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Morre Helaine Martins, jornalista e ativista antirracista brasileira

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Morre Helaine Martins, ativista antirracista e jornalista
Acervo pessoal

Morre Helaine Martins, ativista antirracista e jornalista








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No último sábado (3), a jornalista e ativista antirracista Helaine Martins, 41, faleceu depois de uma parada cardiorrespiratória. Ao portal Alma Preta, amigos afirmam que a ativista se sentiu mal e faleceu na parte da tarde. Ainda não há informações de local e data de sepultamento.

Helaine era conhecida por suas iniciativas antirracistas no setor de comunicação e pelo desejo de levar pluralidade ao jornalismo. Em 2005, ela criou o projeto “Entreviste um Negro” com o veículo de comunicação Mundo Negro. O site funciona como um banco de profissionais negros que poderiam dar entrevistas sobre assuntos diversos.


A jornalista também é criadora do hub de conteúdo Expresso na Periferia, uma parceria entre O Estado de São Paulo e a 99, que visa a adaptação de conteúdo e linguagem à cultura periférica em parceria com coletivos. No dia 2 de julho, ela foi confirmada como editora do projeto.

Formada em jornalismo, a carioca de família de Belém do Pará trabalhou com comunicação organizacional em órgãos do governo e em assessorias de empresas. Em 2014, fez pós-graduação em Cultura, Educação e Relações Étnico-Raciais, na ECA/USP. Helaine também publicou três livros, sendo que um deles foi como participante da coletânea “Eu amo correr”, publicada como série “Eu amo…” pela editora Mol.

Fonte: IG Mulher

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Principal ativista do movimento #MeToo na China está desaparecida

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 Sophia Huang Xueqin
Women’s Media Centre

Sophia Huang Xueqin



A jornalista e ativista chinesa Sophia Huang Xueqin, principal nome do movimento feminino #MeToo da China, está desaparecida e teria sido detida na China, após ser vista pela última vez no domingo (19/9).

Huang não tem sido vista por amigos desde então. Ela tinha viagem marcada na segunda-feira (20/9) da cidade chinesa de Guangzhou para Londres para assumir uma bolsa acadêmica.


Shopia ficou conhecida quando escreveu um relatório de pesquisa sobre assédio sexual e casos de agressão enfrentados por mulheres chinesas que trabalham no jornalismo. Desde lá, ela tem sido vista como uma referência política pelos direitos das mulheres na China.

Há preocupações de que ela e o ativista sindical Wang Jianbing, que estava com Huang, tenham sido detidos pelas autoridades. A Federação Internacional de Jornalistas (IFJ) cogita que a ativista pode ser apreendida por “incitação para subverter o poder do Estado” por conta das reuniões que ela e amigos realizaram em sua residência. No entanto, até o momento não há quaisquer evidências e notícias. 

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Fonte: IG Mulher

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