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Eleições: ‘espero grandeza e debate maior’, diz Rodrigo Maia, presidente da Câmara dos Deputados. Confira outras informações na coluna JPM desta segunda-feira (10)

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APRESSADINHO

De forma bastante antecipada,  o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia iniciou hoje uma discussão sobre as  eleições presidenciais de  2022 .Ele avalia que com a saída do ex-presidente Luiz Inácio da Silva da cena política, o Partido dos Trabalhadores perdeu espaço e que, por isso, vê condições para a construção de um candidato do centro democrático.

AVALIAÇÃO PRECIPITADA

Em entrevista a jornalistas, ele disse que isso pode ser possível com os nomes do governador de São Paulo, Jorge Dória; do apresentador Luciano Huck e do possível candidato do PDT Ciro Gomes, como vem sendo cogitado, Maia disse que espera que os três estejam juntos, mas espera um debate maior do que aconteceu nas eleições passada. Segundo ele, porém, ainda é cedo para falar quem sairá candidato.

BASTIDORES

O Palácio do Planalto esta empenhado em costurar um acordo para evitar a derrubada de todos os vetos feitos pelo presidente  Bolsonaro em um projeto que mudou regras para a execução do Orçamento de 2020.De acordo com fontes palacianas, o governo  está propenso a  ceder a deputados e senadores o direito de indicar a prioridade para a execução das emendas.

PARLAMENTO PODEROSO

A coluna apurou que um dos trechos vetados por Bolsonaro dá poder a deputados e senadores sobre a ordem em que serão executadas as emendas. Domingos Neto (PSD-CE), por exemplo, controlaria sozinho R$ 31 bilhões — total destinado às emendas de relator no Orçamento.

PODEROSO FUX

O ministro Luiz Fux, do STF (Supremo Tribunal Federal), será o primeiro judeu a  presidir a mais alta Corte do país, deve levar a criação do juiz das garantias para votação no plenário antes de setembro, quando tomará posse como presidente da Corte.

Leia Também:  AUSÊNCIAS REMUNERADAS: Site da Câmara dos Deputados ocultou mais de 2 mil faltas de parlamentares. Confira outras informações na coluna JPM desta sexta-feira(24)

ASPAS DE DILMA

A ex-presidente Dilma Roussef condenou o ataque do atual presidente, Jair Bolsonaro, ao Bolsa Família. Segundo ela, Bolsonaro pretende “destruir” o programa. “O desprezo pelas necessidades dos mais pobres revela em toda a sua perversa dimensão a desumanidade da agenda neoliberal aplicada pelo seu governo. Destruir o Bolsa Família e um crime contra a Nação”, escreveu a ex-presidente  em sua rede social.

ESPERTINHO

De olho nas eleições municipais, e no esforço de ajudar um irmão a se eleger prefeito, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, chamou para um longo papo, os principais interlocutores de José Sarney.

CORTES

Os cortes de verbas continuam intensos. O sistema S está sentindo já o efeito da faca do Governo nos repasses. Sebrae e SESI têm fechado mega estruturas de clubes-hotéis em cidades do interior.

NOVO ALVO

O  ministro da Economia, Paulo Guedes, que chamou funcionários públicos de parasitas está sendo bombardeado por diversos segmentos. A Federação Nacional dos Policiais Federais contesta veemente. “As afirmações (..) consagram um discurso perigoso e generalizante, que em nada contribui para o fortalecimento de uma nação e sua economia”.

SÓ PARA LEMBRAR

Os servidores já foram chamados de marajás, preguiçosos, incompetentes, improdutivos, elites, corporativistas, sangues-azuis e, agora, de “parasitas”. Todos os termos causaram indignação e revolta

SAÍDA

Analistas políticos de  plantão consideram que  dificilmente a reforma administrativa será aprovada neste ano, se o ministro da Economia, , não sair de cena e deixar as negociações a cargo dos presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP)

ALERTA

Duas medidas provisórias do governo devem perder validade nesta semana sem ser analisadas pelo Congresso. Os textos, sobre a emissão de carteirinhas estudantis e a publicação de editais de licitações em jornais, devem ser arquivados. Para não caducarem, elas têm de ser votadas até o próximo Domingo.

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DO CONTRA

Por meio de suas redes sociais, a presidente nacional do Partido dos Trabalhadores (PT), Gleisi Hoffmann, negou, que a sigla tenha autorizado alianças com PSDB e DEM para as eleições municipais deste ano. “Nossa decisão é contra alianças com PSDB, DEM e partidos da extrema direita”, escreveu a deputada federal.

DE NOVO

Começou uma nova polêmica.O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), decidiu colocar a Proposta de Emenda à Constituição,  que altera a forma de provimento dos cargos no Supremo Tribunal Federal (STF)como um dos 10 assuntos prioritários para este ano.  De acordo com a PEC, os ministros do STF passariam a ser escolhidos pelo presidente da República entre os integrantes de uma lista tríplice.

