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INDÍCIO DE CRIME

Bombeiros apontam indícios de crime de tenente contra ex-aluno

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Do Folhamax | O Inquérito Policial Militar (IPM) conduzido pela corregedoria do Corpo de Bombeiros apontou que a indícios de crime militar na conduta da tenente Izadora Ledur. A investigação é referente a acusação do ex-aluno do Corpo de Bombeiros, Maurício Junior dos Santos.

O rapaz afirma que participou da 15ºC turma de alunos do Corpo de Bombeiros e desistiu da profissão um mês antes de se formar, após episódio traumático vivido com a tenente. Em fevereiro de 2017, ele passou por treinamento em água e a tenente era uma das instrutoras. Ele acusa a profissional de tortura durante o curso. Também pesa contra a militar acusações sobre a morte do aluno Rodrigo Claro, em novembro do mesmo ano. Ele passou mal durante salvamento aquático. O jovem era aluno da 16º Turma, na qual Ledur era comandante do curso.

No documento de conclusão de inquérito, o encarregado, major Heitor Alves de Souza, determina a homologação da investigação e encaminhamento para a 13ª Promotoria de Justiça Criminal – Crimes Militares e solicita cópia de apurações complementares. “Resolvo determinar a imediata apuração disciplinar das transgressões disciplinares”.

Maurício dos Santos afirma que Izadora Ledur destruiu dois de seus sonhos: ser bombeiro e se formar no curso de Direito. Na época, ele era estudante do curso, mas teve que parar porque perdeu o (Fundo de Financiamento Estudantil). Hoje, o ex-aluno atua no setor de Recursos Humanos. “Sabemos muito bem que ela está levando sua vida normalmente, enquanto isso famílias ficam carregando essa dor por dias, meses e anos sem resposta alguma. Como sempre falo, eu sou prova viva de tudo o que aconteceu. Tanto no meu caso quanto no do Rodrigo, sem falar que não podemos esquecer dos militares que foram meus colegas que também passaram por essas situações”, declara o rapaz.

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O fato ocorreu em 2017 e ainda não houve resolução. “Eu só busco por Justiça, que ela pague pelas atrocidades que cometeu e que seja resolvido o mais rápido possível, porque ninguém aguenta mais”, completa.

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POLÍCIA

Nova delegacia é construída com união de instituições públicas e sociedade

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Sociedade e servidores da Polícia Civil de São José do Rio Claro (315 km a médio-norte de Cuiabá) conquistaram o sonho da sede nova para a delegacia da cidade, um projeto que para ser colocado em prática contou o envolvimento e união da comunidade e instituições públicas do município. A inauguração do novo prédio está prevista para o final de outubro, mas o atendimento já está funcionando no local.

Esse esforço conjunto resulta em benefício geral, pois a nova delegacia traz mais conforto para o trabalho diário de policiais civis e também no atendimento à população. Para erguer o novo prédio, construído ao lado da antiga delegacia, a Polícia Civil se uniu ao Poder Judiciário, Ministério Público, Conselho da Comunidade e prefeituras de São José do Rio Claro e Nova Maringá para angariar recursos, além, é claro, da colaboração da sociedade por meio de empresas e moradores do município.

Orçada inicialmente em R$ 250 mil, a delegacia foi construída na mesma área ao lado da antiga sede e está com mais de 80% concluída. A previsão é de que seja inaugurada oficialmente no final do mês de outubro. Restam concluir as celas e o muro do novo prédio.

Nesta quinta-feira (17.09), o juiz da Comarca, Luís Felipe Lara, visitou a delegacia e entregou uma chave simbólica do prédio ao delegado da Polícia Civil, Marcello Henrique Maidame.

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Os servidores realizaram a mudança de toda a parte administrativa e os atendimentos à população já estão em andamento no novo prédio.

Projeto e engajamento social

O projeto arquitetônico da nova delegacia foi elaborado pela equipe da Gerência de Obras e Projetos da Polícia Civil e tem um espaço amplo e mais adequado às necessidades atuais da equipe da unidade policial. O novo prédio possui 11 salas, enquanto que a antiga delegacia tem apenas quatro salas, uma recepção que pode acomodar até 30 pessoas, além de um espaço doado pela Prefeitura do município em regime de comodato para abrigar veículos apreendidos. A Polícia Civil providenciou a climatização de todo o prédio e o mobiliário.

Para erguer o novo prédio, a comunidade de São José do Rio Claro organizou, em fevereiro deste ano, um leilão de gado bovino cujo resultado foi aplicado na obra. O gado foi doado por empresas da região. Também foram vendidas rifas para finalizar a construção.

O delegado de São José do Rio Claro, Marcello Maidame, destaca o apoio e empenho do Conselho da Comunidade, presidido pela advogada Rejane Sonnenberg, o juiz Luís Felipe Lara e o empresariado local que se engajou para que a nova delegacia se tornasse realidade. “Sem os apoios que estamos recebendo desde o início, nada disso seria realidade hoje. Toda a sociedade do município, Judiciário e Ministério Público, as prefeituras de São José e de Nova Maringá e, especialmente, o Conselho da Comunidade colaboraram para erguer essa obra”, apontou o delegado, que junto com o Conselho visitou segmentos empresariais e profissionais autônomos do município para colaborar com a obra da nova delegacia.

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O delegado-geral da Polícia Civil, Mário Dermeval Aravéchia de Resende, destacou o esforço das instituições e da sociedade em colaborar com a estrutura da segurança pública no município. Ele, acompanhado do diretor de Interior, Walfrido Nascimento, e da delegada regional, Alessandrah Marques Alecrim participaram em fevereiro deste ano do leilão realizado no município para angariar recursos destinados à obra da delegacia.

“O engajamento da sociedade e das instituições em São José do Rio Claro, como o Poder Judiciário, que se empenhou nesse projeto, está proporcionando à Polícia Civil um local decente para atender a população e para o trabalho de nossos servidores. É uma união de diversos segmentos sociais que está produzindo um resultado fantástico”, enfatizou o delegado-geral.

Fonte: PJC MT

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