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Outubro Rosa: detecção precoce diminui risco de câncer de mama

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Outubro Rosa: detecção precoce diminui risco de câncer de mama

Não é de hoje que existe a recomendação para que as mulheres façam o autoexame para detectar possíveis alterações na mama. Mas talvez seja, sim, mais recentemente que elas adotaram isso na prática. Com o empoderamento feminino e a queda – ainda que gradual – de preconceitos em torno do autoconhecimento, as mulheres vêm se tocando mais. E isso é muito importante na prevenção do câncer de mama , de acordo com Rayana Campos, ginecologista do Grupo Pardini.

“A mulher é a que mais sabe sobre seu próprio corpo. Então ela está apta para avaliar se surgiu algo diferente, se apareceu algum nódulo na mama ou na axila, se a coloração da pele apresentou alguma alteração ou se está com aspecto de casca de laranja, mais grossa e rugosa… Também é possível ver se acontece alguma retração quando movimenta a mama, eventuais feridas no mamilo, assim como a saída de secreção que não tem o aspecto leitoso”, afirma a especialista.

De acordo com a profissional, a orientação é sempre se olhar no espelho, ver como está a mama, avaliar o aspecto físico dela e fazer a palpação . Rayana orienta que o ideal é que esse processo seja feito logo após a menstruação porque, antes ou próximo ao período menstrual, a mama fica mais inchada e edemaciada. Na hora do autoexame , basta seguir as orientações da especialista: “Mantenha-se de pé, com os braços erguidos ou atrás da cabeça, e faça a palpação de toda a mama, com movimentos circulares”, explica.

Rayana enfatiza, no entanto, que, embora grande parte dos tumores seja descoberta pela própria mulher , o autoexame não é considerado pelo Ministério da Saúde como uma técnica adequada de rastreio de câncer de mama. Isso porque um método de rastreamento é aquele que reduz a morbimortalidade em termos de saúde pública e o autoexame pega lesões que já são clinicamente visíveis e palpáveis, ou seja, que estão em estágios mais avançados.

Detecção precoce do câncer de mama pode salvar vidas

Foto: Shutterstock

Método de rastreio

A mamografia é considerada um método eficaz, pois identifica lesões pré clínicas, entre 1mm e até 1cm. “A mamografia pega lesões precoces, o que permite melhorar o prognóstico das pacientes, fazer um tratamento mais conservador e melhorar a taxa de mortalidade”. De acordo com Ministério da Saúde, o exame deve ser realizado a partir dos 50 anos. Mas as Sociedades de Mastologia e Radiologia preconizam antes: que seja já a partir dos 40.

Segundo Eduardo Fleury, radiologista especializado em câncer de mama do Grupo Pardini, a ideia é que o exame seja repetido anualmente até os 75 anos de idade. Ele explica que o rastreamento do câncer de mama que começou a ser instituído com a introdução da mamografia na década de 80 no Brasil é o único feito no mundo de forma sistemática e com comprovação científica da sua eficiência.

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Para as mulheres que têm histórico da doença na família, o acompanhamento deve ser iniciado ainda mais cedo. Se a paciente tem familiar que desenvolveu o câncer de mama aos 40 anos, por exemplo, ela deve iniciar o acompanhamento 10 anos antes, ou seja, aos 30.

“As pacientes que fazem rastreamento têm cerca de 30% a menos de risco de morrer de câncer de mama e estão aptas para terem tratamentos menos agressivos”, aponta Eduardo. Ele observa que no exame da mamografia, os principais achados são calcificação, nódulo e assimetria. Calcificação é um câncer que ainda não chegou a se desenvolver para um câncer invasor. Assimetria e nódulo podem estar relacionados a um câncer mais avançado.

“A grande vantagem da mamografia é que ela permite ver essas calcificações, que seria o câncer in situ, ou seja, que não chegou a se desenvolver ainda. Essas pacientes, em 50% das vezes, podem ter um câncer agressivo”, explica o radiologista. A descoberta no estágio inicial é, então, fundamental.

