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TRÁFICO DE DROGAS

Gefron apreende 500 kg de drogas avaliadas em mais de R$ 10 milhões

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Uma ação conjunta entre os policiais do Grupo Especial de Segurança de Fronteira (Gefron), Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (Ficco), de Minais Gerais, e Polícia Federal (PF), resultou na apreensão de 513,66 kg de substância análoga a cocaína, na BR-360, em Rondonópolis (215 km ao Sul de Cuiabá).

Durante a ocorrência, na madrugada desta quarta-feira (11.11), um suspeito que conduzia um caminhão Mercedes-Benz Astros, cor cinza, foi preso por tráfico de drogas. O entorpecente, avaliado em R$ 10 milhões, estava separado por tabletes, no meio de uma carga de caroço de algodão, e foi localizado pelo cão farejador da PF de Rondonópolis.

De acordo com o boletim de ocorrência, a carga teria sido carregada na cidade de Campo Novo do Parecis, com destino ao estado de São Paulo.

Diante dos fatos, o suspeito, o veículo e os materiais apreendidos foram encaminhados para a Polícia Federal de Rondonópolis, para as providências que o caso requer. O prejuízo total ao crime foi estimado em R$ 12.650.000,00, somando a droga, o caminhão e a carga transportada.

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POLÍCIA

Fiscalização integrada apura atuação ilegal de profissional em clínica de beleza na Capital

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A Delegacia Especializada de Defesa do Consumidor (Decon), em conjunto com a Vigilância Sanitária de Cuiabá e os Conselhos Regionais de Medicina e de Biomedicina, realizou uma ação integrada para apurar denúncia de prática de exercício ilegal da medicina e da biomedicina e de falsidade ideológica em uma clínica de beleza na Capital.

A fiscalização foi realizada na manhã desta quarta-feira (20.01), em um SPA localizado no bairro Jardim Imperial, em Cuiabá. O alvo da operação é uma mulher de 25 anos, que supostamente vinha exercendo ilegalmente as profissões de médica e de biomédica.

Conforme investigação da Decon, a suspeita se apresentava como doutora e usava a abreviação Drª antes do seu nome. Ela também divulgava em uma rede social o número de registro de outra pessoa no Conselho Regional de Biomedicina como sendo seu.

Segundo apuração realizada pelos policiais civis, a investigada publicava que era bacharel no curso de biomedicina, formada por uma faculdade particular de Várzea Grande, e com especialização em estética invasiva e habilitação, que permite realizar procedimentos como lipoaspiração de papada, botox, harmonização facial e outros, por outra instituição de ensino.

No entanto, em contato com as duas unidades educadoras, ambas informaram à Polícia Civil que a suspeita não possui registros de formação nos referidos cursos.

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A Decon também teve acesso a vídeos em que a mulher aparece realizando procedimentos invasivos, entre eles a aplicação de anestesia local, cauterização de manchas de pele, preenchimento labial, aplicação de botox, escleroterapia de vasos e até pequenas cirurgias com a remoção de pele, procedimentos que só devem ser feitos por profissional formado na área da saúde, com especialização em clínicas médicas ou hospitais, além de necessitar de alvará sanitário e suporte para socorro ao paciente em caso de complicações.

Durante a fiscalização, a equipe da Vigilância Sanitária notificou os responsáveis pelo SPA para que sejam alterados os alvarás de localização, funcionamento e da Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAES), para inclusão de outras atividades referentes a salão de cabeleireiro, manicure e pedicure e, de forma secundária, atividades de estética.

No local também foram apreendidas agulhas e dezenas de frascos de produtos e de medicamentos que estavam sendo utilizados pela suspeita nos atendimentos. Alguns dos medicamentos apreendidos só podem ser comprados por médicos ou biomédicos.

À Polícia Civil, os proprietários alegaram que não sabiam que a funcionária não era biomédica e nem esteticista e que ela havia entregado cópia de diplomas, da carteira funcional do Conselho de Biomedicina e de outros documentos. Contudo, até o início da tarde desta quarta-feira (20), os donos da clínica não haviam enviado as cópias dos documentos à delegacia especializada.

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Conforme o delegado da Decon, Rogério Ferreira, as investigações continuam e todos os envolvidos já foram intimados para serem ouvidos e prestarem esclarecimentos.

Os consumidores que foram atendidos pela suspeita, acreditando que a profissional fosse doutora, poderão procurar a Decon para denunciar a mulher e ajudar no esclarecimento dos fatos.

“A Delegacia do Consumidor alerta para o risco à vida, à saúde e à integridade física do consumidor, em realizar procedimentos invasivos, como botox e harmonização facial, com pessoa que não é formada na área da saúde ou que não possui a especialização necessária para esse tipo de atendimento, ou ainda em locais que não possuem o alvará da vigilância sanitária e o suporte necessário para prestar socorro em caso de necessidade”, completou o delegado Rogério Ferreira.

 

Fonte: PJC MT

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