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EMPREGO

Sine Municipal de Cuiabá oferece 11 vagas para pessoas com deficiência

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O Sine Municipal oferece 37 vagas de emprego nesta quarta-feira (07). Dentre elas, 11 vagas para Pessoas com Deficiência (PcD), sendo uma para recepcionista e 10 para operador de caixa. O atendimento está sendo realizado por meio de plataforma online, canais de acessos por telefone. O atendimento presencial está suspenso em razão do reforço das medidas de biossegurança no município para contar a propagação da COVID-19.

Mecânico de automóveis, operador de equipamento de escavadeira, operador de tratores diversos, pedreiro, promotor de vendas, roçador e supervisor administrador são algumas das vagas disponíveis na plataforma de empregos do Sine Municipal. Confira AQUI a tabela de vagas.

Neste momento de pandemia, a orientação é que, caso seja possível, o público opte pelo atendimento online ou por telefone. O objetivo é conectar o serviço público ao cidadão, solucionando dúvidas e oferecendo orientações para evitar que as pessoas deixem suas residências neste momento em que a Prefeitura de Cuiabá adota uma série de medidas que reforçam a importância do isolamento social.

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Para quem deseja se candidatar a alguma das vagas disponíveis, basta baixar em seu celular o aplicativo “Sine Fácil” ou acessar a página virtual do Emprega Brasil (empregabrasil.mte.gov.br), ou se dirigir a uma das duas unidades do Sine no Coxipó ou no Shopping Popular. Quem necessita solicitar o seguro desemprego, o acesso é pela página virtual www.gov.br/trabalho ou pelo aplicativo “Carteira de Trabalho Digital”.

Além dos canais virtuais, quem necessitar de informações sobre seguro desemprego, e quadro de vagas, tirar suas dúvidas sobre intermediação de mão de obra ou carteira de trabalho e previdência social pode entrar em contato pelos telefones (65) 99255–2450 (WhatsApp) ou pelos números fixos, (65) 3645–7250 ou 3645–7251.

Os empregadores que desejarem anunciar suas vagas no Sine podem entrar em contato pelos telefones (65) 3645–7216 / 7237, pelo whats (65) 99255–2450 ou pelo email [email protected]

Horários e canais de atendimento Sine Municipal de Cuiabá

O Sine Municipal não está realizando atendimento presencial até o dia 09 de abril. Para os atendimentos não-presenciais na unidade do Shopping Popular, o atendimento é das 9h às 17h, sem pausa para almoço. Já na unidade Coxipó, o funcionamento é das 8h às 17h, também sem pausa para almoço.

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Atendimento ao trabalhador

Sine Shopping Popular: (65) 3664-1503 / 99251-7480

Sine Coxipó: (65) 3675-3113 / 99337-2799

Atendimento ao empregador

(65) 3645-7216 / (65) 3645-7237

Whatsapp (65) 99255-2450

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GERAL

Nova defesa de mãe do menino Henry insiste em outro depoimento

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A nova defesa de Monique Medeiros, mãe do menino Henry Borel, vem insistindo nos últimos dias para que ela seja ouvida novamente pelos investigadores da Polícia Civil do Rio de Janeiro. Cabe ao delegado Henrique Damasceno, que está à frente do caso, optar pela coleta de um  segundo depoimento. Ainda não foi divulgada nenhuma decisão.

“Dentro do objetivo de atuar com a verdade, a defesa da sra. Monique Medeiros insiste na necessidade da sua nova audição pelo senhor delegado de polícia que preside o inquérito e faz um público apelo, para a referida autoridade policial, neste sentido. Se várias pessoas foram ouvidas novamente, não tem sentido deixar de ouvir Monique. Logo ela que tanto tem a esclarecer. Não crê a defesa que exista algum motivo oculto para ‘calar Monique’ ou não se buscar a verdade por completo”, diz nota divulgada ontem (17) pela defesa da mãe de Henry.

O menino Henry Borel, de 4 anos, morreu no dia 8 de março em um apartamento onde morava com a mãe e o padrasto: o vereador do Rio de Janeiro, Dr. Jairinho. O laudo de necropsia do Instituto Médico-Legal (IML) indicou que a criança sofreu 23 ferimentos pelo corpo e a causa da morte foi “hemorragia interna e laceração hepática”. Ela apresentava lesões hemorrágicas na cabeça, lesões no nariz, hematomas no punho e abdômen, contusões no rim e nos pulmões, além de hemorragia interna e rompimento do fígado.

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Monique e Dr. Jairinho estão presos desde o dia 8 de abril. Eles são investigados por homicídio duplamente qualificado. No mesmo dia da prisão, Dr. Jairinho, que está em seu quinto mandato como vereador, foi expulso do Solidariedade, partido em que estava filiado.

No seu primeiro depoimento Monique disse acreditar que Henry havia se acidentado ao cair da cama. Após o interrogatório, o delegado afirmou que a versão apresentada buscava proteger Dr. Jairinho. No curso das investigações, foram recuperadas mensagens em que a babá de Henry relata à Monique um episódio em que o menino foi vítima de agressão de Dr. Jairinho. A mãe da criança, segundo o delegado, não denunciou o ocorrido na época e omitiu a informação no depoimento.

“Não procurou a polícia, não afastou a vítima do agressor, do convívio de uma criança de 4 anos, filho dela. É bom que se diga que ela tem obrigação legal”, pontuou Henrique Damasceno após o interrogatório.

No início das investigações, a defesa do casal era realizada pela mesma pessoa: o advogado André França Barreto. A mãe do menino Henry, no entanto, decidiu recorrer a outros profissionais no início da semana passada e passou a ser representada por Thiago Minagé, Hugo Novais e Thaise Mattar Assad. Na última quarta-feira (14), eles apresentaram formalmente o pedido para que Monique fosse novamente interrogada e sustentam que ela tem outras informações para relatar.

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Na nota divulgada ontem, os três também buscam chamar atenção para o perfil de Dr. Jairinho. Eles se referem aos depoimentos colhidos de outras mulheres que se relacionaram com o vereador no passado. “A defesa observou, do estudo dos novos elementos do inquérito, que há repetição de um comportamento padrão de violência contra mulheres e crianças. Neste lamentável caso, a diferença foi a morte da criança”, diz o texto.

Após Monique contratar novos advogados, André França Barreto decidiu abandonar a defesa de Dr. Jairinho. O rompimento, segundo nota divulgada, foi consensual e buscou evitar um conflito de interesse já que não seria mais possível representar o casal. Até então, a defesa de Dr. Jairinho vinha reiterando sua inocência. Novos advogados ainda não foram constituídos.

Edição: Claudia Felczak

Fonte: EBC Geral

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