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7 passos para alcançar o autoconhecimento

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7 passos para alcançar o autoconhecimento
Reprodução: Alto Astral

7 passos para alcançar o autoconhecimento

Frágil, ansioso, não linear e incompreensível. Essas palavras formam a sigla FANI, um termo criado pelo antropólogo estadunidense Jamais Cascio para designar o mundo no qual estamos vivendo hoje. No entanto, essas características descritas parecem indicar um lugar complexo e, por vezes, difícil de se habitar.

Dessa forma, algumas ferramentas são necessárias para conseguirmos viver (e sobreviver) dentro de uma realidade muito desafiadora, e uma delas é o autoconhecimento. O ato de conhecer-se e compreender-se vai além de uma técnica: é um estilo de vida! Esse comportamento poderá mudar como enxergarmos, agimos e reagimos diante desse cenário.

“Para descobrir quem realmente somos, precisamos mergulhar de cabeça na nossa história. Não é um caminho fácil e muito menos rápido. Requer muita entrega e resiliência. Somos feitos de luz e sombra e nem tudo que vamos descobrir na jornada será simples de resolver”, conta Deni Savi, jornalista especialista em ciência da felicidade, que te convida para a jornada do autoconhecimento em 7 passos diários . Vamos?!

O autoconhecimento é a chave para muitas descobertas (Foto: Shutterstock)

7 passos para alcançar o autoconhecimento

1. Resgate suas memórias

A primeira dica de Deni é registrar tudo aquilo que vêm na mente enquanto revisitamos nossa história, desde a infância até a vida adulta. Aqui, vale anotar qualquer coisa que seja importante nesse resgate: brincadeiras, educação, família, escolhas, vícios, comportamento, entre outros aspectos.

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2. Trabalhe a consciência

Depois de ter os registros anotados, a especialista recomenda que eles sejam compartilhados com alguém de confiança e que esteja disposto a ouvir sem interrupções. Esse exercício servirá para que o locutor entenda como se sente diante daquilo que está contando, percebendo quais sentimentos vêm à tona.

3. Identifique padrões

“Junto com a pessoa que você compartilhou essas memórias, tente identificar comportamentos que se repetem nas diferentes histórias que contou. Preste atenção se você reage da mesma forma a conflitos ou se sempre demonstrou interesse por algo específico”, ressalta Deni, lembrando que não há certo ou errado nessas atitudes.

4. Exercite a autopercepção

No quarto passo, a ideia é entender como esses padrões de comportamento podem te ajudar. Segundo a jornalista, nessa hora devemos olhar para a nossa vida como um mero espectador e observar atentamente o que acontece nela. Essas percepções facilitarão as tomadas de iniciativas frente aos nossos sonhos.

5. A terapia pode te ajudar

Embora a terapia não seja uma realidade para todos, principalmente quando falamos em viabilidade financeira e acesso, ela é considerada um processo profundo e efetivo para o autoconhecimento. “Existem diversas linhas: tem a psicanálise, análise de comportamento, terapia cognitivo comportamental. A escolha é de cada um e deve ser feita com uma pesquisa para ver com qual delas se sente mais confortável”, aponta a especialista.

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6. Converse com seu interior

Independentemente de recorrer ou não à terapia, Deni destaca ser fundamental reservar um tempo para si — conhecidos como “momentos de pausa” — para investir em meditação, por exemplo. A partir deles, alguns insights sobre autoconhecimento poderão surgir.

7. As emoções também importam

Vida perfeita não é felicidade! “Em sua opinião, o que é ser feliz? É ter muito dinheiro para gastar como quiser? Ser reconhecido, bem-sucedido? Ter alguém apaixonado por você? É comer tudo que se tem vontade e não engordar? Ter controle completo sobre tudo? Se você respondeu “sim” à maior parte dessas perguntas, está na hora de rever os seus conceitos”, alerta a profissional.

Ela fala ainda sobre ressignificar, sentir e viver — talvez não nessa ordem, mas sempre de maneira plena. “Ser feliz é receber o que a vida lhe traz, quando ela lhe traz. Apareceu um amor? Ame do fundo do seu coração! Se houver uma perda, chore e chore muito! Ser feliz é estar pronto para recomeçar depois do choro e do momento de autopiedade”, conclui.

