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Liberados mais R$ 18,6 milhões para os hospitais filantrópicos em Mato Grosso

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Senador Wellington Fagundes voltou a manifestar preocupação com a escalada de vítimas e óbitos da Covid-19

O Ministério da Saúde liberou nesta segunda-feira, 1, a segunda parcela do auxílio financeiro emergencial às santas casas e hospitais filantrópicos sem fins lucrativos. Os recursos fazem parte dos R$ 2 bilhões de ajuda aprovada pelo Congresso Nacional, destinados ao combate à pandemia do coronavírus. Ao todo, foram depositados R$ 18,6 milhões para 21 unidades hospitalares, beneficiando 18 municípios de Mato Grosso.

Ao todo são beneficiados com essa ação emergencial um total de 17 unidades sem fins lucrativos em 14 municípios do Estado, que participam de forma complementar do Sistema Único de Saúde (SUS). Na semana passada, o Ministério já havia liberado R$ 3,1 milhões para Mato Grosso. O projeto de lei que deu origem ao auxílio emergencial havia sido aprovado no Senado no dia 31 de março e 19 de abril pela Câmara.

“Com essa segunda parte da liberação, com certeza os hospitais e santas casas beneficiados poderão ter fôlego para trabalhar de forma articulada com o Ministério da Saúde e os gestores do SUS, oferecendo r mais serviços, principalmente leitos de terapia intensiva” – destacou o senador Wellington Fagundes (PL-MT), líder do Bloco Parlamentar Vanguarda.

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Fagundes voltou a manifestar preocupação com a escalada de casos confirmados e de mortes ocasionadas pelo novo coronavírus. No Brasil, os últimos números oficiais, indicam 519.704 casos com 29.534. Em Mato Grosso são 2.429 e 61 óbitos. “Nossa prioridade continua sendo a de salvar vidas” – frisou.

Nesse segundo repasse, serão beneficiados em Cuiabá o Hospital Santa Helena, com R$ 1,8 milhão; Hospital do Câncer, com R$ 1,1 milhão; e Hospital Geral, com R$ 2,8 milhões. Em Rondonópolis serão duas unidades: Associação Beneficente Paulo de Tarso, com R$ 871 mil; e Santa Casa de Misericórdia, com R$ 2,1 milhões.

Outros beneficiados são: Hospital São Luiz, de Cáceres (R$ 1.127 milhão); Centro Hospitalar Parecis, de Campo Novo (R$ 953 mil); Hospital Municipal Coração de Jesus, de Campo Verde (R$ 433 mil), Hospital Nilza Oliveira Pipino, de Claudia (R$ 223 mil); Hospital São João Batista, de Diamantino (R$ 648 mil); Hospital Bom Jesus, de Dom Aquino (R$ 145 mil); Hospital de Jauru, em Jauru (R$ 94 mil); Hospital São Lucas, de Lucas do Rio Verde (R$ 1.132 mil), Hospital Evangélico, de Vila Bela (R$ 428 mil) e Hospital Municipal de Nova Mutum (R$ 586 mil).

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Completam a lista: Hospital Geral de Poconé, R$ 594 mil; Hospital Vale do Guaporé, R$ 699 mil; Hospital São João Batista, de Poxoréu, R$ 485 mil; Hospital Amparo, de Rosário Oeste, R$ 677 mil; Hospital Santa Marcelina de Sapezal, R$ 578 mil; Hospital Santo Antônio de Sinop, R$ 1,013 milhão; Hospital e Assistência de Sorriso, R$ 10 mil.

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Por Wellington Fagundes

O cenário em que estamos vivendo é extremamente preocupante. Devido ao efeito da pandemia do novo coronavírus, a economia mundial deverá sofrer uma retração na casa de 3%, o que significa ser dez vezes mais acentuada que a crise de 2008-2009. Provavelmente, uma depressão somente comparável com a crise de 1929, com uma perda cumulativa de 9 trilhões de dólares até o final deste ano.

