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Cridac faz mutirão para atender pacientes que necessitam de próteses ortopédicas

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O Centro Especializado em Reabilitação Dom Aquino Correa (Cridac), unidade da Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT), iniciou nesta segunda-feira (14.09) o mutirão para atender pacientes que precisam de próteses ortopédicas. Entre os dias 14 e 18 de setembro, serão realizados atendimentos às pessoas que buscam pelos serviços de reabilitação da unidade com entrega de 240 próteses.

Nesta etapa, os fisioterapeutas e demais membros da equipe estão recebendo uma parte dos pacientes para realizar o procedimento de retirada de medidas para produção da prótese. Além disso, pacientes que foram atendidos em outras etapas estão retornando ao Centro para receber os membros artificiais.

Outro atendimento prestado é o de ajustes nas próteses dos pacientes que já receberam o membro. A equipe ainda está realizando treinamento de locomoção dos pacientes que estão recebendo o componente artificial que substitui o membro amputado.

O senhor Valdino José Cardoso, morador do bairro Bosque da Saúde, foi um dos pacientes atendidos no Cridac neste primeiro dia de entrega. Ele realizou a troca da antiga prótese e recebeu uma novinha. Um alívio para o bolso, pois na primeira o aposentado precisou pagar na rede particular de saúde. “Graças a Deus, hoje estou pegando minha prótese novinha em folha e sem precisar pagar nada. A primeira eu tive que pagar, custou 13 mil reais, mas após quatro anos de uso deu problema. O Cridac continua de parabéns pelos serviços prestados aqui, a gente sai daqui sorrindo e satisfeito, eu não tenho nada para reclamar”.

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De acordo com o diretor da unidade, Luiz Antônio Ferreira, o Cridac está atendendo pacientes de vários municípios de Mato Grosso, “pois a oficina da nossa unidade atende todo Estado. Nossa ação vai entregar 240 novas próteses para os pacientes até sexta-feira (18)”.

Para organizar o fluxo de atendimento evitar aglomeração na unidade, a direção está atendendo 40 pacientes por dia.

A senhora Nilza Maria, do bairro Tijucal, em Cuiabá, recebeu atendimento e realizou a troca de prótese da perna esquerda. A dona de casa, disse que o membro artificial precisava ser substituído por um novo, pois estava com muito tempo de uso.

“Meus atendimentos sempre são realizados aqui, essa é quarta prótese que eu recebo aqui no Cridac. Essa minha perna precisava ser trocada, faz oito anos que uso ela, estava passando da hora, estava até com medo de cair. Essa nova perna vai me ajudar a andar melhor, não via a hora de trocar”, explicou Maria.

A Rede Estadual de Reabilitação, possui 132 Unidades Descentralizadas de Reabilitação (UDR`s) de gestão municipal, implantadas em 132 cidades, o que dá uma cobertura de 93% dos 141 municípios do Estado. O acesso aos serviços do Cridac é realizado pelas Unidades Básicas de Saúde, que encaminham os pacientes para sede em Cuiabá. A unidade oferece serviços de: Reabilitação física, reabilitação intelectual, reabilitação auditiva e oficina ortopédica.

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Serviço

O Cridac é uma unidade especializada no atendimento de pessoas com deficiência. O prédio fica localizado na Rua G, s/n – Bloco A – Centro Político Administrativo. O horário de atendimento é de segunda à sexta-feira, das 7h às 17h. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone: (65) 3613-1928.

Fonte: GOV MT

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Saúde

Qualidade dos alimentos consumidos pelos brasileiros é tema de projetos

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O Ministério da Agricultura pretende revisar o Guia Alimentar para a População Brasileira, como forma de acabar com a classificação que desaconselha o uso de alimentos ultraprocessados. O tema alimentação, no entanto, também vem sendo tratado no Senado, por meio de projetos de lei que objetivam favorecer a adoção de hábitos alimentares saudáveis pela população.

Por meio da nota técnica 42/2020, o Ministério da Agricultura reconhece a importância do Guia Alimentar para a População Brasileira, mas aponta a necessidade urgente de sua reformulação. Na avaliação do governo, as regras atuais são confusas e prejudicam a adoção de novos hábitos alimentares pelos brasileiros.