Ele acrescenta que, quando a mamografia vem alterada, a paciente sai de um exame de rastreamento para ir a um de diagnóstico. “Essas alterações podem ser melhor avaliadas com estudos complementares. A gente pode fazer magnificação ou compressão localizada pela mamografia, tem ainda o estudo de tomossíntese que melhor visualiza as assimetrias e distorções arquiteturais e o exame de ultrassom, que vai ver a característica do nódulo visto na mamografia: se é um cisto, um nódulo sólido ou um nódulo sólido-cístico”, explica.

Tendo toda essa avaliação inicial, a lesão será classificada como suspeita, benigna e se merece um controle maior. Tudo isso proporcionará à paciente melhor qualidade de vida e mais saúde.

Teste genético pode ser um aliado

Embora não exista uma única causa específica para o desenvolvimento do câncer de mama , você sabia que ele pode ser genético? É sabido cientificamente que quando há uma mutação nos genes que compõem o DNA de cada indivíduo as chances de desenvolver a doença são ainda maiores. Caso a mulher tenha uma alteração genética nos genes associados à doença, o risco de desenvolvê-la é nove vezes maior do que o da média da população geral. Cerca de 5% dos casos de câncer de mama e de ovário são causados por alterações genéticas.

Um levantamento da Sociedade Brasileira de Mastologia revelou que uma em cada 12 mulheres terá um tumor nas mamas até os 90 anos de idade. O risco sobe para 72%, se houver uma alteração no BRCA1 (gene humano que protege o corpo do aparecimento de cânceres), enquanto na população em geral é de cerca de 9%; e para 69%, caso haja uma variante no BRCA2. Como trata-se de uma predisposição para doença genética, se a mulher apresenta uma variação em um dos dois genes, há 50% de chance de outra pessoa da família de primeiro grau ter a doença.

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Já o estudo da Universidade Queen Mary, de Londres, publicado na revista científica Cancers, estima que identificar mutações genéticas poderia prevenir entre 2.319 e 2.666 casos de câncer de mama a cada 1 milhão de mulheres. “Ou seja, conhecer essa predisposição o quanto antes pode ser considerado uma oportunidade de vida e não uma sentença de morte, já que essa informação permite agir na hora certa e ter diferentes possibilidades para um diagnóstico precoce, se for o caso – o que aumenta a taxa de sucesso no tratamento e de cura”, comenta Cesário Martins, diretor do meuDNA, healthtech de mapeamento genético.

Informações genéticas: aliada da prevenção

O avanço da tecnologia genética no Brasil possibilitou o acesso das pessoas aos seus dados biológicos. O teste de mapeamento genético é um exemplo disso ao revelar, por meio de uma amostra de saliva, a predisposição a nove doenças hereditárias, entre elas a propensão ao câncer de mama (feminino e masculino), por exemplo.

O site meudna.com oferece o kit meuDNA Saúde, por aproximadamente R$ 1 mil. Ao receber o kit em casa, o usuário faz a coleta do material genético (com cotonete apropriado) e envia a amostra ao laboratório pelo correio. No laboratório, especializado em Sequenciamento de Nova Geração (NGS), o DNA é analisado através da tecnologia Exoma, que faz um sequenciamento completo dos genes.

Por meio de inteligência artificial e bioinformática, as informações são comparadas com bancos de dados genéticos, para definir quais são as variantes genéticas que podem causar doenças. Em semanas a pessoa recebe um e-mail com as informações sobre o seu DNA e a predisposição de nove doenças como colesterol alto, triglicerídeos altos, doença de Wilson cânceres de ovário, próstata, endométrio , colorretal e o de mama (masculino e feminino).

O Exoma é a tecnologia é capaz de analisar todas as letras que compõem os genes associados às doenças. No caso do Câncer de Mama e Ovário, por exemplo, são analisadas todas as 15 mil letras dos genes BRCA1 e BRCA2, para identificar eventuais alterações genéticas associadas à doença. “Ter acesso a essas informações com certeza faz toda a diferença para o combate à doença, pois essa é uma forma revolucionária de lidar com a enfermidade antes mesmo que ela apareça. É o tratamento dando seu lugar para a prevenção”, acrescenta Cesário.

