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Educação

Unemat desmente “supersalários”

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Nenhum professor da Universidade do Estado de Mato Grosso Carlos Alberto Reyes Maldonado (Unemat) recebe salários de 80 mil reais, como sugeriu notícia publicada por um site de notícias cuiabano, por coincidência, no Dia da Mentira, 1º de abril. Veja a tabela salarial abaixo, onde as letras se referem à Classe “A”, que significa Professor Auxiliar (graduado/especialista); “B”, Professor Assistente (mestre); “C”, Professor Adjunto (doutor); “D”, professor associado; e “E” significa professor pleno. Na mesma tabela, os números que se referem aos níveis significam três anos de exercício. Por exemplo, um professor C/10 é um doutor e possui pelo menos 27 anos de trabalho. A Unemat possui atualmente apenas oito professores C/10, e a Instituição não possui professores nas Classes D e E.

Tabelas salariais atualizadas (subsídios) vigentes em 2019.

 

Tabelas salariais atualizadas (subsídios) vigentes em 2019.

A Instituição assegura que os mais de 30 mil alunos graduados e pós-graduados pela Unemat, em sua maioria mato-grossenses, têm a dimensão do como a Unemat, que prioriza a formação de qualidade em ensino, pesquisa e extensão, transformou a vida deles. Ter em seus quadros profissionais altamente qualificados, dispostos a trabalhar em Dedicação Exclusiva à Unemat e aos seus alunos, garante à universidade as condições necessárias para ofertar a comunidade acadêmica, em primeira instância, e a comunidade externa, em um segundo momento, todas as ações com a qualidade própria das Instituições de Ensino Superior públicas.

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A “tendenciosa” notícia trouxe “salários brutos”, nos quais foram acrescidos outros direitos: no caso do professor João Ferreira Filho, progressão vertical com efeito retroativo de 2015, conforme publicado no Diário Oficial do Estado (DOE) em 22 de novembro de 2018.

No caso do professor Marco Antonio Pagel, além do adicional de férias, houve um erro de lançamento no Sistema Estadual de Administração de Pessoas (Seap). O valor foi concedido e estornado já na mesma folha; portanto, o professor nunca sequer recebeu o valor, conforme afirmado.

Já no caso da professora Elizeth Gonzaga dos Santos Lima, trata-se de abono de contribuição previdenciária, neste caso Abono de Permanência, um incentivo criado pela Emenda Constitucional nº 41, de 19 de dezembro de 2003, pago pelo Estado para o servidor que já preencheu todos os requisitos para se aposentar, mas opta por permanecer na ativa.

Os salários brutos mensais dos professores citados variam de R$ 5.444,68 a R$21.438,98, conforme tempo de serviço e titulação, como se pode observar no portal de transparência.

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A Unemat esclarece que o Estado de Mato Grosso conta com uma Universidade pública, gratuita e de qualidade, que realiza ensino, pesquisa, extensão e gestão para sua gente. Responsável há 40 anos pela formação intelectual do povo mato-grossense, promove desenvolvimento ao Estado por meio de professores e técnicos qualificados e de ex-alunos, que tiveram suas vidas e de suas famílias transformadas em todas as regiões de Mato Grosso. A Unemat tem orgulho em informar que seu quadro de professores efetivos conta com 55,2% de profissionais doutores e reforça que o status de universidade exige da Instituição de Ensino Superior percentuais de doutores e mestres.

A Unemat remunera seus profissionais de forma justa e condizente com suas carreiras. Na Unemat os professores são reconhecidos e valorizados como deveriam ser em todas as instituições de ensino do Brasil. Os salários de seus profissionais estão disponíveis no Portal da Transparência para ciência de toda a sociedade, e os “supersalários” apontados pela notícia já citada são apenas uma maneira forçada de depreciar a Instituição e, consequentemente, o serviço público no País, do qual a maior parcela da sociedade se utiliza.

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Produção industrial brasileira cai 1,3% de fevereiro para março

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A produção industrial brasileira recuou 1,3% na passagem de fevereiro para março, segundo dados da Pesquisa Industrial Mensal divulgados  no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No mês anterior, a indústria havia crescido 0,6%.

Foram registradas quedas em todos os tipos de comparação temporal: em relação a março do ano passado (-6,1%), média móvel trimestral (-0,5%), acumulado do ano (-2,2%) e acumulado de 12 meses (-0,1%).

Dezesseis das 26 atividades industriais pesquisadas tiveram queda na produção na passagem de fevereiro para março, com destaque para os alimentos, que recuaram 4,9%.

Outros setores que influenciaram a queda de 1,3% da indústria em março, na comparação com fevereiro, foram automotores, reboques e carrocerias (-3,2%), coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (-2,7%), indústrias extrativas (-1,7%) e outros produtos químicos (-3,3%).

Nove segmentos tiveram alta na produção e evitaram uma queda maior da indústria no período, com destaque para produtos farmoquímicos (4,6%).

Entre as quatro grandes categorias econômicas, apenas os bens de capital, isto é, as máquinas e equipamentos usados no setor produtivo, tiveram alta (0,4%). A maior queda foi observada nos bens intermediários, isto é, os insumos industrializados usados no setor produtivo (-1,5%).

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Entre os bens de consumo, houve queda de 1,3% nos bens duráveis e de 1,1% nos bens semi e não duráveis.

Agência Brasil

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