Vigilância em Saúde, Arnaldo Medeiros, explicou que inicialmente havia uma testagem no Brasil que era basicamente relacionada aos pacientes internados em hospitais e em situação mais grave.

Hoje a orientação da pasta é que pacientes sintam quaisquer sintomas de síndrome gripal não fiquem em casa, procurem uma unidade básica de saúde, onde o profissional, o médico, ou prescritor – que é quem prescreve e solicita o exame – fará o diagnóstico e, em cima deste, fará os encaminhamentos necessários de solicitação de exames e prescrição medicamentosa, se julgar necessário.

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Ainda segundo o Ministério da Saúde, o teste do nariz, como é conhecido o RT-qPCR, deve ser feito até o oitavo dia do início do sintoma.

Edição: Nádia Franco

Fonte: EBC Saúde

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