Crédito: Revista MALU

Fonte: IG Mulher

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Café ajuda a emagrecer? Conheça os benefícios da bebida para a saúde

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Café ajuda a emagrecer? Conheça os benefícios da bebida para a saúde

Uma das bebidas mais consumidas no Brasil e no mundo, o café possui inúmeros benefícios para a saúde e até ajuda a emagrecer. Isso é ótimo para quem quer perder uns quilinhos, mas sem abrir mão de uma xícara no início do dia. Ele tem esse poder por ser uma bebida termogênica, ou seja, que acelera o metabolismo e ajuda no emagrecimento.

No entanto, para conseguir aproveitar todos os benefícios, é necessário que o café seja tomado puro, sem açúcar. Já que, com ele, a bebida fica calórica e perde seu potencial termogênico. Além disso, o café é um poderoso antioxidante, que ajuda a retardar o envelhecimento das células e também possui minerais como potássio, magnésio, cálcio, sódio, ferro, manganês, zinco, cobre e cromo.

“De um modo geral, o café favorece a saúde, pois possui propriedades antioxidantes e benefícios nutricionais que podem turbinar o organismo!”, explica a professora de Medicina da Universidade Anhembi Morumbi, Silvana Vertematti. Além de todos esses elementos presentes na bebida, a cafeína também reduz a sonolência, a apatia e a fadiga, além de favorecer a atividade intelectual do indivíduo, aumentando a capacidade de atenção, concentração e memória.

Assim como a maioria dos alimentos, quando ingerido em excesso – o que significa mais do que cinco xícaras por dia – o café pode ser prejudicial para a saúde, inclusive para o coração. Caso ele não seja coado por um filtro de papel ou mesmo de pano, pode apresentar cafestol e kahweo, dois componentes capazes de aumentar o colesterol. Por isso, o café do tipo expresso deve ser tomado com moderação.

Para você que não abre mão de consumir um café logo pela manhã, a nutricionista Karina Gouvêa elaborou um plano alimentar com um café turbinado diferente para ser consumido em todos os dias da dieta. Assim, você já dá início às tarefas com muita disposição e foco no emagrecimento!

Descubra como o café ajuda a emagrecer com esse cardápio semanal

Segunda

Café da manhã 

  • 2 fatias de pão integral com manteiga sem sal 
  • 1 xícara (50ml) de café com 1 colher (sopa) de óleo de coco 
  • 1 fatia de melancia 

Lanche da manhã 

  • 1 pote (170g) de iogurte desnatado com granola sem açúcar 
  • 1 banana 
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Almoço 

  • 1 prato (sobremesa) de salada de folhas verdes com tomate, rabanete, castanha-do-pará e fatias de manga 
  • 2 colheres (servir) de arroz integral 
  • 1 concha de feijão-preto 
  • 2 colheres (sopa) de couve refogada 
  • 1 bife de fígado grelhado 

Lanche da tarde 

  • 1 maçã assada com canela e aveia 

Jantar 

  • 1 prato (sobremesa) de salada de folhas verdes
  • 1 cenoura baby 
  • 1 tomate fatiado 

Ceia 

  • 1 xícara (200ml) de chá de hortelã 
  • 2 castanhas de caju sem sal 
  • 2 amêndoas

Terça

Café da manhã

  • 1 xícara (50ml) de café com 1 pitada de canela
  • 2 fatias de pão de centeio com creme de ricota

Lanche da manhã

  • 1 fatia de mamão com 1 colher (sopa) de aveia em flocos

Almoço

  • 2 colheres (servir) de arroz integral
  • 1 concha de feijão-preto 2 colheres (sopa) de carne moída
  • 2 colheres (sopa) de chuchu com ovo mexido

Lanche da tarde

  • 1 copo (200ml) de suco de limão batido com 1 ramo de salsinha e 1 pote (170g) de iogurte desnatado

Jantar

  • 2 colheres (sopa) de legumes grelhados com azeite extra-virgem
  • 1 ovo mexido na manteiga com salsinha

Ceia

  • 1 xícara (200ml) de chá de camomila
  • 2 torradas integrais com geleia de morango diet

Quarta

Café da manhã

  • 1 xícara (200ml) de café com leite desnatado
  • 2 fatias de pão integral com manteiga sem sal
  • 1 fatia de mamão com 1 colher (sopa) de aveia em flocos

Lanche da manhã

  • 1 banana cozida com 1 colher (chá) de mel

Almoço

  • 1 prato (sobremesa) de salada de pepino, rabanete e folhas verdes
  • 2 colheres (sopa) de arroz à grega
  • 1 porção de atum grelhado

