Acesse outros veículos da Rede de Mídias!

APOIO

Botelho recebe cesta com produtos da agricultura familiar e garante apoio à Empaer

Publicados

em

O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Eduardo Botelho (DEM), recebeu uma cesta com produtos oriundos da agricultura familiar, nesta quinta-feira (17), dos representantes do Sindicato dos Trabalhadores da Assistência Técnica, Extensão Rural e Pesquisa Pública de Mato Grosso (Sinterp-MT). O objetivo é apresentar a capacidade do setor para produção de alta qualidade e sustentável em Mato Grosso e reforçar a necessidade de manter, com orçamento viável, a Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer), responsável pela assistência aos pequenos produtores.

Na oportunidade, Botelho declarou total apoio à Empaer e criticou o desmantelamento e a falta de investimentos em tecnologia, pesquisa e estrutura para os 128 escritórios e mais cinco campos experimentais da empresa, que fazem toda diferença no trabalho dos pequenos produtores rurais.

“Já manifestamos apoio à Empaer, que tem trabalho histórico, precisa estar enxuta sim, mas sou contra a extinção dela [Empaer]. Temos que barrar esse processo de desmantelamento, não só da Empaer, mas também da agricultura familiar como um todo, que começou no governo Blairo Maggi, que nunca deu importância para isso. E vem seguindo para outros governos. Temos que dar um basta nisso. Temos que valorizar a agricultura familiar, pois estamos cada dia mais diminuindo o número de empregos no campo”, questionou Botelho, ao acrescentar a importância de investir em tecnologia e pesquisa para ajudar os pequenos produtores a garantirem emprego e renda no campo.

Leia Também:  Secretaria recebe 425 inscrições para o Conselho Municipal de Cultura

“Temos que valorizar onde está dando emprego para as pessoas. Não é só colocar máquinas, porque daqui uns dias já vai ser controlado por drones. Esse sistema que está instalado em Mato Grosso de criar megaprodutores, que são predadores, a cada hora aumentam mais e diminuem o pequeno produtor. A Empaer tem meu total apoio. Vamos lutar para ter uma agricultura familiar forte em Mato Grosso. Essa cesta que recebi comprova que os pequenos vêm sendo insistentes e sendo heróis, trabalhando, produzindo para colocar esse produto na mesa dos mato-grossenses, dos brasileiros”, finalizou Botelho.

O presidente interino do Sinterp, Gilmar Brunetto, explicou as dificuldades pelas quais passa o setor. “Como bem colocou o presidente Botelho, há anos estamos passando por um sucateamento. Não temos orçamento ideal para atender as demandas da agricultura familiar. Dessa forma como está acontecendo, essa atividade num curto espaço de tempo vai desaparecer”, explicou o sindicalista.

Ele ressaltou os reflexos na alta nos preços dos produtos da cesta básica, que têm a tendência de aumentarem ainda mais. Salientou que a falta do título da terra e da garantia para acesso ao crédito está entre os fatores que prejudicam a vida do pequeno produtor rural.

Leia Também:  Semana do Consumidor é uma oportunidade para adquirir produtos com até 70% de desconto

“Em Campo Verde, por exemplo, onde tem vários assentamentos, o agricultor não tem o título da terra, não tem o CAR, não tem garantia para acessar o crédito e acaba desaparecendo. Assim, o agricultor empresarial arrenda a terra dele, paga mil reais por mês e o pequeno agricultor vai para a cidade. Então, a situação é muito preocupante. Temos condições de sermos autossustentáveis, como os produtos dessa cesta, que podem comprovar a qualidade de produtos saudáveis e ambientalmente corretos”, explicou Brunetto.

Fonte: ALMT

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Agronegócio

Governo simplifica norma trabalhista do agro

Publicados

em

O governo federal anunciou nesta quinta-feira (23) a modernização de normas do trabalho. Entre elas está a Norma Regulamentadora Número 31 (NR31), está relacionada às atividades e operações trabalhistas dos setores de agricultura, pecuária, silvicultura, exploração florestal e aquicultura.

A nova norma privilegia as soluções de eliminação de perigos para os trabalhadores. A modernização foi feita baseada nas mudanças do agronegócio com processos produtivos mais modernos e inovações tecnológicas que podem gerar novos riscos aos trabalhadores, tanto em saúde quanto segurança. Segundo o Ministério da Economia, o texto atual estava em vigor desde 2005 e dificultava e inviabilizava a adoção de soluções trabalhistas no setor.

A NR 31 propõe, por exemplo, o fim da exigência de aplicação de normas urbanas no meio rural sem observância das peculiaridades do setor. Esse item gerava grande insegurança jurídica e autuações, de acordo com o ministério. Exposição ao sol, por exemplo, é diferente no rural e urbano, com pesos diferentes.

Com isso a expectativa é que o setor do agro no país vai economizar cerca de R$ 4 bilhões por ano. “É menos multa, menos obrigações, mais trabalho e mais emprego. Essa nova norma, aprovada por consenso entre empregados, empregadores e governo, protege mais o trabalhador, muda o ambiente de trabalho, simplifica o complexo ambiente laboral e traz segurança jurídica às relações do agronegócio, tão fundamentais para nossa economia”, acrescentou o secretário especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, Bruno Bianco.

Leia Também:  OAB-MT recebe deputado federal para discussão de pautas da advocacia

A ministra da Agricultura, Tereza Cristina, comemorou a medida em sua rede social. “Grande ganho para o produtor rural, pois simplifica e desburocratiza, além de oferecer mais segurança jurídica em sua aplicação”, destacou.

AGROLINK –Eliza Maliszewski

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

vídeo publicitário

POLÍTICA

POLÍCIA

AGRONEGÓCIO

ECONOMIA

GERAL

MAIS LIDAS DA SEMANA