Para o Brasil, maior e mais importante país da América Latina, o quadro não é nada diferente. Estimativas do Banco Mundial e do Fundo Monetário Internacional, por exemplo, sugerem uma queda de 5% do PIB, com desemprego chegando a 15% ainda este ano. A Organização Mundial do Comércio, por sua vez, prevê uma retração de até 32% do comércio internacional. Para efeitos de comparação, em 2009, essa retração foi de 12%.

Nesse diagnóstico, pesa ainda a fuga de capital de economias emergentes e em desenvolvimento, com saídas líquidas registradas na casa dos 100 bilhões de dólares entre março e abril.

Qual será a saída para esse cenário perturbador? Sem medo de errar, é a retomada dos investimentos em infraestrutura, setor que precisa ser tratada como prioridade. Sobretudo na área de transporte. Exemplo muito robusto que prova isso foi o ato de renovação antecipada do contrato da malha ferroviária paulista, assinado na quarta-feira, 27.

Atualmente, essa ferrovia tem capacidade de transportar 30 milhões de toneladas ao ano e, com as melhorias previstas, deve atingir 75 milhões de toneladas até o fim do sexto ano, com os recursos prometidos nas melhorias

Esse ato, aliás, encerra uma luta de quase 5 anos, com muitas idas e vindas, e que exigiu inúmeras ações. Até chegar a esse ato, centenas de personagens, a começar pelo Movimento Pró-Ferrovia, FIEMT, Famato, Fecomércio, passando pela nossa Frente Parlamentar de Logística e Infraestrutura (Frenlogi), Governo do Estado, e a bancada federal, através do senador Jayme Campos e do coordenador, deputado Neri Geller, indo ao Tribunal de Contas da União, Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), até chegar ao Ministério dos Transportes.

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Considerado emblemático para o setor de infraestrutura do país, a renovação viabiliza investimentos de R$ 6 bilhões já nos próximos cinco anos. Atualmente, essa ferrovia tem capacidade de transportar 30 milhões de toneladas ao ano e, com as melhorias previstas, deve atingir 75 milhões de toneladas até o fim do sexto ano, com os recursos prometidos nas melhorias.

O compromisso é de que, ao mesmo tempo que se vai solucionando os gargalos na malha paulista, a concessionária possa avançar também com os trilhos em Mato Grosso, que hoje se encontram em Rondonópolis, no sul do Estado, de forma a chegar a Cuiabá, capital do Estado, e depois seguindo para o Norte, avançando sobre as regiões de produção. Será a ferrovia entrando na roça para escoar a produção, passando ainda pelas zonas de processamento de carne bovina, aves e peixes.

No nosso caso, quem ganha será o agronegócio, que poderá se tornar mais competitivo com sua pauta de exportação. E não para por aí: os efeitos diretos chegam na indústria e ao comércio que, por sua vez, consequentemente, ofertará mais vaga para mão de obra, com novas oportunidades, e, ainda ao consumidor, com produtos acessíveis. É a tão desejada cadeia de progresso e desenvolvimento.

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Ganha ainda o Estado brasileiro. Em um momento de crise, de baixa arrecadação, a União irá receber quase 3 bilhões em outorga. Além disso, entrou na renovação um acordo judicial de mais de 1 bilhão de reais no qual a concessionária se compromete a pagar passivos trabalhistas em discussão há quase duas décadas e que vão finalmente ser solucionados – ajudando a oxigenar a economia.

Como mostra a história em várias partes do mundo, é possível reverter esse quadro descrito como “quase caótico”. Todavia, o cenário futuro é desafiador o que exigirá de todos uma ação efetivamente pragmática. Para isso, com simplicidade e clareza, basta pegar o caminho que está sendo aberto.

Wellington Fagundes é senador por Mato Grosso e presidente da Frente Parlamentar de Logística e Infraestrutura (Frenlogi)

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