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Política

Câmpus avançado da Unemat em Rondonópolis é aprovado

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Em reunião realizada na quarta-feira (4), o Conselho Universitário da Unemat (Consuni) definiu a criação do câmpus avançado de Rondonópolis. Desta forma, o câmpus do município passa a responder administrativamente direto para a reitoria da universidade e não mais para o câmpus de Alto Araguaia. A informação foi dada em primeira mão pelo deputado estadual Thiago Silva e pela reitoria da Unemat. A Unemat em Rondonópolis até hoje funcionava como extensão do câmpus de Alto Araguaia, sem autonomia administrativa.

Thiago Silva é o autor do Requerimento 2859/219 para a criação do câmpus avançado e comemorou a maior autonomia dada para a universidade estadual no município.

“Sempre trabalhamos para a consolidação da Unemat em Rondonópolis e essa é mais uma conquista para nossos jovens. Já destinei para a construção da sede R$ 1,1 milhão e R$ 500 mil para a instalação de novos cursos, e continuaremos lutando para mais melhorias”, disse o parlamentar.

De acordo com o diretor político, pedagógico e financeiro da Unemat em Sinop, Roberto Arruda, o câmpus de Rondonópolis, criado hoje pelo Consuni, é o primeiro câmpus avançado da instituição, assim como foi criado em Lucas do Rio Verde. Com a decisão do Consuni, o município está dando mais um passo para o fortalecimento, a melhoria da estrutura e a chegada de novos cursos.

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Fonte: ALMT

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Agronegócio

Botelho recebe cesta com produtos da agricultura familiar e garante apoio à Empaer

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O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Eduardo Botelho (DEM), recebeu uma cesta com produtos oriundos da agricultura familiar, nesta quinta-feira (17), dos representantes do Sindicato dos Trabalhadores da Assistência Técnica, Extensão Rural e Pesquisa Pública de Mato Grosso (Sinterp-MT). O objetivo é apresentar a capacidade do setor para produção de alta qualidade e sustentável em Mato Grosso e reforçar a necessidade de manter, com orçamento viável, a Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer), responsável pela assistência aos pequenos produtores.

Na oportunidade, Botelho declarou total apoio à Empaer e criticou o desmantelamento e a falta de investimentos em tecnologia, pesquisa e estrutura para os 128 escritórios e mais cinco campos experimentais da empresa, que fazem toda diferença no trabalho dos pequenos produtores rurais.

“Já manifestamos apoio à Empaer, que tem trabalho histórico, precisa estar enxuta sim, mas sou contra a extinção dela [Empaer]. Temos que barrar esse processo de desmantelamento, não só da Empaer, mas também da agricultura familiar como um todo, que começou no governo Blairo Maggi, que nunca deu importância para isso. E vem seguindo para outros governos. Temos que dar um basta nisso. Temos que valorizar a agricultura familiar, pois estamos cada dia mais diminuindo o número de empregos no campo”, questionou Botelho, ao acrescentar a importância de investir em tecnologia e pesquisa para ajudar os pequenos produtores a garantirem emprego e renda no campo.

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“Temos que valorizar onde está dando emprego para as pessoas. Não é só colocar máquinas, porque daqui uns dias já vai ser controlado por drones. Esse sistema que está instalado em Mato Grosso de criar megaprodutores, que são predadores, a cada hora aumentam mais e diminuem o pequeno produtor. A Empaer tem meu total apoio. Vamos lutar para ter uma agricultura familiar forte em Mato Grosso. Essa cesta que recebi comprova que os pequenos vêm sendo insistentes e sendo heróis, trabalhando, produzindo para colocar esse produto na mesa dos mato-grossenses, dos brasileiros”, finalizou Botelho.

O presidente interino do Sinterp, Gilmar Brunetto, explicou as dificuldades pelas quais passa o setor. “Como bem colocou o presidente Botelho, há anos estamos passando por um sucateamento. Não temos orçamento ideal para atender as demandas da agricultura familiar. Dessa forma como está acontecendo, essa atividade num curto espaço de tempo vai desaparecer”, explicou o sindicalista.

Ele ressaltou os reflexos na alta nos preços dos produtos da cesta básica, que têm a tendência de aumentarem ainda mais. Salientou que a falta do título da terra e da garantia para acesso ao crédito está entre os fatores que prejudicam a vida do pequeno produtor rural.

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“Em Campo Verde, por exemplo, onde tem vários assentamentos, o agricultor não tem o título da terra, não tem o CAR, não tem garantia para acessar o crédito e acaba desaparecendo. Assim, o agricultor empresarial arrenda a terra dele, paga mil reais por mês e o pequeno agricultor vai para a cidade. Então, a situação é muito preocupante. Temos condições de sermos autossustentáveis, como os produtos dessa cesta, que podem comprovar a qualidade de produtos saudáveis e ambientalmente corretos”, explicou Brunetto.

Fonte: ALMT

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