“O referido guia tem a responsabilidade de ser claro, coerente e auxiliar a estabelecer diretriz de promoção da alimentação adequada e saudável. Entretanto, esta edição do guia está usando uma classificação confusa, incoerente, que impede ampliar a autonomia das escolhas alimentares e, principalmente, por prejudicar a correta formação de diretrizes para promover a alimentação de forma adequada e saudável. A revisão completa do guia deverá contar com ampla discussão com setores especializados na ciência dos alimentos, sendo indispensável a participação de outros especialistas, como os engenheiros de alimentos”, informa a nota técnica do Ministério da Agricultura.

No Twitter, o senador Jean Paul Prates (PT-RN) comentou a revisão do Guia Alimentar para a População Brasileira, proposta pelo Ministério da Agricultura.

“Ao invés de formular políticas de combate à fome, problema intensificado nos últimos anos no Brasil, o governo Bolsonaro quer que a parcela da população, que ainda tem algo para comer, se alimente mal. Na nota técnica encaminhada ao ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, a ministra da Agricultura quer revisar o Guia Alimentar para a População Brasileira e defende o fim da classificação que desaconselha o uso de alimentos ultraprocessados”, postou Jean Paul Prates.

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Cantinas escolares

Entre as propostas em tramitação no Senado sobre o tema alimentação encontra-se o Projeto de Lei (PL) 4.501/2020, do senador Jacques Wagner (PT-BA), que proíbe a venda de alimentos e bebidas ultraprocessados em cantinas escolares. O texto, que aguarda votação em Plenário, também proíbe a venda de frituras e alimentos preparados com gordura hidrogenada (a gordura trans) nesses locais.

O projeto define como alimentos ultraprocessados as “formulações industriais feitas inteiramente ou majoritariamente de substâncias extraídas de alimentos, derivadas de constituintes de alimentos ou sintetizadas em laboratório com base em matérias orgânicas como petróleo e carvão”.

— Todo mundo sabe que os alimentos ultraprocessados contêm um volume de produtos negativos para o organismo, portanto, para a saúde das pessoas. Então, eu não vejo porque, num ambiente que é o templo da educação, as nossas escolas, que devem orientar nossas crianças e jovens não só nas letras, na matemática, mas para a vida, que você praticamente induza essas crianças e jovens a se alimentarem mal, com produtos negativos para a sua saúde — disse Jacques Wagner em entrevista à Rádio Senado.

Já o Projeto de Lei do Senado (PLS) 392/2018 determina que os alimentos classificados como tendo alto teor de sódio deverão ter no rótulo ou na embalagem advertência ao consumidor sobre essa característica. O texto altera o Decreto-Lei 986, de 1969, para estabelecer que a autoridade sanitária deverá indicar quais alimentos apresentam elevado teor de sódio em sua composição nutricional. O texto é de autoria do ex-senador Paulo Bauer.

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Outra proposição, o PLS 532/2018, estabelece que os alimentos industrializados poderão sofrer restrições em sua composição, visando a melhoria da saúde dos consumidores. O texto, de autoria do ex-senador Ataídes Oliveira, fixa limites máximos de gorduras, açúcares e sódio contidos em achocolatados, biscoitos recheados, misturas para bolo, produtos lácteos e bebidas açucaradas.

A ideia é diminuir os índices de obesidade, diabetes, hipertensão e outras doenças causadas pela má alimentação, visto que o Brasil consome 50% a mais de açúcar do que o recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e quase o dobro da quantidade recomendada de sal, o que colabora para o aumento de doenças. O senador Luiz do Carmo (MDB-GO) é o relator da proposição.

Bebidas açucaradas

Também encontra-se em tramitação o PLS 346/2018, que proíbe a distribuição e a venda de bebidas como refrigerantes, néctares, refrescos, chás prontos e bebidas lácteas nas escolas de educação básica públicas e privadas. De autoria do ex-senador Lindbergh Farias, o texto também é relatado pelo senador Luiz do Carmo.

Por sua vez, o PLS 541/2015 veda a pulverização aérea de pesticidas e proíbe o registro de agrotóxicos que tenham como ingredientes ativos glifosato, triclorfom, carbofuran, cihexatina, abamectina, fosmete e lactofen.

O texto foi apresentado pelo ex-senador Antônio Carlos Valadares, também autor do PLS 155/2014, que determina a indicação dos alergênicos mais comuns em rótulos de alimentos, como leite, ovo, amendoim, peixe, crustáceo, trigo e soja. “Com um simples aviso no rótulo, vários desconfortos ou ocorrências médicas podem ser evitados e com custo adicional praticamente nulo”, destaca o autor da proposição. A matéria encontra-se com o relator, senador Luís Carlos Heinze (PP-RS).

Fonte: Agência Senado

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