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Carla Vilhena fala sobre dificuldade das mulheres no jornalismo

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Carla Vilhena
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Carla Vilhena


A jornalista Carla Vilhena foi a convidada da vez do podcast “UOL VÊ TV”. Em sua participação, a profissional fez uma reflexão sobre a desigualdade que ainda existe dentro do jornalismo entre homens e mulheres.

“Quantos homens têm mais de 70 anos e estão trabalhando? Uma vez eu estava numa conversa sobre outros motivos com um advogado e ele virou para mim e disse que eu podia ficar tranquila porque era uma profissional competente. Mas nenhuma passa dos 50 no ar. Ele falou: ‘Não é possível’. Ficou uns 15 minutos tentando se lembrar de alguém. Ana Maria Braga não é jornalismo”, disse. 

Carla, no entanto, admite que, apesar do caminho ser longo para chegar a uma igualdade, as coisas já estão mudando. Como exemplo disso ela cita Renata Lo Prete. “Ela vem de outro meio, do jornalismo impresso, e conseguiu entrar em um meio difícil que é a TV. Houve momentos incríveis em que ela colocou o posicionamentos de uma mulher que está lá pela inteligência e capacidade profissional. Nós temos sido privados disso ao longo dos anos.”

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Carla, que hoje tem 53 anos, já foi apresentadora do “Jornal Hoje”, “SPTV”, “Bom Dia SP”, e repórter especial do “Fantástico”, mas deixou a Globo em 2018.

Fonte: IG Mulher

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Mulher que inspirou série da Netflix comete suicídio depois de revelar abuso

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História de Daisy inspirou série da Netflix
Reprodução

História de Daisy inspirou série da Netflix


O documentário “Audrie & Daisy”, disponível na Netflix, foi inspirado na história de Daisy Coleman que, nesta terça-feira (5), aos 23 anos, se suicidou, segundo informado por sua mãe, Melinda Coleman. A jovem recebeu ataques após denunciar um estupro aos 14 anos, tendo sido xingada de “mentirosa”, “vadia” e “idiota”. E os ataques não ficaram apenas nas redes sociais: a casa de sua família foi incendiada.

“Minha filha, Catherine Daisy Coleman, se suicidou ontem à noite”, escreveu Melinda. “Ela era minha melhor amiga e uma filha incrível. Acho que ela queria mostrar que eu poderia viver sem ela. Queria poder ter curado sua dor. Ela nunca se recuperou daquilo que aqueles garotos fizeram com ela, e não é justo. Minha garotinha se foi”, disse em postagem.

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Em 2012, Daisy relatou ter sido estuprada por Matthew Barnett, um adolescente de uma influente família que vivia na mesma cidade que a jovem — Missouri, Estados Unidos. Ele se declarou culpado, mas alegando que o sexo com Daisy foi consensual.

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Reprodução/Netflix

Audrie & Daisy


O caso ganhou repercussão e a família de Daisy acabou sofrendo retaliações nacionais. Desde então, frequentemente sofrendo bullying, ela tentou tirar a vida várias vezes, até se tornar uma ativista e exemplo para outras mulheres que sofreram o mesmo.

Além de Daisy, o documentário da Netflix, lançado em 2016, também conta a história de Audrie Pott, de 15 anos. Audrie, que também foi estuprada por um homem que considerava seu amigo, também sofreu ataques na comunidade onde vivia e teve suas fotos sofrendo a violência espalhadas pela internet.

Fonte: IG Mulher

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