Lanche da tarde

  • 1 copo (200ml) de leite desnatado com achocolatado diet
  • 1 fatia de pão de centeio com creme de ricota

Jantar

  • 1 prato (fundo) de sopa de legumes

Ceia

  • 1 xícara (200ml) de leite desnatado

Quinta

Café da manhã

  • 1 xícara (50ml) de café com 1 colher (sopa) de creme de leite light batido no liquidificador
  • 1 xícara (chá) de morangos picados

Lanche da manhã

  • 1 copo (200ml) de suco de caju
  • 1 maçã

Almoço

  • 1 prato (sobremesa) de salada de folhas verdes, cenoura e beterraba
  • 3 colheres (servir) de arroz integral
  • 2 colheres (sopa) de coração de galinha

Lanche da tarde

  • 1 copo (200ml) de suco de acerola
  • 2 torradas integrais com margarina sem sal

Jantar

  • 1 prato (sobremesa) de salada de repolho roxo com fatias de manga
  • 2 almôndegas
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Ceia

  • 1 xícara (200ml) de chá de erva-doce
  • 2 castanhas-do-pará

Sexta

Café da manhã

  • 1/2 pão sírio com manteiga sem sal
  • 1 xícara (200ml) de leite desnatado com café e 1 pitada de canela

Lanche da manhã

  • 1 kiwi
  • 1 fatia grande de melão

Almoço

  • 1 prato (sobremesa) de salada de alface americana
  • 1 filé de tilápia ou de peito de frango grelhado
  • 2 colheres (servir) de arroz integral

Lanche da tarde

  • 1 copo (200ml) de suco de maracujá
  • 1 pão de batata pequeno com geleia de framboesa diet

Jantar

  • 1 prato (sobremesa) de alface com tomates picados
  • 1/2 bife grelhado

Ceia

  • 1 xícara (200ml) de chá de capim cidreira

Sábado

Café da manhã

  • 1 fatia de pão preto com margarina sem sal
  • 2 fatias de blanquet de peru
  • 1 xícara (50ml) de café com 1 colher (sopa) de óleo de coco

Lanche da manhã

  • 1/2 mamão papaia com 1 colher (sobremesa) de linhaça

Almoço

  • 2 colheres (sopa) de taioba refogada
  • 2 colheres (servir) de arroz integral
  • 1 concha de feijão-preto
  • 1 bife a rolê

Lanche da tarde

  • 1 copo (200ml) de suco de manga
  • 1 banana
  • 1 maçã

Jantar

  • 1 prato (raso) de salada de folhas verdes
  • 1/2 bife grelhado
  • 1 taça de gelatina diet

Ceia

  • 1 xícara (200ml) de chá de erva-doce
  • 2 castanhas-do-pará

Domingo

Café da manhã

  • 3 torradas integrais com geleia diet
  • 1 xícara (200ml) de café com leite e raspas de chocolate meio amargo

Lanche da manhã

  • 1 pera

Almoço

  • 1 prato (sobremesa) de salada de folhas verdes com cenoura e beterraba em fatias
  • 1 fatia de lombo assado com rodelas de abacaxi
  • 2 pegadores de massa integral com tomates cerejas

Lanche da tarde

  • 1 xícara (200ml) de chá de erva-cidreira
  • 2 castanhas de caju sem sal
  • 2 castanhas-do-pará

Jantar

  • 1 sanduíche de pão integral com peito de peru, manga fatiada e vinagrete de pepino e tomate
  • 1 copo (200ml) de suco de laranja-lima

Ceia

  • 1 xícara (200ml) de chá de hortelã

Agora que você sabe que o café ajuda a emagrecer, não se esqueça de seguir o cardápio com a ajuda do seu médico ou nutricionista! O acompanhamento individual é fundamental, pois o estado de saúde, o peso, a idade, o gênero e o nível de atividade física de cada pessoa devem ser considerados para o emagrecimento saudável.

Colaboração: Diana Diniz/Karina Gouvêa/Vanessa Franzen Leite/Silvana Vertematti/Felipe Monnerat | Edição: Mariana Oliveira

Fonte: IG Mulher

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