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Bolsonaro ouve propostas de futuros ministros para estruturar equipe

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Terminou há pouco a reunião do presidente eleito, Jair Bolsonaro, com os indicados para compor seu ministério. Futuro ministro da Educação, Ricardo Vélez Rodríguez foi o primeiro a deixar o local sem falar com a imprensa. Apenas confirmou que todos os indicados estavam presentes.

A reunião começou pouco depois das 10h, no gabinete de tansição, que está em funcionamento no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), em Brasília. O encontro foi marcado para que a equipe apresentasse ao presidente eleito uma sugestão do desenho consolidado da estrutura dos ministérios a partir do dia 1º de janeiro.

Os trabalhos do governo de transição vêm ocorrendo no primeiro andar do CCBB desde 5 de novembro. À medida que novos nomes são anunciados para o primeiro escalão, técnicos e autoridades do atual governo começam a se debruçar, junto com os futuros ministros, sobre a estrutura esperada para o próximo mandato Executivo.

Na última segunda-feira (3), o ministro extraordinário da transição, Onyx Lorenzoni, confirmado para a Casa Civil, divulgou o que pode ser a estrutura definitiva da Esplanada dos Ministérios no governo de Jair Bolsonaro. No total de 22 pastas, Onyx explicou que estão incluídos Banco Central (BC) e Advocacia-Geral da União (AGU), que deverão perder o status de ministério na próxima gestão, reduzindo posteriormente o número de pastas a 20.

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Pouco antes do encontro, Bolsonaro participou rapidamente de uma reunião organizada pelo futuro ministro de Ciência, Tecnologia e Comunicação, Marcos Pontes, com integrantes da comunidade científica.

Bolsonaro ainda precisa confirmar os nomes que comandarão as pastas do Meio Ambiente e de Direitos Humanos. Esta última pode ainda passar a ter status de secretaria, mas ainda não há decisões oficiais.

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Política

A CPI da Pandemia será instalada depois do feriado de 21 de abril

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Com as indicações partidárias concluídas, o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, anunciou para depois do feriado a primeira reunião da CPI da Pandemia. Ele discutirá com os integrantes do colegiado se as sessões serão presenciais, semipresenciais ou remotas.

Já o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) descartou uma disputa pela presidência ou pela relatoria da CPI, apesar de um dos cargos tradicionalmente ficar com o autor do pedido de investigação.

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