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NAYARA CERUTTI

Tendências da harmonização facial para 2022

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Feche os olhos e pergunte-se, o que deveria mudar em sua face para que a beleza seja real, ou mais abundante? Mude agora apenas uma palavra, troque a beleza pela felicidade. Ah, sim agora você terá a resposta correta, pois quando se perguntar, o que deveria mudar em sua face para que a felicidade seja real, ou mais abundante, fica mais fácil saber exatamente o que harmonizar. A beleza na face pode então significar a harmonização apenas de um nariz, mas, talvez a felicidade venha mesmo, quando você se imaginar ainda mais jovem, além, claro de um nariz mais perfeitinho. O que isso quer dizer? Simples, siga as tendências de 2022 da harmonização facial, seja mais feliz, por estar e sentir-se mais bela!

Se entendeu perfeitamente esse princípio, agora sim podemos falar em tendências deste universo espetacular que pode ser a harmonização facial, digo que pode ser, porque é fundamental que o procedimento seja realizado sempre, por excelentes profissionais, e com produtos de alta tecnologia, que garantam mais durabilidade, a segurança desejada e o acabamento perfeito. Com essas checagens as tendências ficam em alta quando os lábios, os olhos, o nariz e os contornos continuam sendo os grandes queridinhos da harmonização facial.

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É fácil compreender que vão continuar em alta esses procedimentos que se traduzem em fios de PDO, toxina botulínica e ácido hialurônico. Se você está na trilha da juventude e da aceitação de um novo você, fique sempre atenta a estas áreas da face, porém sem exageros, para que o arrependimento nem passe por perto em 2022. O ideal é que com a tecnologia sempre avançado com muita velocidade, é possível conquistar a nova face tendo sempre muita naturalidade. É o mandamento supremo, depende da sua escolha e do bom senso estético do profissional.

Mas, você pode se perguntar, doutora, como é possível continuar mantendo a naturalidade, quando há a necessidade de fazer inúmeros procedimentos de uma só vez? Eu diria, na harmonização tudo é possível, desde que o profissional esteja sempre atualizado com as mudanças constantes deste setor, que não param. Já fiz faces rejuvenescer em 10 anos, com apenas uma hora de procedimentos! Sim é possível, e esta é a missão nobre da harmonização. Não existem problemas em trabalhar a toxina botulínica e fios de PDO na região dos olhos, no mesmo dia em que a boca, nariz e bochechas também passem por procedimentos.

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Sim a grande tendência para 2022 é transformar-se para melhor, para alcançar a plenitude sonhada, para se aceitar e ficar no topo da sua autoestima. Priorize-se, o próximo ano é um novo ciclo, e a prosperidade dele, bem como a felicidade que chegará depende de você, harmonize-se!!

Nayara Cerutti, odontóloga com atuação em harmonização facial

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Opinião

Podem ocorrer desastres naturais em Mato Grosso

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O ano de 2022 começou com uma sequência de desastres naturais. Entre os que tiveram uma maior repercussão na mídia, está a queda de blocos em Capitólio-MG, que causou a morte de 10 pessoas, as enchentes que afetaram muitas cidades no país e os deslizamentos, que destruíram casarões históricos.

Devido ao impacto na mídia e uma crescente preocupação da sociedade, em Mato Grosso, o Governo do Estado não tardou em fazer uma visita ao portão do inferno, situado na MT 251, entre Cuiabá e Chapada dos Guimarães, para verificar a situação do local. Porém será que ações como esta, de fato contribuem para uma gestão correta de áreas de risco?

Este texto aborda sobre o que está sendo feito, ou melhor, o que não está sendo feito, para garantir a segurança e proteger a vida do cidadão no estado.

Devido a diversidade geológica, geomorfológica, as características climáticas e de uso e ocupação do solo, em muitos locais de Mato Grosso podem ocorrer processos como formação de grandes erosões lineares, deslizamentos, quedas de blocos, rastejo, colapso de cavidades subterrâneas, inundações, terremotos entre outros.

Em muitos locais de Mato Grosso podem ocorrer processos como formação de grandes erosões lineares, deslizamentos, quedas de blocos
A frequência e a intensidade com que esses processos ocorrem varia ao longo do tempo, porém é fato que eles continuarão a acontecer. Para reduzir os impactos econômicos, ambientais e a perda de vidas, o desenvolvimento de estudos, a gestão territorial correta e o monitoramento de áreas de risco são fundamentais.

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O mapeamento de áreas de risco pode ser realizado por diversas instituições estaduais ou federais, como por exemplo, a Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e o Serviço Geológico do Brasil (CPRM).

Porém o ordenamento destas áreas, o monitoramento de forma rotineira e as ações de orientação junto a população, devem ser realizadas por algum órgão da gestão do estado ou de municípios. E aí começa o problema.

Profissionais como geólogos, são fundamentais para mapeamento e gestão de áreas de risco. Estes profissionais compõem alguns órgãos do governo, como a Secretaria de Estado de Meio Ambiente (SEMA) e na Companhia Mato-grossense de Mineração (METAMET), porém nestes locais eles trabalham com temáticas como gestão de recursos hídricos e mineração, e não o mapeamento e gestão de áreas de risco.

Ou seja, hoje nenhum setor técnico do governo trabalha de forma permanente para evitar desastres. Uma alternativa para resolver esse problema, seria a defesa Civil ter uma equipe técnica permanente multidisciplinar, com estrutura para aplicar o previsto na Política Nacional de Proteção e Defesa Civil – PNPDEC.

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Se o estado quase nada faz para evitar desastres, muitos municípios, até mesmo pela pouca estrutura e disponibilidade orçamentária, também não conseguem realizar as ações necessárias.

Desta forma, o cidadão fica à mercê, correndo riscos que poderiam ser evitados ou reduzidos. Mas essa situação precisa mudar, só basta o governo estadual querer. Realizar um concurso para constituir um núcleo de técnicos na Defesa Civil, que tenham condições de colocar em prática a Política Nacional de Proteção e Defesa Civil – PNPDEC, assim como dar todo suporte para os municípios.

Trabalhar para prevenir desastre é a melhor escolha. Isso protege a vida das pessoas, a natureza e até mesmo a economia local. Não podemos mais ficar vivendo uma cultura de culto aos desastres, onde se busca holofote e palanque em meio tragédias que poderiam ser evitadas. Precisamos de um estado técnico e que faça seu papel de realizar rotineiramente e de forma permanente as ações e estudos necessários. Investir em prevenção é investir em segurança para você.

Caiubi Kuhn é professor na Faculdade de Engenharia (UFMT), geólogo.

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