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CAMPEONATO BRASILEIRO

Atletas do projeto Jiu-Jitsu Rotam da PM conquistam sete medalhas

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Os alunos atletas do projeto social Jiu-Jitsu Rotam da Polícia Militar de Mato Grosso conquistaram sete medalhas no Campeonato Brasileiro de Jiu-Jitsu Esportivo (CBJJE). O evento ocorreu entre os dias 23 e 25 de outubro, na cidade de Caieiras, em São Paulo.

Das medalhas conquistadas pelas crianças e adolescentes atendidas pelo projeto de atletas mirins da Rotam, três são de ouro, três de prata e uma medalha de bronze.

 Aluno do projeto há oito anos, o atleta Felipe Leonardo, de 17 anos foi um dos destaques da competição em São Paulo. O jovem que encarou o adversário no tatame com técnica e determinação venceu na modalidade No-Gi (Sem Kimono) e foi um dos alunos da ação da PM que trouxe medalha de ouro para Mato Grosso.

Felipe Leonardo ou Filipinho, como é carinhosamente chamado pelos policiais treinadores e amigos de tatame, é um dos primeiros alunos do projeto. A vitória dele na modalidade No -Gi (sem kinomo) é inédito para o projeto. Em sua trajetória esportiva em competições, ele   já conquistou diversos títulos estaduais e nacionais.

Coordenador do projeto, sargento Roderick Cardoso Ferreira destaca que mesmo com as dificuldades impostas pelo o isolamento social, com pouco tempo de treino devido a pandemia da Covid-19, os alunos da Rotam conseguiram se preparar e se destacar na competição.

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“Nós fomos surpreendidos com a pandemia, essa competição geralmente ocorre no primeiro semestre do ano, mas devido ao coronavírus, só pode ocorrer agora. Mesmo com pouco tempo para se prepararem nossos atletas conseguiram se destacar na competição que abre muitas portas”, destaca o sargento.

Tomando todos os cuidados necessários para evitar a contaminação do novo coronavírus, os instrutores do Jiu-Jitsu Rotam conseguiram, em pouco tempo, preparar os pequenos águias lutadores para o campeonato.

Além de Felipe Leonardo, que conquistou a medalha de ouro, os alunos João Victor Araújo, de 13 anos e Victor Marcel, de 15 anos de idade, também trouxeram para Mato Grosso o prêmio dourado mais desejado da competição esportiva.

Os atletas Luciano da Silva (14), Rafael Luiz (12) e Sérgio Ichiro, o caçula da turma, conquistaram o segundo lugar no pódio e ganharam a medalha de prata. Já a atleta Liandra Cristina, de 15 anos, representou as mulheres e conquistou a medalha de bronze do campeonato.

Atualmente o Jiu-Jitsu Rotam possui 200 alunos. A participação das crianças e adolescente em competições atendidas pelo projeto já é algo rotineiro, que prepara os jovens atletas para o desenvolvimento esportivo e social. Mesmo com a pandemia, o coordenador da ação social destaca que a determinação dos alunos não deixou a desejar.

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“Eles treinaram praticamente dois meses. O campeonato brasileiro é o start das competições de jiu-jitsu no país, prepara os atletas participantes para as disputas internacionais e garante oportunidades como o Bolso Atleta, do Governo do Estado”, explica o sargento.

Projeto Jiu-Jitsu Batalhão Rotam 

O projeto foi criado em fevereiro de 2013, com apenas dez alunos. Ao longo desses sete anos conquistou medalhas em importantes competições nacionais.

A iniciativa social da Polícia Militar coordenada pelo Batalhão Rotam oferece aulas de jiu-jitsu gratuitamente para crianças e adolescentes de seis a 16 anos de idade. As atividades são gratuitas e contam com o apoio de policiais militares voluntários da unidade especializada da PM.

O Jiu-Jitsu Rotam atendeu em 2019 mais de 150 alunos carentes da região metropolitana.

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POLÍCIA

Polícia Civil de MT cria canal para denúncias de corrupção

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A Polícia Civil de Mato Grosso criou um canal exclusivo para que a população possa fazer denúncias sobre atos ilícitos de corrupção e lavagem de dinheiro. Pelo endereço http://denuncia.pjc.mt.gov.br, o cidadão poderá fazer o registro de forma anônima ou identificada, sobre qualquer ato de corrupção, com a garantia de sigilo da identidade do denunciante. O site pode ser acessado tanto pelo computador ou notebook, quanto por aparelhos celulares smartphones.

A criação do novo serviço online, coordenado pelo Laboratório de Tecnologia Contra Lavagem de Dinheiro (LAB-LD) da Diretoria de Inteligência da Polícia Civil, atende a uma necessidade de aperfeiçoamento da atuação das Polícias Civis na investigação de crimes de lavagem de dinheiro, conforme previsto em uma das ações definidas em 2018 pela Estratégia Nacional de Combate à Corrupção e à Lavagem de Dinheiro (ENCCLA) proposta pelo Conselho Nacional dos Chefes de Polícia Civil.

