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Bastidores da República

OPINIÃO DO DIA: Até quando Bolsonaro?

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As coisas parecem não estar funcionando de acordo com o planejamento e como consta no organograma de nosso presidente.

Suas ações, projetos, metas e vontade de acertar estão sempre sendo contestadas e sendo assassinadas pelos seus algozes de plantão: Senado, Câmara e STF (Superior Tribunal de Federal), eles literalmente governam!

Talvez, por essa constatação, a passividade de nosso presidente foi comparada, recentemente, a Rainha da Inglaterra; e se transformou num Lorde de fala baixa e gestos sempre polidos e comedidos.

Rainha só se for do cone sul e sem realeza no sangue, porque nem sua majestade Elizabeth engole tantos sapos de seu parlamento, ela intervém, conclama a população e mostra sua vontade que é a de governar para o povo.

Sangue, aliás, que foi um aditivo que pesou na eleição do Sr. Bolsonaro, aquele, quente, turrão e que não levava desaforos para casa, peitava tudo e todos e nunca se dobrou a corruptos e corrupção.

Este escriba como milhões de outros esperançosos brasileiros, votaram no cara do chute na porta, murros na mesa, porte de armas, discurso real e olhos voltados para o abandonado e explorados do Brasil dos políticos da velha escola, votamos nele pelo fim deste escárnio e exploração.

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O que estamos assistindo é ridículo! Lewandowskis, Marcos Aurélios – vermelhos petistas disfarçados e de togas – e Rodrigos, Alcolumbres e os abutres do Centrão – ávidos por cargos, emendas e benefícios da vida, que sempre foram barganheiros achacadores e chantagistas travestidos de parlamentares – que estão mandando. A presidência faz, eles desfazem, até o ministro Barroso, o último bastião da corte, com prestígio por suas decisões imparciais e acertadas, entrou na fila de votos desfavoráveis ao executivo, uma vergonha!

Onde já se viu esse pandemônio que estão criando com todo esse imbróglio, a decisão da FUNAI foi uma pérola.

Supremo, Senado e Câmara são os dirigentes do Executivo, fazem o que querem, dão de ombros para as leis, legislam, decidem e dão risadas sob o amparo da mídia comunista que lhes dá espaço, cobertura e apoio.

Este silêncio e passividade de Bolsonaro pode ser o sintoma de fera ferida e acuada. A continuar, poderemos ver explodir uma revolta civil, um golpe militar ou uma surra em praça pública destas figurinhas nefastas da República, afinal, o capitão, todos sabem, é homem de explosões, sangue nos olhos e pele verde oliva com jaqueta de bandeira nacional!

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O que está acontecendo? O homem desistiu? Jogou a toalha, afrouxou, perdeu a coragem, tem rabo preso?

Estas perguntas não querem mais calar!

A população e eleitores estão ficando decepcionados e impacientes. O Brasil está parado e afundando a cada dia.

Tudo bem que são seis meses, tem que sentir o terreno, pisar em ovos e andar pelas beiradas, mas chega! Queremos o homem que elegemos, o discurso que acreditamos, as promessas que aceitamos e o governo que sonhamos, precisamos de um país que funcione.

O apoio popular existe, o presidente é homem probo e simples, suas boas intenções são explícitas, o que falta?

Queremos ver nosso capitão de volta, o Brasil andando e as instituições fazendo só os seus papéis.

Chutar o balde, arrombar portas ou mandar àquele lugar, mas alguma coisa deve ser feita já, imediatamente, o país não vai aguentar estas intervenções brancas e hipócritas dos mesmos aproveitadores de sempre.

Nós, povo, estamos com você Senhor Presidente! Ainda (…)

Volta velho e implacável Bolsonaro!

JPM – João Pedro Marques é advogado e jornalista, com escritórios em Brasília e Mato Grosso.

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Bastidores da República

Bolsonaro muda estratégia e pede ajuda para neutralizar emissão de carbono

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AMAZÔNIA É NOSSA?

