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Homem que furtava igrejas é preso pela Polícia Civil por roubo e tentativa de estupro

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Um homem suspeito de cometer vários furtos em Apiacás (1.010 km ao norte de Cuiabá) foi preso em flagrante pela Polícia Civil do município, na tarde de quinta-feira (12.11), depois de praticar um roubo e uma tentativa de estupro. O suspeito de 35 anos foi autuado pelos crimes de roubo, estupro na forma tentada e uso de documento falso.

As diligências iniciaram logo após a comunicação de um roubo a uma residência no bairro Bom Jesus, anexa a uma igreja. Conforme as vítimas, na madrugada, o casal foi rendido por um homem que entrou no imóvel, com um pano no rosto e a todo tempo fazendo ameaças.

O morador teve os braços e pernas amarrados pelo suspeito, que exigia a chave do cofre da igreja e outros pertences. Durante a ação criminosa, o suspeito tentou abusar sexualmente da mulher, porém, ela conseguiu escapar do casa pulando o muro. O homem ainda perseguiu a vítima jogando uma faca conta a mesma.

Diante das informações e  das características do suspeito, os policiais civis passaram a investigar o crime, quando na tarde de quinta-feira avistaram um rapaz em um bar parecido com os aspectos físicos repassados. Ao perceber a presença dos investigadores, ele se levantou, saiu andando até a esquina. Ao entrar em um terreno nas proximidades foi abordado.

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Durante entrevista, o suspeito aparentando muito nervosismo acabou entrando em contradição por diversas vezes. Dentro do veículo dele os policiais civis apreenderam três facas, alguns documentos em nome de outra pessoa, dinheiro e uma lanterna. Em seguida ele foi encaminhado para esclarecimentos.

Na Delegacia de Polícia de Apiacás, o homem inicialmente apresentou o nome falso, porém, assumiu a autoria do roubo, bem como foi reconhecido pelas vítimas. Além do assalto em investigação, o preso confessou ter feitos vários furtos mediante arrombamentos em pelo menos quatro igrejas da cidade.

Diante dos fatos, ele foi preso em flagrante pelos crimes de roubo, tentativa de estupro e uso de documento falso.

Assessoria | Polícia Civil-MT       

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POLÍCIA

Fiscalização integrada apura atuação ilegal de profissional em clínica de beleza na Capital

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A Delegacia Especializada de Defesa do Consumidor (Decon), em conjunto com a Vigilância Sanitária de Cuiabá e os Conselhos Regionais de Medicina e de Biomedicina, realizou uma ação integrada para apurar denúncia de prática de exercício ilegal da medicina e da biomedicina e de falsidade ideológica em uma clínica de beleza na Capital.

A fiscalização foi realizada na manhã desta quarta-feira (20.01), em um SPA localizado no bairro Jardim Imperial, em Cuiabá. O alvo da operação é uma mulher de 25 anos, que supostamente vinha exercendo ilegalmente as profissões de médica e de biomédica.

Conforme investigação da Decon, a suspeita se apresentava como doutora e usava a abreviação Drª antes do seu nome. Ela também divulgava em uma rede social o número de registro de outra pessoa no Conselho Regional de Biomedicina como sendo seu.

Segundo apuração realizada pelos policiais civis, a investigada publicava que era bacharel no curso de biomedicina, formada por uma faculdade particular de Várzea Grande, e com especialização em estética invasiva e habilitação, que permite realizar procedimentos como lipoaspiração de papada, botox, harmonização facial e outros, por outra instituição de ensino.

No entanto, em contato com as duas unidades educadoras, ambas informaram à Polícia Civil que a suspeita não possui registros de formação nos referidos cursos.

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A Decon também teve acesso a vídeos em que a mulher aparece realizando procedimentos invasivos, entre eles a aplicação de anestesia local, cauterização de manchas de pele, preenchimento labial, aplicação de botox, escleroterapia de vasos e até pequenas cirurgias com a remoção de pele, procedimentos que só devem ser feitos por profissional formado na área da saúde, com especialização em clínicas médicas ou hospitais, além de necessitar de alvará sanitário e suporte para socorro ao paciente em caso de complicações.

Durante a fiscalização, a equipe da Vigilância Sanitária notificou os responsáveis pelo SPA para que sejam alterados os alvarás de localização, funcionamento e da Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAES), para inclusão de outras atividades referentes a salão de cabeleireiro, manicure e pedicure e, de forma secundária, atividades de estética.

No local também foram apreendidas agulhas e dezenas de frascos de produtos e de medicamentos que estavam sendo utilizados pela suspeita nos atendimentos. Alguns dos medicamentos apreendidos só podem ser comprados por médicos ou biomédicos.

À Polícia Civil, os proprietários alegaram que não sabiam que a funcionária não era biomédica e nem esteticista e que ela havia entregado cópia de diplomas, da carteira funcional do Conselho de Biomedicina e de outros documentos. Contudo, até o início da tarde desta quarta-feira (20), os donos da clínica não haviam enviado as cópias dos documentos à delegacia especializada.

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Conforme o delegado da Decon, Rogério Ferreira, as investigações continuam e todos os envolvidos já foram intimados para serem ouvidos e prestarem esclarecimentos.

Os consumidores que foram atendidos pela suspeita, acreditando que a profissional fosse doutora, poderão procurar a Decon para denunciar a mulher e ajudar no esclarecimento dos fatos.

“A Delegacia do Consumidor alerta para o risco à vida, à saúde e à integridade física do consumidor, em realizar procedimentos invasivos, como botox e harmonização facial, com pessoa que não é formada na área da saúde ou que não possui a especialização necessária para esse tipo de atendimento, ou ainda em locais que não possuem o alvará da vigilância sanitária e o suporte necessário para prestar socorro em caso de necessidade”, completou o delegado Rogério Ferreira.

 

Fonte: PJC MT

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