Acesse outros veículos da Rede de Mídias!

CPI DA COVID

Em resposta a Bolsonaro, Barroso diz que consultou ministros sobre CPI

Publicados

em

O ministro Luís Roberto Barroso, do STF (Supremo Tribunal Federal), respondeu ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido) após ser criticado por determinar que o Senado Federal abra uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) sobre as ações do governo federal na pandemia sobre o novo coronavírus. Ele disse que “consultou os ministros” e “cumpriu a Constituição” na decisão.

“Na minha decisão, limitei-me a aplicar o que está previsto na Constituição, na linha de pacífica jurisprudência do Supremo Tribunal Federal, e após consultar todos os Ministros. Cumpro a Constituição e desempenho o meu papel com seriedade, educação e serenidade. Não penso em mudar”, disse o ministro.

Barroso comentou que só comentou a fala do presidente agora porque estava em aula na UERJ (Universidade do Rio de Janeiro) de 9h às 14h. Hoje pela manhã, em Brasília, Bolsonaro comentou a decisão do ministro fazendo um paralelo entre a postura do Supremo em relação a uma campanha, feita em grande parte por apoiadores bolsonaristas, pelo impeachment do ministro Alexandre de Moraes. Bolsonaro disse que “falta coragem moral” e “sobra imprópria militância política” a Barroso.

Leia Também:  Bolsonaro muda discurso sobre Trump e diz que Deus e o único ser importante

Ele ainda reclamou que a decisão não engloba investigação sobre governadores. “A CPI que Barroso ordenou instaurar, de forma monocrática, na verdade, é para apurar apenas ações do governo federal. Não poderá investigar nenhum governador, que porventura tenha desviado recursos federais do combate à pandemia”, escreveu o presidente no Twitter, reproduzindo parte de sua conversa com apoiadores.

Do UOL, em São Paulo

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

JUDICIÁRIO

Marco Aurélio Mello adia aposentadoria para 12 de julho para adiantar acervo pendente

Publicados

em

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Marco Aurélio Mello encaminhou um ofício à presidência da Corte informando que vai se aposentar em 12 de julho. O documento adia em uma semana a previsão anterior, que havia sido definida pelo próprio ministro, de deixar o cargo no dia 5.

No ofício, o ministro afirma que quer se dedicar ao Judiciário até a “undécima hora” e “diminuir ao máximo” o número de processos que ficarão em seu gabinete.

Marco Aurélio Mello é o decano (ministro mais velho) do tribunal e completa 75 anos no dia 12. Com isso, tem de se aposentar compulsioriamente do posto.

Na prática, com o novo ofício, o ministro desistiu de antecipar o fim dos trabalhos.

“Aguardarei, em mais uma demonstração de apego ao oficio de servir, como julgador, aos semelhantes, a data-limite de permanência no cargo, a ocorrer em 12 de julho próximo, ao completar 75 anos de idade”, afirmou.

COMENTE ABAIXO:
Leia Também:  ImunizaSUS capacitará profissionais de saúde para vacinação
Continue lendo

vídeo publicitário

POLÍTICA

POLÍCIA

AGRONEGÓCIO

ECONOMIA

GERAL

MAIS LIDAS DA SEMANA