Aquele discurso de que a Amazônia é unicamente nossa não é mais o mesmo. Ao mudar o discurso, o presidente Jair Bolsonaro reconheceu que em relações ambientais dirigentes mundiais devem falar a mesma língua. Na cúpula do clima, nesta quinta-feira, o presidente brasileiro disse que o Brasil terá neutralidade climática até 2050. Bolsonaro foi firme em sua fala de três minutos e não titubeou ao pedir recursos para preservar o meio ambiente, em especial a Amazônia. Ele garantiu que o país reduzirá emissões em 40% até 2030. No entanto, críticos do presidente argumentaram que não basta apenas mudar o discurso, mas as atitudes. Foi um claro recado de que a oposição vai marcar cerrado para ver as promessas serem cumpridas. Enfim, a Amazônia é todos!

FOGO BRANDO

Corre pelos bastidores que o presidente Jair Bolsonaro já enfrenta uma nova pressão para demitir o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles. Ele seria um entrave para que países europeus e o próprio EUA voltassem a doar recursos para a preservação da Amazônia. Salles é acusado pela Polícia Federal de chefiar uma organização criminosa especializada em desmatar a Amazônia para comercializar ilegalmente madeiras. Lógico que o ministro vem se complicado com ações e falas polêmicas, como a “tal boiada passando”, mas está evidente uma queda de braço entre ambientalistas e governo. Mais do que o cargo do ministro, está em jogo cerca de US$ 1 bilhão que Bolsonaro alega precisar para conter o desmatamento na Amazônia. O Brasil também alega que deveria receber US$ 133 bilhões em créditos de carbono pelas reduções nas emissões entre 2006 e 2017. Na política do custe o que custar, se colocarem o cargo de Salles à mesa, é possível que ele seja frito em fogo brando.

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FOGO AMIGO

Se não bastasse o próprio tiroteio efetuado pelos governistas que querem o fim da “ala ideológica no Planalto”, o ministro do Meio Ambiente Ricardo Salles foi alvo de um “tuitaço” na véspera da Cúpula do Clima. Organizado organizações ambientais, o movimento pediu a sua saída do cargo. Postagens com a hashtag #ForaSalles foram feitas na rede social por nomes como a ex-ministra do Meio Ambiente Marina Silva, o compositor Gilberto Gil, ex-ministro da Cultura, e políticos da oposição como o deputado Alessandro Molon (PSB-RJ) e o senador Humberto Costa (PT-PE). Como reação ao movimento, alguns apoiadores do governo passaram a divulgar mensagens a favor do ministro, com a hashtag #FicaSalles.

REAÇÃO

Quem também saiu em defesa de Ricardo Salles foi o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP). Segundo o filho do presidente da República, “o novo alvo do sistema é o ministro Ricardo Salles. Estranho seria não ser atacado. Globalistas e seus tentáculos miram naquele que defende nossas florestas”, ressaltou. “Isso tudo porque Salles fechou a torneira e cortou os milhões de reais do povo brasileiro que iam pra ONGs. O também deputado Carlos Jordy (PSL-RJ) seguiu a mesma linha. “Não adianta chorar, espernear e levantar hashtag contra. Salles fica e até 2026!”, escreveu. A guerra está declarada.

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PRIVATIZAÇÃO

Em meio ao fogo cruzado entre ambientalistas e governo, na Câmara era aprovado o projeto que abre caminho para privatização dos Correios. Sobre esse assunto quase ninguém comentou. Por 280 votos favoráveis e 165 contrários, deputados chancelaram a proposta que autoriza a participação da iniciativa privada na prestação de serviços postais. Governo e oposição divergem, no entanto, sobre a privatização da estatal. Por enquanto a discussão não pára. O deputado Gil Cutrim (Republicanos-MA), escolhido para ser o relator da proposta, afirmou que vai expandir o diálogo com os todos os parlamentares envolvidos, de modo a construir um novo texto.

CRISE PASSAGEIRA

Com a pandemia do novo coronavírus ficou evidente que um dos setores mais impactados seria o turismo. Segundo as operadoras, o setor perdeu dois terços do faturamento em 2020. O número de passageiros transportados caiu pela metade, de 6,5 milhões no ano anterior para 3,3 milhões em 2020. Segundo o levantamento, o faturamento das empresas caiu de R$ 15,1 bilhões em 2019 para R$ 4 bilhões no ano passado. O setor aposta na vacinação em massa e redução drástica dos casos de contaminação. Por outro lado, existe a tendência das pessoas estarem loucas para viajar com a possibilidade de relaxamento do isolamento social. Talvez, o turismo seja o segmento da economia que responderá mais rapidamente com o fim da pandemia.

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