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Polícia Civil cumpre mandados contra grupo envolvido na tentativa de roubo no Atacadão

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A Polícia Civil, através da Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO), deflagrou na manhã desta quarta-feira (22.09), operação para cumprimento de ordens judiciais de prisão contra três criminosos envolvidos na tentativa de roubo, no supermercado Atacadão, ocorrido em maio de 2019. Os mandados judiciais foram expedidas pela Terceira Vara Criminal da Capital.

O roubo não foi consumado devido a intervenção imediata da equipe da GCCO, assim como pela ação do vigilante da empresa, resultando na morte de três dos criminosos.  Durante a ação, não houve terceiros feridos, seja dentro do estabelecimento, com a reação justa e necessária do vigilante, seja na parte externa com a intervenção dos policiais, repelindo iminente e injusta agressão.O crime ocorreu no dia 10 de maio quando o grupo criminoso associado, fortemente armado, tentou atacar o carro forte da empresa Brinks, no momento em que era realizado o abastecimento dos terminais de auto atendimento (caixas eletrônicos) instalados no supermercado.

Com os criminosos, foram encontradas diversas armas de fogo, sendo uma pistola canadense, calibre .45, com 13 munições .45 intactas e uma munição .45 deflagrada; submetralhadora,, calibre .40, patrimônio da Polícia Judiciária Civil, com um carregador com 12 munições .40 intactas; e uma pistola, calibre .380, patrimônio da Polícia Militar, com um carregador com uma munição .380 intacta e três munições .380 deflagradas.

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O mesmo grupo criminoso inicialmente identificado no dia dos fatos também era investigado pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Cuiabá por diversos crimes patrimoniais anteriores, investigação que auxiliou no levantamento de provas técnicas da participação deles no crime.

Em continuidade a investigação, a GCCO apurou o envolvimento de outros três criminosos, após incessante trabalho policial que reuniu esforços em Inteligência Policial, análises de vínculos, de imagens, diligências em campo e perícias requisitadas.

Ainda no dia dos fatos, foi aventada a possível participação de uma vigilante da própria empresa Brinks, sendo o seu envolvimento apontado pela esposa de um dos criminosos mortos na ação. Nas investigações foi comprovada a atuação da vigilante no planejamento da ação dos criminosos, fornecendo informações precisas e imprescindíveis, enviando fotos, dados sigilosos e localizações dos pontos de abastecimento de caixas eletrônicos de diversos clientes da empresa onde trabalhava.

A investigação ainda demonstrou o vínculo da vigilante com um conhecido criminoso, já envolvido em diversos crimes relacionados a caixas eletrônicos, também investigado e preso pela GCCO na operação Luxus.

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Um dos alvos da operação já se encontrava preso no Centro de Ressocialização de Cuiabá, bem como dois mandados de busca e apreensão. Os presos serão interrogados na GCCO e o inquérito policial finalizado em dez dias.

Assessoria/Polícia Civil-MT

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Polícia Civil e ANP fiscalizam quatro postos de combustíveis

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A Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada de Defesa do Consumidor (Decon) e a Agência Nacional do Petróleo (ANP) realizaram nesta terça-feira (15.06) mais uma ação de fiscalização de postos de combustíveis em Cuiabá e Várzea Grande.

A ação integrada tem como objetivo apurar denúncias de consumidores encaminhadas à Decon, relativas às suspeitas da quantidade e/ou qualidade dos combustíveis comercializados pelos estabelecimentos. No total quatro postos foram alvos das fiscalizações, sendo três em Cuiabá e um Várzea Grande.

Até o momento as equipes lacraram um bico de etanol, por estar vazando 120 ml a menos a cada 20 litros de combustível abastecido. Diante da constatação da irregularidade, o estabelecimento foi autuado pela Agência Nacional do Petróleo (ANP).Durante a fiscalização na manhã desta terça-feira (15), os policiais civis da Decon acompanhados dos fiscais da ANP averiguaram a vazão de todos os bicos e a qualidade do etanol, da gasolina e do diesel que estão sendo vendidos pelos postos.

Com base nos indícios colhidos será instaurado uma investigação preliminar e o gerente do posto foi intimado a comparecer na Decon para prestar esclarecimentos.

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Conforme o delegado da Decon, Rogério Ferreira, todas as informações que chegam ao conhecimento da delegacia e da Agência Nacional do Petróleo, são minuciosamente averiguadas e os postos passam por constantes ações de fiscalização.

“Em março deste ano, a Polícia Civil e a ANP fiscalizou cerca de 30 postos de combustível nas cidades da baixada cuiabana”, destacou.

Penalidades

Os responsáveis pelos postos, caso haja irregularidades, responderão inquérito policial em crimes inseridos na Lei 8.176/91 (que trata dos crimes contra a ordem econômica e cria o sistema de estoque de combustíveis, no artigo 1º, que trata das irregularidades provenientes da venda e revenda de derivado de petróleo, prevê pena de 1 a 5 anos). Todos ainda respondem por sanções administrativas junto aos órgãos reguladores e fiscalizadores.

Fonte: PJC MT

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