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HOMENAGEM

Desembargador aposentado Joazil Maria Gardés morre, aos 89 anos

O magistrado estava internado havia 26 dias e faleceu nesta quinta-feira, em decorrência de problemas cardíacos

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Brasília se despediu, na tarde de 17 de dezembro, do desembargador aposentado do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT) Joazil Maria Gardés. O desembargador passou 26 dias hospitalizado, mas acabou não resistindo e morreu, aos 89 anos, em decorrência de problemas cardíacos.
Natural de Cuiabá (MT), Gardés escolheu Brasília para consolidar sua carreira, quando foi nomeado juiz de direito substituto da Justiça do Distrito Federal, em 1º de setembro de 1980. Em 1983, ele foi promovido a juiz de direito. Doze anos depois, Joazil ascendeu a desembargador do TJDFT e se aposentou em 2002.
Antes de ingressar na magistratura, Gardés ocupou também o cargo de chefe de seção na Câmara dos Deputados e assessor do procurador-geral da República. Além disso, ele acumulou diversas aprovações em certames públicos: auxiliar legislativo, da Câmara dos Deputados; oficial de registro civil e de casamentos do TJDFT; professor de legislação aplicada; assessor legislativo em direito internacional público, do Senado Federal; inspetor do trabalho (DASP); juiz temporário dos territórios; advogado do Banco Central do Brasil; defensor público do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT).
Em vida, Gardés também recebeu a medalha de 50 anos de serviços prestados ao funcionalismo público, em uma cerimônia conduzida pelo então Presidente do TJDFT, Desembargador Edmundo Minervino Dias. Ele também participou do Programa Memória Oral do TJDFT, ocasião na qual falou sobre sua trajetória e curiosidades de sua carreira.
Amigos, familiares e entes queridos se despediram do desembargador durante o velório na tarde de 17 de dezembro, no Cemitério Campo da Esperança da Asa Sul.
Além de um legado no magistério, Gardés deixa a esposa, Neila Nascimento, 7 filhos, 10 netos e 4 bisnetos.

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JUDICIÁRIO

Retrospectiva apresenta resultados obtidos na área administrativa do Ministério Público de Mato Grosso

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Elaboração de projeto para implantar a governança de gestão de riscos na área meio do Ministério Público de Mato Grosso até 2023, maior integração entre os departamentos e a assessoria jurídica, engajamento e humanização da gestão foram alguns dos desafios enfrentados e superados pela diretoria-geral do Ministério Público do Estado de Mato Grosso no ano de 2021. Responsável por coordenar, em conjunto com as chefias, os nove departamentos existentes na Procuradoria-Geral de Justiça, Ricardo Dias Ferreira destaca que, apesar dos percalços causados pela pandemia, a gestão obteve resultados positivos.

“As conquistas não são individuais, mas coletivas. Quando todos trabalham de forma harmônica e articulada, o resultado deixa de ser apenas de um ou de outro setor e passa a ser de toda a instituição”, observou o diretor-geral.

Entre as inovações implementadas no ano passado, ele cita o desenvolvimento de um sistema informatizado para a gestão da execução orçamentária, a aproximação da diretoria-geral com os servidores do interior e a especialização e inclusão da assessoria jurídica, que até então era exclusiva para atender (sob demanda) à diretoria-geral, na rotina diária dos departamentos.

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“Nós trouxemos as pessoas para dentro do processo. Hoje temos assessores jurídicos que estão atendendo departamentos específicos que exigem um olhar especializado, a exemplo da Tecnologia da Informação (TI), Apoio Administrativo (DAA) e Engenharia (Denge). Essa aproximação entre a assessoria jurídica e os chefes dos departamentos tem dado celeridade aos processos”, afirmou.

Outra decisão acertada em 2021, segundo ele, foi a designação de um analista de sistemas para atender a diretoria-geral no desenvolvimento e gerenciamento de projetos especiais, como o de gestão de riscos. Nesse primeiro momento, o trabalho está sendo desenvolvido com a Tecnologia da Informação, Engenharia, Aquisições e Gestão de Pessoas. Departamentos, que conforme o diretor-geral, possuem processos mais complexos e que, portanto, estão mais sujeitos a riscos.

“O projeto foi construído em 2021 e o próximo passo será a apresentação à administração superior de propostas de atos para instituir a Política de Gestão de Riscos e criar o Comitê e o Núcleo de Gestão de Riscos no MPMT. Todo esse trabalho resultará em maior eficiência na gestão e aplicação dos recursos públicos”, enfatizou.

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RETROSPECTIVA: A partir desta quarta-feira (12), serão divulgados os principais resultados obtidos em cada departamento. A prestação de contas atende aos princípios da transparência e publicidade.

Fonte: MP MT

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