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Bilhete em maço de cigarro salva mulher de cárcere privado no Ceará

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Uma mulher foi salva pela polícia em Araripe (CE) depois de ser mantida em cárcere privado pelo marido em uma obra onde ele trabalhava como vigia. O caso foi descoberto depois que ela escreveu um bilhete pedindo socorro em um pedaço de papel de um maço de cigarro. “Polícia, por favor, urgente”, escreveu ela em letras maiúsculas com um lápis de pedreiro que encontrou no local. As informações são do portal UOL.


bilhete
Divulgação

Vítima de cárcere privado foi resgatada por conta de um bilhete, no Ceará


Ela amassou o papel e o jogou por cima do tapume que cobria o local, quando viu um menino passando de bicicleta perto da obra encontrar o bilhete e conseguiu pedir a ele que procurasse um adulto para pedir ajuda. A PM foi acionada e conseguiram achar o local por conta dos pedidos de socorro da mulher.

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Em entrevista à TV Globo, contou que vai chamar a polícia de novo caso sofra violência doméstica novamente. “Se for preciso chamar a polícia 500 vezes, eu vou chamar, mas ninguém mais vai me massacrar”, disse.

A mulher contou à polícia que havia sido presa na sexta-feira (16) pela manhã porque o marido é bastante ciumento e não a deixa sair de casa. Antes disso, ela e o marido haviam discutido em casa e ele a agrediu com um chute em uma das pernas, o que causou uma luxação.

Com fibromialgia, doença que causa dores generalizadas pelo corpo, ela não conseguia se alimentar e beber água enquanto esteve encarcerada e fumou dois maços de cigarro por conta do nervosismo causado pela situação.

A Secretaria de Segurança Pública do Ceará disse que o acusado, de 33 anos, já foi preso e é processado por violência doméstica. Ele também já foi preso por furto. Ele confessou o crime e segue preso. 

Fonte: IG Mulher

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Principal ativista do movimento #MeToo na China está desaparecida

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 Sophia Huang Xueqin
Women’s Media Centre

Sophia Huang Xueqin



A jornalista e ativista chinesa Sophia Huang Xueqin, principal nome do movimento feminino #MeToo da China, está desaparecida e teria sido detida na China, após ser vista pela última vez no domingo (19/9).

Huang não tem sido vista por amigos desde então. Ela tinha viagem marcada na segunda-feira (20/9) da cidade chinesa de Guangzhou para Londres para assumir uma bolsa acadêmica.


Shopia ficou conhecida quando escreveu um relatório de pesquisa sobre assédio sexual e casos de agressão enfrentados por mulheres chinesas que trabalham no jornalismo. Desde lá, ela tem sido vista como uma referência política pelos direitos das mulheres na China.

Há preocupações de que ela e o ativista sindical Wang Jianbing, que estava com Huang, tenham sido detidos pelas autoridades. A Federação Internacional de Jornalistas (IFJ) cogita que a ativista pode ser apreendida por “incitação para subverter o poder do Estado” por conta das reuniões que ela e amigos realizaram em sua residência. No entanto, até o momento não há quaisquer evidências e notícias. 

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Fonte: IG Mulher

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