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Mulher relata agressões em bilhete na matrícula de filho em Maceió

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Mulher escreveu relato que agressões que sofre do marido em bilhete de matrícula do filho
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Mulher escreveu relato que agressões que sofre do marido em bilhete de matrícula do filho

Uma mulher, de 28 anos, pediu ajuda relatando agressões físicas cometidas pelo companheiro em um bilhete que estava no meio da documentação do filho do casal durante a matrícula escolar, que foi ealizada na tarde de segunda-feira (8), na escola estadual Laura Dantas, localizada no Cepa (Centro Educacional de Pesquisa Aplicada), no bairro do Farol, em Maceió, segundo informações do UOL Universa.

No bilhete estava escrito: “Por favor, me ajude. Estou sendo espancada. Não posso falar. Estou com hematomas na perna e meu filho foi seriamente sofrido (sic) por psicológico. Ele me bateu com o facão. Me ajude, ele não me deixa falar, me ameaça toda hora. Não consigo mais ficar calada, eu me cansei. Não me ignore.”

A direção da escola acionou a equipe de Policiais Militares que estava no Cepa imediatamente. O acusado foi preso na calça da escola e não reagiu.

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A mulher relatou que sofria de ameaças e espancamentos frequentemente e era proibida de falar para outras pessoas para a situação, mas na noite anterior chegou ao seu limite e decidiu escrever o bilhete pedindo ajuda. Ela apresentava escoriações e hematomas pelo corpo. Ela se submeteu a exame de corpo de delito no Instituto Médico Legal Estácio de Lima, do bairro do Tabuleiro do Martins. O laudo será entregue à delegacia da mulher, onde as investigações do caso seguirão.

A Seduc (Secretaria de Estado da Educação) comunicou que não repassará informações porque o caso corre em sigilo para preservar a identidade do da criança e da mãe.

Fonte: IG Mulher

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Principal ativista do movimento #MeToo na China está desaparecida

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 Sophia Huang Xueqin
Women’s Media Centre

Sophia Huang Xueqin



A jornalista e ativista chinesa Sophia Huang Xueqin, principal nome do movimento feminino #MeToo da China, está desaparecida e teria sido detida na China, após ser vista pela última vez no domingo (19/9).

Huang não tem sido vista por amigos desde então. Ela tinha viagem marcada na segunda-feira (20/9) da cidade chinesa de Guangzhou para Londres para assumir uma bolsa acadêmica.


Shopia ficou conhecida quando escreveu um relatório de pesquisa sobre assédio sexual e casos de agressão enfrentados por mulheres chinesas que trabalham no jornalismo. Desde lá, ela tem sido vista como uma referência política pelos direitos das mulheres na China.

Há preocupações de que ela e o ativista sindical Wang Jianbing, que estava com Huang, tenham sido detidos pelas autoridades. A Federação Internacional de Jornalistas (IFJ) cogita que a ativista pode ser apreendida por “incitação para subverter o poder do Estado” por conta das reuniões que ela e amigos realizaram em sua residência. No entanto, até o momento não há quaisquer evidências e notícias. 

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Fonte: IG Mulher

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