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GILSON NUNES

As tão esperadas vacinas

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Elas acabaram de chegar. Serão consumidas em conta-gotas. Aplicação lenta, uma por uma. São as vacinas da esperança. O mundo começa a sonhar por melhores dias, e passar a ter uma vida normal. As vacinas podem ser o sonho de todos e para todos, se tornando realidade.

Que essas vacinas sejam de fato o resultado de muitas orações. Que os clamores sofridos principalmente das famílias que perderam seus entes queridos, amenizem tanta dor.

As tão esperadas vacinas chegam com a responsabilidade de salvar todo o planeta. Oh senhor pai, todo poderoso, criador do céu e da terra, que assim seja e que assim se faça. Antes porém precisamos pensar com um pouco mais de serenidade.

As vacinas são o alivio de muitas apreensões. Principalmente das que não provocam dores: ansiedade, medo, incertezas e depressão. Longe de pensar que estou querendo jogar farinha no ventilador. Entretanto, fazer valer as recomendações contra o Covid-19, mesmo depois de ter tomado a vacina, é salutar e inteligente.

Que as vacinas sejam a solução não apenas da cura da pandemia, mas também, de forma de pensar dos poderoso
É sempre bom lembrar que “Com essa insana pandemia, todo cuidado pé pouco”. Não dá pra confiar de cara. Ainda estamos sem lenço e sem documentos que garantam a sua eficiência e sua eficácia. Não obstante, só o fato de pensar que elas podem ser a arma capaz de frear, e, quem sabe, acabar com a pandemia, já alivia a alma. Vamos acreditar, desacreditando que elas serão o “milagre dos peixes”.

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Além das recomendações das mudanças de atitudes da sociedade contra o Covid-19, a sociedade também vai ter que se acostumar, ou se adaptar para outras formas de vida. A expressão “Delivery”, veio pra ficar, assim como o trabalho “off home”, também. Aos poucos os costumes começam a modificar o comportamento da sociedade. Muitas coisas irão melhorar: o trânsito de automóveis nas ruas, as despesas com ônibus circulares do trabalho pra casa e vice-versa.

Outros comportamentos já estão em prática, bem como outros virão. O mundo é outro. Nós não somos os mesmos.

O mundo percebeu que felicidade é o resultado de uma vida saudável, aconchegante. A realidade sobre a vida das pessoas hão de se tornar o melhor bem estar do prazer pessoal.

As cabeças uns dos outros estarão voltadas para uma fé em Deus que até então não passava de uma simples Fé. Mãos dadas, confraternização, solidariedade, compaixão, serão os antídotos de uma nova era que se inicia. Se, por razões inexplicáveis, a guerra entre os países tem o poder de uni-las, essa ideologia macabra se desfaz.

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O Século XXI mostrou a sua cara. Quantos ouvidos ouviram a expressão “puxa vida em leno século XX! Estamos vendo isso ou aquilo?” Era como se parte da sociedade mundial estivessem tratando o seu semelhante como um desligado da visa, ou ignorando a sua filosofia de vida, pelo fato de que o seu conhecimento era pífio. Quanta arrogância dos privilegiados.

Que as vacinas sejam a solução não apenas da cura da pandemia, mas também, de forma de pensar dos poderosos. Quem nasceu para governar, não tem o direito de ter somente um coração, somente uma vontade, mas sim, a obrigação de ter pra ter, mas sim, de ter, pra ter, pra dar.

Gilson Nunes é jornalista.

 

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Opinião

Cuiabá humanizada

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Necessário é que se reconheçam os esforços (com constatadas melhorias) relativos aos cuidados com muitas das praças e áreas públicas realizados pela administração municipal até agora. Por outro lado tem-se que o momento é ideal para que se dê um salto quanto a outros cuidados com a cidade.

Não apenas quanto ao embelezamento, mas, sobretudo quanto às responsabilidades de cada morador – inquilino que seja, de cada proprietário, especialmente no que diz respeito às melhorias na acessibilidade com comodidade e segurança, garantias legais presentes nas normas federais, estaduais e principalmente municipais. Como também com avanços com relação ao ordenamento e educação no trânsito (passarela e oportunas adequações viárias), até mesmo com as medidas amargas sempre necessárias, principalmente aquelas que fazem doer no bolso.

