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Vai adotar? Confira algumas dicas antes de dar as boas-vindas a um novo pet!

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Vai adotar? Confira algumas dicas antes de dar as boas-vindas a um novo pet!
Reprodução: Alto Astral

Vai adotar? Confira algumas dicas antes de dar as boas-vindas a um novo pet!

Cheios de amor e charme, os vira-latas chamam atenção por onde passam com seus diferentes tamanhos, pelagens e personalidades. Logo, nada mais justo do que celebrar a existência desses bichinhos em um dia especial! Por isso, em 31 de julho é comemorado o Dia Internacional do Vira-Lata. Mas sabia que, felizmente, cães e gatos SRD (Sem Raça Definida) estão conquistando cada vez mais as pessoas?

De acordo com a pesquisa Radar Pet 2021, realizada pela Comissão de Animais de Companhia (COMAC) do Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para a Saúde Animal (Sindan), o número de animais de companhia nos lares brasileiros aumentou cerca de 30% durante a pandemia, com uma predominância maior de gatos. Outro dado interessante é que 23% dos tutores entrevistados adquiriram seu primeiro pet em meio ao isolamento social.

Em coletiva, Leonardo Brandão, coordenador da COMAC, destacou o crescimento da adoção no país e a importância dos pets para a saúde das pessoas. “O que percebemos é que as famílias adotaram mais, inclusive tendo um grande percentual de pessoas que adquiriram o primeiro pet durante a pandemia. Os animais de companhia são extremamente importantes para a saúde e bem-estar emocional das famílias durante esse período de estresse. E isso alavancou as adoções, que já eram uma tendência forte, mas foram alavancadas”, comentou.

No entanto, apesar dos números animadores e do fortalecimento dos laços entre tutores e pets, também apontado pela pesquisa, o Radar Pet 2021 estima ainda que cerca de 10 milhões de animais de companhia foram abandonados durante a pandemia. Uma das razões para o abandono seria a perda de poder aquisitivo de grande parte da população.

AAANO - adoção
Reprodução/ Instagram (@aaanovaodessa)

Thaisa Calvente, diretora da Focinhos de Luz, ONG localizada no Rio de Janeiro, lembra também que, além da questão financeira, muitas pessoas que nunca tiveram contato com animais buscaram adotar na pandemia. Logo, a iniciativa não foi positiva para todos, já que “pessoas sem vivência anterior com animais, sem nem mesmo saberem lidar com seus medos, inseguranças, colocaram dentro de casa um ser que também precisa de atenção”, afirma.

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Para Thiago Gomes Rodrigues, presidente da Associação Amigos dos Animais de Nova Odessa (AAANO), localizada no interior de São Paulo, com o isolamento, é natural as pessoas buscarem um animalzinho para não se sentirem carentes ou sozinhas. “Contudo, algumas empresas estão voltando às rotinas normais e o animal ficando sozinho em casa, pode ficar triste ou mais agitado. E isso pode preocupar ou irritar os donos, ocasionando na devolução ou abandono”, ele complementa.

Adoção consciente

Você viu?

A fim de evitar os abandonos, Thiago explica que na AAANO o processo de adoção é rigoroso: “Nossa entrevista é muito detalhada para evitar que ocorram devoluções de animais. Mas mesmo assim, alguns são devolvidos para o nosso abrigo, que hoje conta com 500 animais”. Segundo ele, nos casos de arrependimento, os tutores são orientados a arrumarem novos lares segundo as orientações da ONG ou então devem pagar uma multa, prevista em contrato.

Contudo, bem como ele pontua, quando um animal é retirado das ruas ou de um abrigo, levado para casa e depois devolvido, as mudanças de ambiente sofridas por ele acarretam em uma sensação negativa de abandono.

Em vídeo recente publicado no Instagram, a influenciadora e comunicadora Hana Khalil, que adotou seu primeiro cachorro, Astro, no início deste mês, defendeu a necessidade de respeitar e valorizar o sentimento dos animais. “Eles não são descartáveis, negociáveis, de momentos ou circunstâncias. Por falta dessa reflexão, a gente abre uma realidade para tantos pets passarem a vida sozinhos. Eles só querem amor e troca”, declarou.

Hana e Astro
Reprodução / Instagram (@khalilhana)

Portanto, é necessário adotar com muita responsabilidade e cuidado. Assim, com a ajuda de Thiago, o Alto Astral separou algumas dicas para se ter em mente antes de adotar um pet! Confira abaixo:

  • Certifique-se de que toda a família está de acordo com a adoção. “É preciso que todos os membros estejam em comum acordo, pois todos serão responsáveis por aquela vida que chega no ambiente”, esclarece Thiago.
  • Avalie se você tem espaço ou tempo suficiente para brincar com o animal. Afinal, pets são enérgicos e precisam gastar toda essa energia, especialmente quando filhotes.
  • No caso dos gatos, analise se você possui condições de telar o ambiente em que ele vai viver, para evitar fugas ou acidentes de quedas, principalmente no caso de prédios.
  • Considere que os animais precisam comer e viver em um ambiente limpo. Logo, “é preciso ter calculado custos veterinários e com remédios, pois são seres vivos e que merecem ir regularmente às consultas para saber se a saúde está ok”, como Thiago observa.
  • No caso das fêmeas, não hesite em realizar a castração! Além de evitar gravidez, diminui as chances de uma série de doenças que podem acometer os cachorros.
  • Sobre a última dica, Thiago é enfático: “Saiba que o animal será sua responsabilidade por anos, então retribua todo o amor e carinho que ele entrega. É uma troca mútua e que faz bem para os dois lados”.
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Caso você não possa adotar um bichinho, Thaisa indica o voluntariado ou apadrinhamento em ONGs. Além disso, também é possível ajudar cães e gatos de rua resgatando-os e colocando-os para adoção responsável.

