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Twin set: o conjuntinho para se aquecer e ficar estilosa no inverno

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Rafa Kalimann e Bruna Marquezine
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Rafa Kalimann e Bruna Marquezine

Clássica nos looks dos anos 30, o twin set é o conjuntinho formado por cardigan e uma blusa que possuam a mesma cor e estampa, geralmente feitos em tricot. A combinação dessas peças foi moda dos anos 90 e  está voltando com tudo . “Atualmente, a maioria das peças são feitas de tricot e no lugar da camisa, foi substituída por um cropped. Trazendo assim, um toque moderno para um conjunto que surgiu há muito tempo”, explica a stylist Naty Kuprian. 

A consultora de moda Cá Cavalcante conta que o twin set é ideal para os dias em que não queremos pensar muito no look. “A praticidade não fica apenas pelo fato de ser um conjunto pronto, mas justamente por funcionar muito bem em looks casuais combinando com um bom jeans, mas também em looks formais com calças de alfaiataria”, diz. 

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Por ser tricot, não é todo material que acaba ficando bom com o conjuntinho, mas Kuprian conta que basta saber jogar com as cores do look e outros tecidos, como couro e moletom. “O twin set pode ser uma peça-chave, pois combina com tudo, principalmente em tons mais sóbrios, que caem bem em dias de meia-estação.”

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Cavalcante lembra que a junção do moletom com o tricot pode não ser tão interessante visualmente quanto o couro, mas tem seu charme: “Conseguimos um look extremamente confortável e quentinho ideal para esse momento em que estamos mais reclusos.” A dica extra para quem quer arrasar no look com o twin set é optar pelo conjunto com modelos cropped. 

Acessório + twin set = combinação de sucesso 

São várias possibilidades que casam bem com a tendência. Cavalcante lembra que por ser um conjunto clássico, acessórios delicados sempre funcionam em qualquer tipo de produção com o conjunto. 

Tudo vai depender do humor na hora de montar a composição. Para uma pegada mais despojada, Kuprian indica bolsas e joias para compor o visual. “Você pode inclusive enriquecer muito o seu look com eles, tanto de uma forma mais sofisticada, como algo mais despojado”, conta.

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Nos pés tudo cai bem! As profissionais contam que com o conceito hi-lo (misturar peças clássicas com outras casuais), qualquer opção é superválida. “Por ser uma peça de meia-estação, o ideal é apenas evitar o uso dele com sapatos abertos e típicos de verão. É muito possível usar o twin set com tênis, ankle boots e até mesmo coturnos”, conta Cavalcante. 

Fonte: IG Mulher

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7 passos para alcançar o autoconhecimento

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7 passos para alcançar o autoconhecimento
Reprodução: Alto Astral

7 passos para alcançar o autoconhecimento

Frágil, ansioso, não linear e incompreensível. Essas palavras formam a sigla FANI, um termo criado pelo antropólogo estadunidense Jamais Cascio para designar o mundo no qual estamos vivendo hoje. No entanto, essas características descritas parecem indicar um lugar complexo e, por vezes, difícil de se habitar.

Dessa forma, algumas ferramentas são necessárias para conseguirmos viver (e sobreviver) dentro de uma realidade muito desafiadora, e uma delas é o autoconhecimento. O ato de conhecer-se e compreender-se vai além de uma técnica: é um estilo de vida! Esse comportamento poderá mudar como enxergarmos, agimos e reagimos diante desse cenário.

“Para descobrir quem realmente somos, precisamos mergulhar de cabeça na nossa história. Não é um caminho fácil e muito menos rápido. Requer muita entrega e resiliência. Somos feitos de luz e sombra e nem tudo que vamos descobrir na jornada será simples de resolver”, conta Deni Savi, jornalista especialista em ciência da felicidade, que te convida para a jornada do autoconhecimento em 7 passos diários . Vamos?!

O autoconhecimento é a chave para muitas descobertas (Foto: Shutterstock)

7 passos para alcançar o autoconhecimento

1. Resgate suas memórias

A primeira dica de Deni é registrar tudo aquilo que vêm na mente enquanto revisitamos nossa história, desde a infância até a vida adulta. Aqui, vale anotar qualquer coisa que seja importante nesse resgate: brincadeiras, educação, família, escolhas, vícios, comportamento, entre outros aspectos.

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2. Trabalhe a consciência

Depois de ter os registros anotados, a especialista recomenda que eles sejam compartilhados com alguém de confiança e que esteja disposto a ouvir sem interrupções. Esse exercício servirá para que o locutor entenda como se sente diante daquilo que está contando, percebendo quais sentimentos vêm à tona.

3. Identifique padrões

“Junto com a pessoa que você compartilhou essas memórias, tente identificar comportamentos que se repetem nas diferentes histórias que contou. Preste atenção se você reage da mesma forma a conflitos ou se sempre demonstrou interesse por algo específico”, ressalta Deni, lembrando que não há certo ou errado nessas atitudes.

4. Exercite a autopercepção

No quarto passo, a ideia é entender como esses padrões de comportamento podem te ajudar. Segundo a jornalista, nessa hora devemos olhar para a nossa vida como um mero espectador e observar atentamente o que acontece nela. Essas percepções facilitarão as tomadas de iniciativas frente aos nossos sonhos.

5. A terapia pode te ajudar

Embora a terapia não seja uma realidade para todos, principalmente quando falamos em viabilidade financeira e acesso, ela é considerada um processo profundo e efetivo para o autoconhecimento. “Existem diversas linhas: tem a psicanálise, análise de comportamento, terapia cognitivo comportamental. A escolha é de cada um e deve ser feita com uma pesquisa para ver com qual delas se sente mais confortável”, aponta a especialista.

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6. Converse com seu interior

Independentemente de recorrer ou não à terapia, Deni destaca ser fundamental reservar um tempo para si — conhecidos como “momentos de pausa” — para investir em meditação, por exemplo. A partir deles, alguns insights sobre autoconhecimento poderão surgir.

7. As emoções também importam

Vida perfeita não é felicidade! “Em sua opinião, o que é ser feliz? É ter muito dinheiro para gastar como quiser? Ser reconhecido, bem-sucedido? Ter alguém apaixonado por você? É comer tudo que se tem vontade e não engordar? Ter controle completo sobre tudo? Se você respondeu “sim” à maior parte dessas perguntas, está na hora de rever os seus conceitos”, alerta a profissional.

Ela fala ainda sobre ressignificar, sentir e viver — talvez não nessa ordem, mas sempre de maneira plena. “Ser feliz é receber o que a vida lhe traz, quando ela lhe traz. Apareceu um amor? Ame do fundo do seu coração! Se houver uma perda, chore e chore muito! Ser feliz é estar pronto para recomeçar depois do choro e do momento de autopiedade”, conclui.

Fonte: Deni Savi, jornalista especializada em ciência da felicidade e estudiosa da psicologia positiva, neurociência e comportamento.

Fonte: IG Mulher

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