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Cuckold: o fetiche em que o homem tem prazer de ser corno

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Há alguns meses um termo novo relacionado a fetiche começou a aparecer com certa frequência nas redes sociais e nas buscas on-line: cuckold. Trata-se da prática em que o homem gosta que sua parceira tenha relações com outras pessoas. 

No Brasil, a frequência de busca do termo no Google teve um aumento de cerca de 800% nos últimos 15 anos. A quantidade de pornografia relacionada ao tema também é grande. Só no XVideos, pesquisar por “Cuckold Brasil” aponta mais de 42 mil vídeos sobre a prática.

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Pexels/Reprodução

Entenda o que é cuckold, o fetiche da pessoa por ser corno


O que é Cuckold? 

Para explicar o que é esse fetiche, o Delas conversou com o psicólogo especialista em sexualidade do Sexo sem Dúvida, Marcos Santos. O termo cuckold é derivado da língua inglesa. Ele explica que se trata de um fetiche de alguns homens em ter a parceira transando com outros homens. 

Independente da pessoa ter uma uma relação aberta ou um casamento monogâmico, se o parceiro sente prazer em ouvir, ver ou mesmo ter conhecimento de que sua parceira tem relações deixais com outras pessoas, ele se enquadra nessa fetiche. Não há infidelidade, pois há total consentimento entre as partes. 

“No Brasil a figura do ‘corno’ ainda hoje é algo pejorativo e motivo de vergonha para os homens. Ser trocado, sentir-se traído, ser comparado a outros homens, sempre foram temores masculinos. Com o avanço das informações sobre sexo, relacionamentos e o acesso facilitado pela Internet, este fetiche saiu dos bastidores para ganhar fama justamente por despertar antigos medos, mas também possíveis desejos”, acrescenta. 

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Como o fetiche funciona? 

O especialista explica que esse fetiche se enquadra na vertente que envolve masoquismo e voyerismo (quando a pessoa sente prazer sexual em ver ou ser visto por outras pessoas). Existem várias formas e cada casal encontra a que achar melhor para o bem-estar dos dois. Por se tratar do universo das fantasias sexuais, o cuckold pode levar às mais diferentes práticas. Por exemplo: 

– A parceira encontra um outro homem e depois conta os detalhes para o parceiro. 

– Ela volta para casa com outro homem, enquanto o parceiro fica no ambiente ao lado escutando toda interação. 

– A mulher encontra outro homem e grava o encontro. Depois exibe o vídeo para o parceiro. 

– O casal também pode usar o voyeurismo, no qual o parceiro apenas observa a relação sexual entre sua mulher e o amante. 

Também vale participação ativa do parceiro no sexo, com envolvimento no ato sexual e alternando com a observação.

E quando são as mulheres que gostam de ser traídas? 

De fato, o cuckold não é só para homens. As mulheres também têm vez no fetiche. As cuckquean, como são chamadas a mulheres praticantes, gostam de ver os parceiros fazendo sexo com outras mulheres. 

Assim como na versão masculina, as mulheres também podem ter prazer em ouvir, assistir e até mesmo participar da relação sexual com o marido e a amante. Há inclusive aquelas que gostam de escolher as mulheres com quem seus parceiros devem sair (seja no swing, entre amizades ou mesmo uma profissional contratada). 

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É sempre bom lembrar que não existe traição dentro do fetiche cuckold. Toda a prática é acordada por ambas as partes. Se alguém trai fora do combinado, não há fetiche envolvido, e sim falta de consideração. 

“Se para o homem pensar em sua parceira com outro cara gera ameaça e sofrimento, então o cuckold não se aplica. Para este tipo de prática é muito importante ter uma relação de muito diálogo, maturidade e sinceridade. Se estão a fim de experimentar, regras também se aplicam a este tipo de fetiche. Qualquer coisa que envolva sexo necessita do consentimento das duas partes.”, encerra. 

Existem brinquedos sexuais para quem quiser fazer isso? 

Alguns casais utilizam cintas de castidade, modelos onde o pênis é colocado em sextoys que impedem a masturbação. Nessa situação, o homem pode ver sua parceira transando, mas não é permitido se masturbar enquanto assiste. Pode também ser algemado e vendado para apenas ouvir o sexo rolando. 

Existem também casas de swing cuja temática da noite é justamente cuckold. Além disso, existem redes sociais como a Mundo Erótico, Fetlife e Sexlog que possuem grande audiência vinda justamente dos cucks (apelido dado aos apreciadores-adeptos da prática).

Fonte: IG Mulher

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Deolinda Saraiva participa de live sobre seu novo livro nesta sexta-feira

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Após alguns anos trabalhando em redações, produzindo conteúdo para empresas e até gerenciando uma pousada, Deolinda Saraiva decidiu se aventurar e escrever ficção aos 65 anos.

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Hoje, com 67 anos, está prestes a lançar seu quarto livro na edição virtual da Bienal do Livro 2020 e falará sobre o lançamento em live para o site Mulheres 50 Mais na sexta (29), às 17h. A live será conduzida pelas jornalistas Elvira Lobato e Regina Eleutério, em multiplataforma simultânea no Facebook, Instagram e YouTube.

deolinda
Divulgação

Deolinda está se preparando para o lançamento do seu quarto livro


O livro se chama “O homem translúcido – No tempo da Inteligência Articificial” e, diferente dos seus outros livros, tem um pano de fundo futúristico, como uma ficção científica que, segundo a autora, naõ está muito distante de acontecer.

O prefácio é assinado pelo neurocirurgião, cientista e pesquisador da consciência Francisco Di Biase, que não conhecia Deolinda, mas se interessou tanto pela história que aceitou escrever o prefácio.

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Seus outros livros são “Histórias que nem sempre as mães contam”, “A casa das 365 janelas” e “Depois das estações”.

Fonte: IG Mulher

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