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CRIME ORGANIZADO

Ações do VIGIA dão mais de R$ 2 bi de prejuízos ao crime organizado

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O crime organizado sofreu um prejuízo de mais de R$ 2 bilhões em função das ações do Programa Nacional de Segurança nas Fronteiras e Divisas (VIGIA) contra as organizações criminosas que atuam nas fronteiras do país. No balanço dos primeiros 100 dias de gestão do ministro da Justiça e Segurança Pública, André Mendonça, a cifra apresentada pelo programa, coordenado pela Secretaria de Operações Integradas (Seopi), alcançou recorde na série histórica.

Nos últimos três meses, de abril a julho deste ano, a Operação Hórus, um dos eixos do VIGIA, registrou um aumento de 632% nas apreensões de drogas, passando de 17 toneladas no primeiro trimestre para 22 toneladas de drogas no segundo trimestre.

De acordo com o Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), presente em nove estados de fronteiras – Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Roraima, Rondônia, Acre e Amazonas, além de duas divisas – Tocantins e Goiás, o trabalho das forças policiais estaduais e federais e de militares do Exército resultou, ainda, em um acréscimo de 30% na apreensão de cigarros, passando de 17 milhões de maços, para 22 milhões nos últimos 90 dias.

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Nesse período as forças de segurança do Estado impuseram grandes perdas aos criminosos com incremento de 110% de prejuízo direto ao crime, passando de R$ 230 milhões para R$ 490 milhões, ao comparar os meses de abril a julho de 2019 com o mesmo período deste ano.

Nos últimos três meses, mais de mil veículos foram interceptados e 1.500 criminosos presos, desarticulando e enfraquecendo as organizações criminosas.

Para intensificar os trabalhos da Operação Hórus, o efetivo que recebe o custeio de diárias pelo MJSP aumentou em 167% passando, de 261 agentes/dia para 697/dia, o que representa um investimento diário do ministério da ordem de R$ 123 mil. Ao todo, hoje, são mais de 5 mil agentes de segurança pública federal, estadual e municipal envolvidos nas ações  do Programa VIGIA.

 

*Com informações do MJSP

Edição: Aécio Amado

Fonte: EBC Geral

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POLÍCIA

Polícia Civil identifica condutor que causou morte de motociclista na MT-251

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A Polícia Civil, através da Delegacia Especializada de Delitos de Trânsito (Deletran), esclareceu o acidente ocorrido na manhã de domingo  que resultou na morte de um motociclista, na MT-251, rodovia que liga Cuiabá a Chapada dos Guimarães.

O motorista do veículo Honda Civic envolvido no acidente foi identificado. D.S.G., de 25 anos responderá pelos crimes de homicídio culposo no trânsito, fuga do local, omissão de socorro e embriaguez ao volante, de acordo com as novas regras do Código de Trânsito Brasileiro (CTB).

O acidente causou a morte de Célio Marques de Oliveira, de 49 anos, que teve o corpo jogado para fora da pista após a colisão entre sua motocicleta e o veículo Honda Civic.

As investigações indicaram que o ponto de colisão entre os veículos ocorreu próximo ao acostamento da faixa de direção em que a motocicleta trafegava. Os danos sofridos pela motocicleta indicam que a vítima pilotava o veículo em alta velocidade no momento do acidente.

O condutor do Honda Civic fugiu do local logo após os fatos, não prestando socorro à vítima. Desde o acidente, a equipe da Deletran realizou diligências para localizar o suspeito, que foi identificado no mesmo dia.

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Nesta quinta-feira (22), o delegado responsável pelas investigações, Christian Alessandro Cabral, ouviu na delegacia a primeira pessoa que esteve no local dos fatos, que confirmou a identidade do motorista do Honda Civic e também que o suspeito estava embriagado no momento do acidente.

Segundo o delegado, o suspeito deverá ser ouvido ainda nesta quinta-feira na Deletran e responderá pelos crimes de homicídio culposo, fuga de local, omissão de socorro e também pela embriaguez ao volante.

“Ele ficará sujeito a pena de até oito anos de reclusão e será o primeiro a se sujeitar ao novo rito do Código de Trânsito Brasileiro, com as mudanças implementadas no início do mês. Com as novas regras, ele terá que cumprir, ao final do processo, toda a pena pelo qual for condenado, encarcerado”, disse o delegado, acrescentando que o rápido desfecho do caso deve-se à colaboração prestadas por meio do Disque Denúncia da Polícia Civil.

Fonte: PJC MT

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