Por fim, caso você veja algum tipo de abandono ou maus-tratos, Thiago orienta denunciar na Zoonoses da sua cidade e registrar um boletim de ocorrência na DEPA (Delegacia Eletrônica de Proteção Animal). Afinal, abandono é crime previsto pela Lei Federal nº 14.064/20 .

Fontes : Leonardo Brandão, coordenador da COMAC (Comissão de Animais de Companhia); Thaisa Calvente, diretora da ONG Focinhos de Luz; Thiago Gomes Rodrigues, presidente da Associação Amigos dos Animais de Nova Odessa (AAANO).

Fonte: IG Mulher

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7 passos para alcançar o autoconhecimento

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7 passos para alcançar o autoconhecimento
Reprodução: Alto Astral

7 passos para alcançar o autoconhecimento

Frágil, ansioso, não linear e incompreensível. Essas palavras formam a sigla FANI, um termo criado pelo antropólogo estadunidense Jamais Cascio para designar o mundo no qual estamos vivendo hoje. No entanto, essas características descritas parecem indicar um lugar complexo e, por vezes, difícil de se habitar.

Dessa forma, algumas ferramentas são necessárias para conseguirmos viver (e sobreviver) dentro de uma realidade muito desafiadora, e uma delas é o autoconhecimento. O ato de conhecer-se e compreender-se vai além de uma técnica: é um estilo de vida! Esse comportamento poderá mudar como enxergarmos, agimos e reagimos diante desse cenário.

“Para descobrir quem realmente somos, precisamos mergulhar de cabeça na nossa história. Não é um caminho fácil e muito menos rápido. Requer muita entrega e resiliência. Somos feitos de luz e sombra e nem tudo que vamos descobrir na jornada será simples de resolver”, conta Deni Savi, jornalista especialista em ciência da felicidade, que te convida para a jornada do autoconhecimento em 7 passos diários . Vamos?!

O autoconhecimento é a chave para muitas descobertas (Foto: Shutterstock)

7 passos para alcançar o autoconhecimento

1. Resgate suas memórias

A primeira dica de Deni é registrar tudo aquilo que vêm na mente enquanto revisitamos nossa história, desde a infância até a vida adulta. Aqui, vale anotar qualquer coisa que seja importante nesse resgate: brincadeiras, educação, família, escolhas, vícios, comportamento, entre outros aspectos.

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2. Trabalhe a consciência

Depois de ter os registros anotados, a especialista recomenda que eles sejam compartilhados com alguém de confiança e que esteja disposto a ouvir sem interrupções. Esse exercício servirá para que o locutor entenda como se sente diante daquilo que está contando, percebendo quais sentimentos vêm à tona.

3. Identifique padrões

“Junto com a pessoa que você compartilhou essas memórias, tente identificar comportamentos que se repetem nas diferentes histórias que contou. Preste atenção se você reage da mesma forma a conflitos ou se sempre demonstrou interesse por algo específico”, ressalta Deni, lembrando que não há certo ou errado nessas atitudes.

4. Exercite a autopercepção

No quarto passo, a ideia é entender como esses padrões de comportamento podem te ajudar. Segundo a jornalista, nessa hora devemos olhar para a nossa vida como um mero espectador e observar atentamente o que acontece nela. Essas percepções facilitarão as tomadas de iniciativas frente aos nossos sonhos.

5. A terapia pode te ajudar

Embora a terapia não seja uma realidade para todos, principalmente quando falamos em viabilidade financeira e acesso, ela é considerada um processo profundo e efetivo para o autoconhecimento. “Existem diversas linhas: tem a psicanálise, análise de comportamento, terapia cognitivo comportamental. A escolha é de cada um e deve ser feita com uma pesquisa para ver com qual delas se sente mais confortável”, aponta a especialista.

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6. Converse com seu interior

Independentemente de recorrer ou não à terapia, Deni destaca ser fundamental reservar um tempo para si — conhecidos como “momentos de pausa” — para investir em meditação, por exemplo. A partir deles, alguns insights sobre autoconhecimento poderão surgir.

7. As emoções também importam

Vida perfeita não é felicidade! “Em sua opinião, o que é ser feliz? É ter muito dinheiro para gastar como quiser? Ser reconhecido, bem-sucedido? Ter alguém apaixonado por você? É comer tudo que se tem vontade e não engordar? Ter controle completo sobre tudo? Se você respondeu “sim” à maior parte dessas perguntas, está na hora de rever os seus conceitos”, alerta a profissional.

Ela fala ainda sobre ressignificar, sentir e viver — talvez não nessa ordem, mas sempre de maneira plena. “Ser feliz é receber o que a vida lhe traz, quando ela lhe traz. Apareceu um amor? Ame do fundo do seu coração! Se houver uma perda, chore e chore muito! Ser feliz é estar pronto para recomeçar depois do choro e do momento de autopiedade”, conclui.

Fonte: Deni Savi, jornalista especializada em ciência da felicidade e estudiosa da psicologia positiva, neurociência e comportamento.

Fonte: IG Mulher

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