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LICIO MALHEIROS

Crítica infundada

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O Brasil passa por profundo processo de vilipendiação, dos valores: éticos, morais e institucionais. Não satisfeitos, resolveram agora, em função dessa maldita pandemia proveniente do coronavírus (SARS-CoV-2) causador da Covid-19; também, vilipendiar algo que é mais sagrado para todos os cristãos do Brasil, a nossa religiosidade.

Quando falo em religiosidade, falo no sentido amplo da palavra, é um termo abrangente para referir aos numerosos aspectos da atividade religiosa, dedicação e crença religiosa.

Falo isso, porque vivemos em um Estado laico, que não se manifesta em assuntos religiosos, garantindo a liberdade religiosa e não adota religião oficial, portanto falo em nome de todas as religiões.

A Suprema Corte (STF), infelizmente vem protagonizando, tomadas de decisões monocráticas e colegiadas, algumas delas: infundadas, complicadas, casuísticas e outras acertadas, como foi a meu ver, na condição de leigo, porém temente a Deus, a tomada de decisão pelo ministro Kassio Nunes.

A decisão proferida pelo ministro da Suprema Corte (STF), Kassio Nunes Marques, em liberar a realização de cultos e missas, respeitando: limites de participantes, obedecendo o que preconiza a Organização Mundial da Saúde (OMS), como: distanciamento, uso de máscara, álcool em gel e por aí vai.

O mesmo, foi duramente criticado pelo decano do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Marco Aurélio de Mello, no domingo (04), chamando o ministro Kassio Nunes Marques de “novato”, e não satisfeito usou o viés político, ao dizer “o indicado pelo presidente Jair Bolsonaro, para a vaga na Suprema Corte em outubro do ano passado”.

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O egrégio ministro Marco Aurélio de Mello, não parou por aí, foi além ao dizer “o novato, pelo visto, tem expertise no tema. Pobre Supremo, pobre Judiciário. E atendeu a Associação de Juristas evangélicos. Parte legítima para a ADPF (tipo de processo que discute cumprimento à Constituição)? Aonde vamos parar? Tempos estranhos!”, disse Marco Aurélio de Mello.

Pegando o gancho na fala do ministro Marco Aurélio de Mello, vou declinar apenas dois pontos mencionados por ele, “aonde vamos parar? Tempos estranhos!”.

Nobre ministro, vou refrescar sua memória, vamos voltar no tempo, em 05/06/2020, o ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), proibiu em decisão  liminar (provisória) a realização de operações policiais em comunidades do Rio de Janeiro durante a pandemia do novo coronavírus, com essa decisão: complicada, vexatória, imoral e por aí vai, nenhum dos senhores  se  posicionaram  contrários.

Agora, para cultos religiosos, missas, tudo que leva o nome de Deus, aí, Vossa Excelência foi veementemente contrário.

Existe um grande paradoxo envolvendo essas duas questões, a realização de cultos e missas, mesmo com os devidos cuidados preconizados pela (OMS), para evitar a propagação do vírus.

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Segundo o ministro Marco Aurélio de Mello, às realizações de missas e cultos, representam grande perigo à propagação do vírus.

Enquanto, a não fiscalização policial nos morros do Rio de Janeiro, local em que ocorrem bailes   funks ilegais, tráfico de drogas, e por aí vai. Embora saibamos, que 90% da população desses morros, são compostos por pessoas de bem, ordeiras, honestas e trabalhadoras, enquanto, apenas 10% estão à margem dá lei. Independentemente disso, pela aglomeração de pessoas ocorrerá maior possibilidade de propagação do vírus.

Claro, que o impedimento da subida de policiais   nos morros, através da decisão do ministro Fachin naquela época; tem hoje, reflexos perigosos uma vez que acelerou o processo de disseminação dessa doença maldita a Covid-19, no Rio de Janeiro.

E com um agravante, pessoas da zona Sul e Norte do Rio estão subindo o morro, para participar dessas festinhas clandestinas; e muitas delas, ao retornarem para suas casas acabarão levado o vírus para seus familiares, desta forma, contaminando seus entes queridos.

No caso dessa decisão monocrática, o nobre ministro Marco Aurélio de Mello não criticou essa decisão no mínimo inconsequente; só se atendo à questão religiosa.

Pare o mundo, quero descer!

Licio Antonio Malheiros é geógrafo.

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Opinião

A regra dos 20 segundos

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Shawn Achor é um escritor norte-americano e palestrante conhecido por sua defesa da psicologia positiva. Autor de vários livros, tais como: “O Jeito Harvard de ser feliz”, “Grande potencial: cinco estratégias para você chegar mais longe desenvolvendo as pessoas ao seu redor”, “Por trás da felicidade”, dentre outros.

De maneira geral, o nosso cérebro quer se livrar dos grandes desafios, além de economizar energia mental. A mudança de hábito requer um grande consumo de energia a qual não estamos dispostos a gastar.

Buscar os bons hábitos é vital para desenvolvermos autocontrole. Porém, conseguir ter hábitos saudáveis requer muita atenção, dedicação e esforço.

Quantas vezes nós já prometemos iniciar bons hábitos, como fazer uma atividade física, praticar a leitura, ter uma alimentação saudável etc. que no início até conseguimos, mas passados poucos dias, ou quem sabe horas, desistimos dessas escolhas.

Conseguir ter hábitos saudáveis requer muita atenção, dedicação e esforço

O psicólogo americano supracitado apresenta um estudo relevante denominado regra dos 20 segundos, constante de seu livro “O Jeito Harvard de ser feliz”.

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A ideia do escritor é que todo hábito, não importando se é bom ou ruim, deve ser submetido à regra que consiste em estimular que você se livre de qualquer hábito que esteja obstruindo o seu sucesso e o seu progresso. A regra facilita ao máximo a execução de novos hábitos e a criar empecilhos e dificuldades para os hábitos ruins.

Exemplos: se as redes sociais estão lhe impedindo de estudar, você deve deixar o celular a 20 segundos de distância. Se a televisão te impede de trabalhar mais, você deve colocar o controle da TV a 20 segundos de distância.

Se você desejar praticar atividade física, leve a sua roupa em uma mochila para o trabalho, depois, vá direto para a academia, do contrário, se for passar em casa, é provável que a tentação em desistir será muito grande.

Para eliminar o excesso de consumo de sobremesa, é melhor não comprar esses tipos de produtos, pois, caso haja a necessidade incontrolável de consumi-los, haverá dificuldades de controlá-los. Se houver um obstáculo, como sair da residência para comprar esses produtos, é provável que você desistirá de comer os doces.

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Indico que você faça um levantamento de todos os bons hábitos que deseja adquirir e dos hábitos que deseja eliminar ou reduzir a sua constância; em seguida, aplique a regra dos 20 segundos. A técnica agirá como se fosse um filtro para concretização da iniciativa.

O nosso cérebro tem a tendência de trocar as recompensas rápidas pelas recompensas duradouras, por isso devemos utilizar a regra dos 20 segundos.

É necessário implementar a utilização de bons hábitos a 20 segundos de distância, assim como dificultar os maus hábitos a 20 segundos de distância.

Quando nos referimos a um hábito, quer dizer que são aquelas atitudes que fazemos automaticamente, sem nenhum esforço. Por outro lado, para adicionar um novo hábito em nossa vida é preciso muita dedicação, autocontrole e tempo.

Assim, elimine as etapas para os bons hábitos e crie as etapas e barreiras para os maus hábitos. Lembre-se de utilizar a regra dos 20 segundos.

Francisney Liberato Batista Siqueira é auditor público externo do Tribunal de Contas de Mato Grosso.

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