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Lua Minguante em Touro: descubra do que você deve se desapegar

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João Bidu

Lua Minguante em Touro: descubra do que você deve se desapegar
Lúcia Agostinho

Lua Minguante em Touro: descubra do que você deve se desapegar

Hoje, dia 31 de julho, pela manhã, às 10h15, temos a Lua entrando em sua fase Minguante, no signo de Touro.

Na fase Minguante, a Lua pede para que a gente se recolha, olhando para nossas emoções e para estes últimos 21 dias, percebendo se estamos tendo os resultados que desejamos. 

É preciso olhar para si e para este seu ciclo, entendendo o que você alcançou e o que deixou de conquistar. Para aquilo que deixou de alcançar, é momento de entender o que você precisa fazer de forma diferente.

Touro é o signo que traz as energias do campo material. Então, esta Lua Minguante pede para que saibamos deixar ir embora tudo aquilo que não está favorecendo a materialização dos nossos desejos, tudo o que nos desvia do nosso foco ou traz prostração para a nossa vida.

Sendo Touro o signo que também rege os valores, este é o momento de se desapegar daquilo que é apenas material, a fim de que você possa se conectar com o que realmente tem valor para você.

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A Lua Minguante acontece em desafio com Saturno, que está em Aquário, mostrando para nós que, quanto mais mantemos sentimentos de fraternidade em nosso coração, se

desapegando de emoções egoístas e materialistas, mais conseguimos tornar real o que nos

traz a verdadeira felicidade.

Qual o desapego que a Lua Minguante pede para você?

Veja seu ascendente:

Áries: desapego do que é apenas material

Touro: desapego de inseguranças sobre sua personalidade

Você viu?

Gêmeos: desapego de emoções mal resolvidas

Câncer: desapego de pessoas que não fazem bem

Leão: desapego daquilo que não te faz se sentir valorizada em sua carreira

Virgem: desapego de ideais que já não são seus

Libra: desapego do que te faz sentir presa em uma ‘antiga fase’

Escorpião: desapego de relações negativas

Sagitário: desapego de tudo o que não te traz produtividade

Capricórnio: desapego da falta de autovalor e autoconfiança

Aquário: desapego de questões passadas que não te favorecem

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Peixes: desapego de ideias que já não são parte de você

Se quiser descobrir o seu signo ascendente, faça o seu mapa astral. 

Texto: Lucia Agostinho, astróloga

Intagram: @lucia_agostinho

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Fonte: IG Mulher

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Compulsão alimentar: entenda o transtorno que atinge cerca de 2,5% da população mundial

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Compulsão alimentar: entenda o transtorno que atinge cerca de 2,5% da população mundial
Reprodução: Alto Astral

Compulsão alimentar: entenda o transtorno que atinge cerca de 2,5% da população mundial

A compulsão é uma das doenças psiquiátricas mais presentes no mundo. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a compulsão alimentar atinge cerca de 2,5% da população mundial. No Brasil, 4,7% da população têm algum tipo de transtorno alimentar, sendo mais recorrente entre jovens de 14 a 18 anos. Cerca de 49% das pessoas que apresentam o transtorno são obesas, sendo que 15% são obesas mórbidas.

O transtorno, causado por uma ingestão muito grande de alimentos em um curto período de tempo, vem sempre acompanhado da sensação de total desgoverno. A pessoa fica desesperada por não conseguir parar e isso causa um nítido sentimento de descontrole. Essa sensação, por sua vez, desencadeia uma vergonha muito intensa, uma culpa por ter feito algo que sabia que não podia.

Sérgio Barrichello, endoscopista bariátrico, explica que o diagnóstico da doença é baseado em questões comportamentais. “O diagnóstico de compulsão alimentar é dado a partir desses episódios pelo menos duas vezes por semana nos últimos 6 meses. Alguns dos sintomas do compulsivo são descontrole, vergonha e culpa por ter comido, mentiras sobre a doença, alívio por comer, irritabilidade quando não consegue comer e obsessão por comida. O compulsivo sofre antes, sente prazer em comer e depois sofre novamente com a culpa”, destaca o médico, completando que outro fator relevante é que esses pacientes não têm ação compensatória, ou seja, não provocam vômito ou mesmo usam laxantes.

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Mas é só isso?

De acordo com o especialista, a compulsão alimentar também está ligada à neurotransmissores, como a dopamina. Esses neurotransmissores têm algumas características alteradas que fazem o indivíduo ter essa compulsão com mais frequência. Ou seja, não é algo apenas psicológico, existe química envolvida.

Assim, vale destacar que, além dessas características neurológicas e até mesmo hormonais, existem os gatilhos comportamentais, como o acesso muito fácil à comida, crises de ansiedade, dietas restritivas, perda de um ente querido, emprego ou dinheiro.

Por isso, o tratamento psiquiátrico é importante em um quadro de compulsão alimentar, além, claro, do acompanhamento de uma equipe multidisciplinar.

Fonte : Sérgio Barrichello, médico cirurgião endoscopista, é especialista em emagrecimento e CEO da HealthMe.

Fonte: IG Mulher

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