Para o diretor de Inteligência, delegado Juliano Carvalho, o site fortalece os canais disponíveis para que a população possa colaborar com a Polícia Civil na identificação de ações ilícitas que envolvam corrupção. “Quanto mais tivermos mecanismos à disposição da sociedade, mais fortalecemos o combate à corrupção, a exemplo do que já é praticado em outros estados, onde a Polícia Civil dispõem de espaços semelhantes para denúncias de lavagem de dinheiro, como em Pernambuco e no Distrito Federal, e também por parte do Ministério Público em São Paulo e Goiás”, destaca o diretor.

Como denunciar

O site http://denuncia.pjc.mt.gov.br é autoexplicativo e bastante fácil para preenchimento dos campos de informações. Para que a ocorrência tenha um atendimento mais rápido, sempre que possível, o cidadão deve fornecer o maior número de dados como a ação do fato, onde aconteceu e como está acontecendo; quem são as pessoas ou organizações envolvidas e, ainda, quais as suas redes sociais; a atividade profissional do denunciado; se o denunciado tem empresa ou ostenta patrimônio ou padrão de vida incompatível com a atividade profissional que declara exercer.

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O investigador Marcos Monclair, que atua no LAB-LD, explica que mesmo sem ter todas as informações, a denúncia pode ser realizada da mesma maneira. Após analisar as informações recebidas, o laboratório encaminha os dados à delegacia responsável pela apuração dos fatos. Depois que o denunciante preenche todos os campos das informações será gerado um número de protocolo, com o qual ele poderá acompanhar o andamento do registro da denúncia.

“Os investimentos em tecnologia efetuados pela Polícia Civil dão continuidade ao aprimoramento de ambientes virtuais que possam estreitar ainda mais a comunicação com a população. Desta forma, a instituição proporciona um atendimento de qualidade e serviços confiáveis no combate aos crimes de corrupção, onde a maior vítima é a sociedade”, pontua o policial civil, ao comentar a criação do novo ambiente virtual.

LAB-LD

Os crimes de lavagem de dinheiro estão previstos na Lei 9.613/98 e são decorrentes da ocultação ou dissimulação de bens ou valores obtidos ilicitamente por meio de outros crimes, como corrupção, desvio de recursos públicos, tráfico de drogas, furto, roubos e estelionato. Os indícios de lavagem de dinheiro muitas vezes estão presentes, por exemplo, quando criminosos passam a ostentar um padrão de vida incompatível com a atividade profissional que declaram exercer, passam a usar terceiros em suas transações (laranjas) ou montam empresas de fachada para dar legalidade a recursos obtidos ilicitamente.

O LAB-LD da Polícia Civil colaborou ativamente com diversas investigações de repercussão conduzidas pela instituição ao longo dos últimos anos, cujas operações realizadas chegaram a dezenas de prisões de envolvidos em crimes como corrupção na administração pública, organização criminosa, homicídios, roubos, lavagem de dinheiro e efetuou também a recuperação de ativos.

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A Operação Sodoma investigou crimes envolvendo a administração pública e foi uma das apurações de maior repercussão dos últimos anos em Mato Grosso. O inquérito policial investigou uma organização criminosa composta por agentes públicos, que ocuparam cargos do alto escalão do Governo do Estado nos anos de 2013 e 2014, que praticou crimes de corrupção e lavagem de dinheiro, entre eles a concessão ilegal de benefícios fiscais a empresas. O resultado da investigação recuperou aproximadamente R$ 139 milhões diretamente aos cofres do Estado, que foram revertidos para investimentos em obras públicas como escolas e também na construção da nova sede da Polícia Civil, e outros R$ 1 bilhão indiretamente.

Outra operação realizada com atuação do LAB-LD foi a Red Money, deflagrada em 2018 e focada na descapitalização e desestrutura da base financeira de uma facção criminosa que age de dentro de presídios em Mato Grosso. A operação reuniu um conjunto probatório ao longo de mais de 15 meses de investigações que chegou ao indiciamento de 113 pessoas e sequestro de R$ 8 milhões em bens.

Já a Bereré apurou desvios de recursos no Detran-MT e a Vespeiro investigou desvios de recursos em pagamentos ilícitos a pessoas físicas por meio da contra única do Estado, via sistema BB-PAG.

Enccla

A Estratégia Nacional de Combate à Corrupção e à Lavagem de Dinheiro (ENCCLA), criada em 2003, é a principal rede de articulação entre órgãos dos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário das esferas federal e estadual para a formulação de políticas públicas e soluções voltadas ao combate àqueles crimes. O Departamento de Recuperação de Ativos e Cooperação Jurídica Internacional (DRCI), do Ministério da Justiça e Segurança Pública, atua como secretaria-executiva da Enccla.

Fonte: PJC MT

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