Fonte: Deni Savi, jornalista especializada em ciência da felicidade e estudiosa da psicologia positiva, neurociência e comportamento.

Fonte: IG Mulher

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Outubro Rosa: reconstrução mamária devolve a autoestima da mulher

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Outubro Rosa: reconstrução mamária devolve a autoestima da mulher
Reprodução: Alto Astral

Outubro Rosa: reconstrução mamária devolve a autoestima da mulher

O que acontece após o diagnóstico do câncer de mama? A campanha Outubro Rosa promove debates de conscientização sobre a prevenção, detecção e também tratamento da doença. Uma vez que o tumor foi identificado, grande parte das mulheres passa por uma cirurgia chamada mastectomia para a retirada parcial ou total da mama. Mas e depois?

“A reconstrução da região tem um papel importante no resgate da autoestima, pois ajuda a minimizar os impactos físicos e emocionais causados pela mastectomia. Trata-se de uma cirurgia plástica reparadora com resultados naturais”, explica a cirurgiã plástica Leticia Odo, membro titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP).

A também cirurgiã plástica Thamy Motoki explica que existem duas possibilidades: “A prótese de silicone é indicada para pacientes que retiraram toda a glândula. Já nas cirurgias mais extensas, é possível reconstruir a mama a partir de retalhos locais ou até mesmo com tecidos de outras regiões do corpo, como dorso e abdome”.

Impactos emocionais

O câncer de mama exerce um grande impacto no emocional das mulheres — tanto pelo medo da doença, quanto pelas modificações físicas —, por essa razão é indicado o acompanhamento psicológico durante o tratamento. Esse apoio se faz necessário também após a retirada do tumor, momento no qual a paciente verá um novo corpo refletido no espelho.

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“O trabalho de um psicólogo, quando uma mulher opta por fazer a reconstrução mamária, é de entender primeiro como ela lidava com o corpo antes do diagnóstico. A partir daí, podemos compreender melhor sua relação com este novo corpo, diferente e com uma cicatriz, que carrega essa história”, destaca a psico-oncologista Marilia Zendron.

A especialista salienta que a decisão é muito subjetiva. Segundo ela, há mulheres que enfrentam a reconstrução com mais tranquilidade, pois sonhavam com um peito maior. Outras decidem deixar a cirurgia para outro momento ou sequer cogitam fazê-la, pois se sentem bem com o corpo. “Cada mulher saberá dizer o que a faz feliz e a deixa satisfeita com a própria imagem”, pontua.

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Pós-operatório

Letícia relembra que os cuidados pós-operatórios são os mesmos de uma mamoplastia feita para fins estéticos e devem ser orientados pelo médico responsável, afinal, cada caso é único. “Nos primeiros dias, serão necessários a utilização de curativos sobre as incisões e repouso relativo, evitando ao máximo esforço ou movimento repetitivo com os braços. Para sustentar a mama e minimizar o inchaço, uma bandagem elástica ou sutiã apropriado deverão ser usados”, indica.

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ONG Orientavida

A ONG Orientavida vem promovendo a campanha Pense Rosa, que ajuda mulheres que estão na fila de espera do SUS (Sistema Único de Saúde) a realizarem mamografias. A cada 12 pulseiras vendidas no site da ONG, a venda é revertida em um combo de diagnóstico de câncer de mama. Até agosto deste ano, 11 mil mamografias foram realizadas. A meta da ONG Orientavida é atingir 15 mil até dezembro de 2021. Participe!

Fontes: Letícia Odo, cirurgiã plástica, especialista e membro titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP) e médica dos corpos clínicos do Hospital Israelita Albert Einstein e do Hospital Sírio Libanês; Thamy Motoki, cirurgiã plástica, membro titular da SBCP e médica no Hospital São Luiz, e Marilia Zendron, psicóloga especialista em psico-oncologia pelo A.C. Camargo Cancer Center e membro do corpo clínico da Clinonco.

Fonte: IG Mulher

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