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Educação

Unemat e USP assinam convênio de intercâmbio para cursos de Direito

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Da redação (com informações da assessoria)

 

A Universidade do Estado de Mato Grosso Carlos Alberto Reyes Maldonado (Unemat) e a Universidade de São Paulo (USP) firmaram Convênio Acadêmico entre a Faculdade de Ciências Sociais e Aplicadas (Facisa/Unemat) e a Faculdade de Direito de Ribeirão Preto (FDRP/USP).

O convênio visa a cooperação acadêmica para fins de intercâmbio de estudantes de graduação, pós-graduação e docentes da área de Direito. Por meio do intercâmbio, Unemat e USP visam fortalecer as experiências educacionais e culturais de alunos e docentes das duas instituições.

De acordo com o professor da Unemat, Cesar David Mendo, o fomento à pesquisa e extensão é parte essencial dessa parceria. O convênio tem duração de cinco anos e cada universidade receberá até dois alunos da outra Instituição por ano. Os alunos de intercâmbio passarão um semestre na instituição anfitriã e os estudantes pré-selecionados pela instituição de origem ainda passarão pelo aceite da instituição anfitriã.

Para participar, os alunos de Direito da Unemat e da FDRP/USP devem preencher um formulário de candidatura da universidade que irá recebê-los. Os professores coordenadores deste convênio são Cesar David Mendo, pela Unemat, e Nuno Manuel Morgadinho dos Santos Coelho, pela USP.

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Nenhuma taxa acadêmica será cobrada pela instituição, mas os alunos intercambistas deverão custear todas as suas despesas durante a estadia na instituição anfitriã, incluindo gastos com moradia, transporte, plano de saúde, compra de livros, entre outros.

Já o intercâmbio docente ocorrerá de acordo com o interesse das duas universidades, com avaliações individuais de cada caso, lembrando que o salário dos professores será pago pela instituição de origem.

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Produção industrial brasileira cai 1,3% de fevereiro para março

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A produção industrial brasileira recuou 1,3% na passagem de fevereiro para março, segundo dados da Pesquisa Industrial Mensal divulgados  no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No mês anterior, a indústria havia crescido 0,6%.

Foram registradas quedas em todos os tipos de comparação temporal: em relação a março do ano passado (-6,1%), média móvel trimestral (-0,5%), acumulado do ano (-2,2%) e acumulado de 12 meses (-0,1%).

Dezesseis das 26 atividades industriais pesquisadas tiveram queda na produção na passagem de fevereiro para março, com destaque para os alimentos, que recuaram 4,9%.

Outros setores que influenciaram a queda de 1,3% da indústria em março, na comparação com fevereiro, foram automotores, reboques e carrocerias (-3,2%), coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (-2,7%), indústrias extrativas (-1,7%) e outros produtos químicos (-3,3%).

Nove segmentos tiveram alta na produção e evitaram uma queda maior da indústria no período, com destaque para produtos farmoquímicos (4,6%).

Entre as quatro grandes categorias econômicas, apenas os bens de capital, isto é, as máquinas e equipamentos usados no setor produtivo, tiveram alta (0,4%). A maior queda foi observada nos bens intermediários, isto é, os insumos industrializados usados no setor produtivo (-1,5%).

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Entre os bens de consumo, houve queda de 1,3% nos bens duráveis e de 1,1% nos bens semi e não duráveis.

Agência Brasil

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