Quanto às normas municipais talvez seja o caso dos vereadores se debruçarem para bem avaliar o que existe e o que precisa ser melhorado. Sempre há no que avançar.

Quanto às normas municipais talvez seja o caso dos vereadores se debruçarem para bem avaliar o que existe e o que precisa ser melhorado
O primeiro tema da responsabilidade de quem aqui é proprietário (ou mesmo o inquilino) é o cuidado que cada um deve ter com suas calçadas e muros. Não é necessário nem mesmo ir aos bairros (não que não mereçam a devida atenção). Na região central já nos deparamos (já topamos literalmente) com o desleixo e o descaso dos donos de imóveis, não construídos ou edificados, estes com moradores.

É de se imaginar que o detentor de um patrimônio imobiliário de algumas dezenas de milhares de reais ou até de milhões tenha pelo mesmo algum apreço. Então por que não exigir que o mesmo não se dedique a do mesmo cuidar?

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A lei não permite que o dono de veículo saia circulando por ai sem os para-choques ou faróis porque isso significa segurança para o condutor e para terceiros. Se insistir na conduta sofrerá as consequências legais.

Por que um dono de terreno pode ser desleixado com sua calçada e muros?

Tente fazer uma caminhada na região central de Cuiabá e não se dê a grande esmero pra ver se não terminará numa clínica ortopédica ou no PSM. Aqui não se fala nem dos cadeirantes e outras situações de mobilidade reduzida. E a estética da cidade? Se meus bens imobiliários valem um razoável preço será apenas falta de dinheiro para não cuidar deles ou não será desleixo mesmo?

A limpeza dos entulhos das calçadas, naquilo que tocar ao proprietário, precisa ser rigorosa exigência junto aos responsáveis.

Ainda para melhorar a qualidade de vida em diversos outros aspectos do cotidiano, além das calçadas e muros, a exemplo do elogiável trabalho de retirar de circulação motocicletas barulhentas vê se como importante avançar na educação do trânsito, como mais rigor no combate à velocidade excessiva, estacionamento em calçadas e outros locais proibidos, especialmente na famigerada ocupação das vagas especiais de idosos e PcDs. Multas e a remoção dos veículos deve se transformar no terror dos infratores.

Muito mais poder-se-ia dizer quanto ao cotidiano triste de uma cidade cujos moradores precisam ser chamados às suas responsabilidades.

Carece-se de um líder com força política para comandar essa tomada de atitude –diariamente – no que compete ao Poder Público, no caso o municipal.

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Lembrando-se de alguns auxiliares do prefeito Emanuel Pinheiro, dentre outros, de intensa dedicação e profundo conhecimento da vida na nossa capital pode-se mencionar os nomes dos ocupantes da SORP (Sales), SEMOB (Antenor) e Vanderlúcio (LIMPURB).

Em plenas condições para liderar essa equipe porque já desenvolve seu trabalho com grande denodo pode se dizer da figura do vice-prefeito Stopa, acumulando também a Secretaria de Obras. Hoje com a autoridade de detentor de um cargo eletivo e que ao assumir uma liderança dessa natureza ainda proporcionará ao titular ficar liberado para outras importantes atribuições de chefe do executivo, especialmente aquelas relacionadas à articulação política para a busca de recursos e a condução de projetos macros e estruturantes, além de que assim atuando (o vice-prefeito) estará cada vez mais se capacitando para outras missões, mesmo porque depois da jornada de tantos anos não é de se pensar na perda de tanta experiência acumulada.

Vamos melhorar nossa Cuiabá ainda mais nos aspectos da humanização, da educação no trânsito e outros temas da vida cotidiana para que se possa viver numa cidade cada vez agradável e acolhedora.

“P.S.” – Pessoalmente até não conheço o vice-prefeito, apenas há uma constatação que se trata de um gestor com profundo conhecimento da cidade e que já vem prestando seus serviços há várias administrações, antes de se eleger na chapa atual do prefeito Emanuel Pinheiro.

Lauro da Mata é advogado.

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