CONTRA MORO

De acordo com proposta, os votantes seriam representantes do Poder Judiciário, o procurador-geral da República e o presidente do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).Aliados do ministro da Justiça, Sérgio Moro, veem a medida como uma maneira encontrada pelos parlamentares para impedir que ele alcance uma cadeira no Supremo ECONOMIA O dólar comercial segue acima do patamar de R$ 4,30 nesta segunda-feira. A moeda americana é negociada a R$ 4,321, mesmo operando estável frente ao real. No mercado acionário, o Ibovespa (índice de referência da Bolsa de São Paulo) registra recuo de 0,39%, aos 113.331 pontos. O avanço do coronavírus, além de juros baixos no Brasil, são apontados como os responsáveis pela disparada no câmbio, que afeta desde o preço de importados até aluguéis INTRIGANTE O Palácio da Alvorada passará um ano fechado à visitação pública.

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Bastidores da República

Bolsonaro muda estratégia e pede ajuda para neutralizar emissão de carbono

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AMAZÔNIA É NOSSA?

Aquele discurso de que a Amazônia é unicamente nossa não é mais o mesmo. Ao mudar o discurso, o presidente Jair Bolsonaro reconheceu que em relações ambientais dirigentes mundiais devem falar a mesma língua. Na cúpula do clima, nesta quinta-feira, o presidente brasileiro disse que o Brasil terá neutralidade climática até 2050. Bolsonaro foi firme em sua fala de três minutos e não titubeou ao pedir recursos para preservar o meio ambiente, em especial a Amazônia. Ele garantiu que o país reduzirá emissões em 40% até 2030. No entanto, críticos do presidente argumentaram que não basta apenas mudar o discurso, mas as atitudes. Foi um claro recado de que a oposição vai marcar cerrado para ver as promessas serem cumpridas. Enfim, a Amazônia é todos!

FOGO BRANDO

Corre pelos bastidores que o presidente Jair Bolsonaro já enfrenta uma nova pressão para demitir o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles. Ele seria um entrave para que países europeus e o próprio EUA voltassem a doar recursos para a preservação da Amazônia. Salles é acusado pela Polícia Federal de chefiar uma organização criminosa especializada em desmatar a Amazônia para comercializar ilegalmente madeiras. Lógico que o ministro vem se complicado com ações e falas polêmicas, como a “tal boiada passando”, mas está evidente uma queda de braço entre ambientalistas e governo. Mais do que o cargo do ministro, está em jogo cerca de US$ 1 bilhão que Bolsonaro alega precisar para conter o desmatamento na Amazônia. O Brasil também alega que deveria receber US$ 133 bilhões em créditos de carbono pelas reduções nas emissões entre 2006 e 2017. Na política do custe o que custar, se colocarem o cargo de Salles à mesa, é possível que ele seja frito em fogo brando.

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FOGO AMIGO

Se não bastasse o próprio tiroteio efetuado pelos governistas que querem o fim da “ala ideológica no Planalto”, o ministro do Meio Ambiente Ricardo Salles foi alvo de um “tuitaço” na véspera da Cúpula do Clima. Organizado organizações ambientais, o movimento pediu a sua saída do cargo. Postagens com a hashtag #ForaSalles foram feitas na rede social por nomes como a ex-ministra do Meio Ambiente Marina Silva, o compositor Gilberto Gil, ex-ministro da Cultura, e políticos da oposição como o deputado Alessandro Molon (PSB-RJ) e o senador Humberto Costa (PT-PE). Como reação ao movimento, alguns apoiadores do governo passaram a divulgar mensagens a favor do ministro, com a hashtag #FicaSalles.

REAÇÃO

Quem também saiu em defesa de Ricardo Salles foi o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP). Segundo o filho do presidente da República, “o novo alvo do sistema é o ministro Ricardo Salles. Estranho seria não ser atacado. Globalistas e seus tentáculos miram naquele que defende nossas florestas”, ressaltou. “Isso tudo porque Salles fechou a torneira e cortou os milhões de reais do povo brasileiro que iam pra ONGs. O também deputado Carlos Jordy (PSL-RJ) seguiu a mesma linha. “Não adianta chorar, espernear e levantar hashtag contra. Salles fica e até 2026!”, escreveu. A guerra está declarada.

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PRIVATIZAÇÃO

Em meio ao fogo cruzado entre ambientalistas e governo, na Câmara era aprovado o projeto que abre caminho para privatização dos Correios. Sobre esse assunto quase ninguém comentou. Por 280 votos favoráveis e 165 contrários, deputados chancelaram a proposta que autoriza a participação da iniciativa privada na prestação de serviços postais. Governo e oposição divergem, no entanto, sobre a privatização da estatal. Por enquanto a discussão não pára. O deputado Gil Cutrim (Republicanos-MA), escolhido para ser o relator da proposta, afirmou que vai expandir o diálogo com os todos os parlamentares envolvidos, de modo a construir um novo texto.

CRISE PASSAGEIRA

Com a pandemia do novo coronavírus ficou evidente que um dos setores mais impactados seria o turismo. Segundo as operadoras, o setor perdeu dois terços do faturamento em 2020. O número de passageiros transportados caiu pela metade, de 6,5 milhões no ano anterior para 3,3 milhões em 2020. Segundo o levantamento, o faturamento das empresas caiu de R$ 15,1 bilhões em 2019 para R$ 4 bilhões no ano passado. O setor aposta na vacinação em massa e redução drástica dos casos de contaminação. Por outro lado, existe a tendência das pessoas estarem loucas para viajar com a possibilidade de relaxamento do isolamento social. Talvez, o turismo seja o segmento da economia que responderá mais rapidamente com o fim da pandemia.

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