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MANDATO

Justiça de MT rejeita prorrogação de afastamento de presidente de sindicado e determina seu retorno ao trabalho

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Um pedido de prorrogação de afastamento voluntário de função pública para exercício de mandato classista foi rejeitado pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) e validou a decisão administrativa que requisita o retorno imediato do funcionário ao trabalho. Assinada pelo juiz Fabrício Sávio da Veiga Carlota, da 4ª Vara Cível de Primavera do Leste, a sentença aponta que a licença já foi concedida e que um novo prazo fere a lei vigente.

No Mandado de Segurança, o requerente que havia sido notificado ao retorno, argumenta que exerce a função de presidente do Sindicato dos Servidores Municipais de Primavera do Leste (Sinspp-Leste) e que por isso tem prerrogativa de seguir licenciado da sua função original, de eletricista, da Secretaria de Educação de Primavera do Leste.

No entanto, o juiz aponta nos autos que o mandato atual foi finalizado em fevereiro deste ano. “Levando em conta que a única previsão legal de prorrogação é no caso de reeleição, o que não ocorreu no caso (…)”, diz trecho da decisão expedida nessa semana.

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Caso não retorne ao trabalho, o servidor terá o ponto cortado por falta não justificada.

Assessoria

 

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JUDICIÁRIO

TAC estabelece destinação de 35% de imóvel como área verde em Itiquira

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A Promotoria de Justiça de Itiquira (a 357km de Cuiabá) firmou Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) com o Município e o responsável por um loteamento urbano na cidade, estabelecendo que 35% do imóvel localizado no bioma Cerrado na Amazônia Legal seja convertido em área verde e doado à municipalidade. O acordo é resultado de um inquérito civil instaurado para apurar supostas irregularidades na implantação de dois loteamentos urbanos na cidade, sem os devidos licenciamentos ambientais. A proposta de composição civil do dano foi apresentada pelo empreendedor, ratificada pelo Município e ajustada pelo Ministério Público.

O promotor de Justiça Claudio Angelo Correa Gonzaga propôs a destinação de 35% da área de vegetação nativa de Cerrado dentro imóvel como área verde, “a título de regularização ambiental do projeto e, também, a título de compensação do dano ambiental, a fim de que esta área possa ser transformada em horto ou parque municipal”, com fundamento nos artigos 19 e 25, II, da Lei de Proteção à Vegetação Nativa (Lei 12.651 de 25 de maio de 2012). Conforme o TAC, o loteador se comprometeu a dar continuidade ao processo de licenciamento ambiental já iniciado e a realizar novas obras no local (sobretudo as que importem em supressão de vegetação nativa) somente após autorizado pela Prefeitura Municipal e pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT).

O Município assumiu a obrigação de aceitar a doação das áreas que comporão a área verde e de preservar a fauna e a flora nativas, visando o estabelecimento de parque ou horto florestal para o lazer e bem-estar da população, mediante construção de trilhas, de modo a melhorar a qualidade ambiental e promover a conservação da biodiversidade urbana. O Executivo deverá ainda editar decreto tornando obrigatória a construção de fossas sépticas, regulamentando suas especificações, bem como incentivar a arborização das calçadas dos loteamentos “com o plantio de espécies arbóreas da flora brasileira de ocorrência regional e apropriadas ao meio urbano (…) visando tanto o bem-estar urbanístico quanto a conservação da biodiversidade urbana local”.

Além disso, “as nascentes, olhos d’água, riachos, áreas úmidas e respectivas áreas de preservação permanente existentes no local deverão ser isoladas e preservadas pelo empreendedor e fiscalizadas pela Prefeitura Municipal”. A multa mensal é de R$ 10 mil para cada obrigação no caso de descumprimento do compromisso.

Fonte: MP MT

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