Acesse outros veículos da Rede de Mídias!

MULHER

De artesanato à grana extra: saiba o que fazer com as roupas que não usa mais!

Publicados

em


source

Alto Astral

De artesanato à grana extra: saiba o que fazer com as roupas que não usa mais!
Reprodução: Alto Astral

De artesanato à grana extra: saiba o que fazer com as roupas que não usa mais!

Comprou e não gostou. Comprou, usou e enjoou. Ganhou e não usou. As roupas fazem parte da nossa vida e da nossa história, estando presente em momentos importantes e até mesmo sendo nossa forma de expressão e comunicação. Existem aquelas peças que são as preferidas e usamos até realmente não dar mais ou não fazer mais sentido. E tem também a roupa que nunca combinou tanto com nosso estilo e acabou ficando parada no guarda-roupa. Mas o que fazer com tanta coisa?

A moda, além de uma poderosa ferramenta de autoestima, é também economia, sociedade e sustentabilidade. Por isso, é fundamental agir com consciência tanto no consumo, quanto no descarte das peças. E ambos estão completamente interligados, se pensarmos que compra e venda é um ciclo sem fim. Então, que tal dar um novo destino para aquela roupa que está guardada há tanto tempo?

Cada vez mais as marcas propõem ações de reuso, como é o caso do “Moda Sem Ponto Final”, posicionamento da Malwee. “Uma peça que não usamos mais e que já fez parte de momentos importantes para nós, ainda pode fazer parte da vida de outras pessoas. O descarte não precisa ser prejudicial para o meio ambiente e ainda pode deixar o dia de alguém mais feliz” conta Patrícia Calixto, Gerente de Produto e Marca da empresa.

Leia Também:  Caso Mari Ferrer: Catia Fonseca critica as falas do advogado de defesa

Assim, aprenda 4 destinos sustentáveis, conscientes e adequados para peças que já foram tão queridas e merecem um novo lugar especial!

Comece separando as roupas que não usa mais! (Shutterstock)

1. Customização

Customizar uma peça é dar uma nova aparência a ela e, muitas vezes, isso é suficiente para que ela se encaixa novamente no seu estilo. Para isso, você pode cortá-la, pintá-la e aplicar alguns materiais, como lantejoulas, strass, tachas, broches e até plumas. Se mesmo assim a roupa ainda não fizer sentido, vale pensar em reaproveitar o tecido para outras finalidades!

Você viu?

2. Doação

O inverno é a estação em que mais acontecem campanhas de doações de roupa, devido ao frio intenso. No entanto, qualquer época é propícia para fazer o bem. Além de dar as peças para amigos, familiares e conhecidos, separe algumas para doar às pessoas que estão em situação de vulnerabilidade, através de ONGs e associações.

3. Troca

Os grupos e as plataformas digitais são perfeitos para quem deseja trocar peças e objetos. Por lá, é possível encontrar pessoas que estejam buscando exatamente aquilo que você deseja trocar, o que facilita bastante o processo! Combine sempre os detalhes e escolha um local seguro para realizar a troca, ok?

Leia Também:  Ti-Ti-Ti - Pedro se dá mal após fazer atentado contra Luti

4. Revenda

Quem não gosta de fazer uma grana extra, não é mesmo? Vender as roupas que já não usa mais pode ser uma boa pedida para conseguir um dinheiro e ainda desocupar as gavetas. Para essa opção, você pode procurar por brechós, grupos online ou até mesmo abrir sua própria lojinha virtual!

Colaboração: Malwee.

Fonte: IG Mulher

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

MULHER

Compulsão alimentar: entenda o transtorno que atinge cerca de 2,5% da população mundial

Publicados

em


source
Compulsão alimentar: entenda o transtorno que atinge cerca de 2,5% da população mundial
Reprodução: Alto Astral

Compulsão alimentar: entenda o transtorno que atinge cerca de 2,5% da população mundial

A compulsão é uma das doenças psiquiátricas mais presentes no mundo. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a compulsão alimentar atinge cerca de 2,5% da população mundial. No Brasil, 4,7% da população têm algum tipo de transtorno alimentar, sendo mais recorrente entre jovens de 14 a 18 anos. Cerca de 49% das pessoas que apresentam o transtorno são obesas, sendo que 15% são obesas mórbidas.

O transtorno, causado por uma ingestão muito grande de alimentos em um curto período de tempo, vem sempre acompanhado da sensação de total desgoverno. A pessoa fica desesperada por não conseguir parar e isso causa um nítido sentimento de descontrole. Essa sensação, por sua vez, desencadeia uma vergonha muito intensa, uma culpa por ter feito algo que sabia que não podia.

Sérgio Barrichello, endoscopista bariátrico, explica que o diagnóstico da doença é baseado em questões comportamentais. “O diagnóstico de compulsão alimentar é dado a partir desses episódios pelo menos duas vezes por semana nos últimos 6 meses. Alguns dos sintomas do compulsivo são descontrole, vergonha e culpa por ter comido, mentiras sobre a doença, alívio por comer, irritabilidade quando não consegue comer e obsessão por comida. O compulsivo sofre antes, sente prazer em comer e depois sofre novamente com a culpa”, destaca o médico, completando que outro fator relevante é que esses pacientes não têm ação compensatória, ou seja, não provocam vômito ou mesmo usam laxantes.

Leia Também:  Entenda como a saúde mental pode desencadear bruxismo

Mas é só isso?

De acordo com o especialista, a compulsão alimentar também está ligada à neurotransmissores, como a dopamina. Esses neurotransmissores têm algumas características alteradas que fazem o indivíduo ter essa compulsão com mais frequência. Ou seja, não é algo apenas psicológico, existe química envolvida.

Assim, vale destacar que, além dessas características neurológicas e até mesmo hormonais, existem os gatilhos comportamentais, como o acesso muito fácil à comida, crises de ansiedade, dietas restritivas, perda de um ente querido, emprego ou dinheiro.

Por isso, o tratamento psiquiátrico é importante em um quadro de compulsão alimentar, além, claro, do acompanhamento de uma equipe multidisciplinar.

Fonte : Sérgio Barrichello, médico cirurgião endoscopista, é especialista em emagrecimento e CEO da HealthMe.

Fonte: IG Mulher

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

vídeo publicitário

POLÍTICA

POLÍCIA

AGRONEGÓCIO

ECONOMIA

GERAL

MAIS LIDAS DA SEMANA