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ATUALIZAÇÃO

Covid-19: Brasil tem 5,87 milhões de casos e 166 mil mortes

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As mortes em razão da pandemia do novo coronavírus chegaram a 166.014. Nas últimas 24 horas, foram registrados 216 novos óbitos. Ontem, o painel de estatísticas marcava 165.798 vidas perdidas. Segundo o boletim atualizado divulgado hoje (16) pelo Ministério da Saúde, existem 2.392 mortes em investigação.

O balanço apontou também 388.044 pacientes em acompanhamento. Outros 5.322.406, equivalentes a 90,6% do total de infectados, já se recuperaram da doença.

Situação epidemiológica da covid-19 no Brasil 16/11/2020Situação epidemiológica da covid-19 no Brasil 16/11/2020

Situação epidemiológica da covid-19 no Brasil 16/11/2020 – 16/11/2020/Divulgação/Ministério da Saúde

Os casos de pessoas infectadas pelo coronavírus ao longo da pandemia alcançaram 5.876.464. Entre ontem e hoje, as autoridades de saúde notificaram 13.371 novos diagnósticos positivos para a covid-19. Ontem, o sistema de informações para a pandemia trazia 5.863.093 casos acumulados.

Os casos e mortes são menores aos domingos e segundas-feiras em função da limitação de sistematização dos dados e alimentação do painel do MS pelas secretarias estaduais aos fins de semana. Já às terças-feiras os números diários tendem a subir pelo acúmulo de casos do fim de semana reportado neste dia.

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Estados

Os estados com mais mortes são São Paulo (40.576), Rio de Janeiro (21.301), Minas Gerais (9.517), Ceará (9.440) e Pernambuco (8.838). Após semanas com o ranking de estados estabilizado, Minas Gerais passou o Ceará e assumiu a terceira colocação. As Unidades da Federação com menos casos são Roraima (706), Acre (708), Amapá (780), Tocantins (1.137) e Rondônia (1.503).

Edição: Pedro Ivo de Oliveira

Fonte: EBC Saúde
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Saúde

USP busca voluntários para testar vacina contra HIV

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A Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP) está buscando  voluntários no Brasil para testar uma vacina contra o HIV. O estudo, chamado Mosaico, iniciado há cinco anos, está sendo desenvolvido em cooperação por instituições de diversos países.

Até o momento, as pessoas que receberam a vacina conseguiram produzir satisfatoriamente anticorpos e imunidade contra a infecção. A pesquisa já foi aprovada pela fase pré-clínica, animal, e fases 1 e 2 em humanos.

No Brasil, os voluntários devem ser homens gays ou bissexuais cisgêneros e homens ou mulheres transexuais entre 18 e 60 anos. Os interessados podem entrar em contato com o Programa de Educação Comunitária da USP pelo Instagram ou pelo e-mail [email protected].

A tecnologia empregada na vacina em desenvolvimento é a de vetor, em que são injetadas informações genéticas de proteínas do HIV dentro de um outro vírus, inofensivo a seres humanos.

Quando o indivíduo é vacinado, o vírus inserido no organismo se multiplica, fazendo com que o corpo receba as proteínas que foram injetadas em seu material genético. Assim, o vacinado produz resposta imune contra proteínas do vírus inofensivo e também contra as do HIV.

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Edição: Nádia Franco

Fonte: EBC Saúde

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